Terça-feira, 8 de março de 2011

Nona Semana do Tempo Comum, Ano Ímpar, 1ª do Saltério, Livro III, cor Litúrgica Verde

 

Hoje: Dia Internacional da Mulher e Comemoração Facultativa a São João de Deus (cor branca)

 

Santos: Ariano, Teótico e Companheiros (mártires), Cirilo, Rogato, Félix, outro Rogato, Mamilo, Urbano, Beata, Silvano, Felicidade e Herênia (mártires da África), Estêvão de Obacina (abade), Félix de Dunwich (bispo), Filêmon e Apolônio (mártires de Tebaida, no Egito), Hunfredo de Tarragona (bispo), Juliano de Toledo (bispo), Ogmundo de Holar (bispo), Pôncio de Cartago (diácono), Provino de Como (bispo), Quintilo de Nicomédia (bispo, mártir), Veremundo de Irache (abade), Vicente Kadlubeck (bispo), Faustino Miguez (presbítero, bem-aventurado).

 

Antífona: Olhai para mim, Senhor, e tende piedade, pois vivo sozinho e infeliz. Vede minha miséria e minha dor e perdoai todos os meus pecados! (Sl 24,16.18)

 

Oração: Ó Deus, cuja providência jamais falha, nós vos suplicamos humildemente: afastai de nós o que é nocivo e concedei-nos tudo o que for útil. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

 

I Leitura: Tobias (Tb 2, 9-14)

Cegueira e resignação de Tobite

 

Eu, Tobias, na noite de Pentecostes, depois de ter sepultado um morto, 9tomei banho, entrei no pátio de minha casa e deitei-me, junto à parede do pátio, deixando o rosto descoberto por causa do calor. 10Não sabia que, na parede, por cima de mim, havia pardais aninhados. Seu excremento quente caiu nos meus olhos e provocou manchas brancas. Fui procurar os médicos para me tratarem. Quanto mais remédios me aplicavam, mais meus olhos se obscureciam com as manchas, até que fiquei completamente cego. Durante quatro anos estive privado da vista. Todos os meus irmãos se afligiram por minha causa. Aicar cuidou do meu sustento, durante dois anos, até que partiu para Elimaida.

 

11Naquela ocasião, Ana, minha mulher, dedicou-se a trabalhos femininos, tecendo ló. 12Entregava o produto aos patrões e estes lhe pagavam o salário No sétimo dia do mês de Distros, ela separou a peça de tecido que estava pronta, e mandou-a aos patrões. Estes pagaram-lhe todo o salário e ainda lhe deram um cabrito para a mesa. 13Quando entrou em minha casa, o cabrito começou a balar. Chamei minha mulher e perguntei-lhe: 'De onde vem este cabrito? Não terá sido roubado? Devolve-o a seus donos, pois não temos o direito de comer coisa alguma roubada'. 14Ela respondeu-me: 'É um presente que me foi dado além do salário'. Mas não acreditei nela e insisti que o devolvesse aos patrões, ficando bastante contrariado por causa disso. Ela então replicou: 'Onde estão as tuas esmolas? Onde estão as tuas obras de justiça? Vê-se bem em ti o que elas são!' Palavra do Senhor!

 

Comentando a I Leitura

Tornei-me inútil pela cegueira

 

O reino de Deus, pelo que tem de atual, é vivido na vida cotidiana, e ai é construído pelo que tem de futuro. Como para os desterrados: a salvação estava em aceitar os próprios males das mãos de Deus (embora os causassem os deportadores); a seu tempo, Deus intervirá. Sim, as coisas cotidianas da vida concorrem para a salvação, para a construção do reino, se colocadas umas sobre as outras como material de construção, mesmo quando são material escolhido. Tobias tornou-se mais escrupuloso, Ana, mas enervada. Tobias deveria prezá-la mais, confiar nela; Ana não deveria censurar-lhe as boas obras. Em tais casos requer-se amor redobrado: é luz, serenidade, alegria. [Missal Cotidiano, Paulus]

 

 

Salmo: Sl 111(112), 1-2. 7bc-8. 9 (R. Cf. 7c)

O coração do justo é firme e confiante no Senhor

1Feliz o homem que respeita o Senhor e que ama com carinho a sua lei! 2Sua descendência será forte sobre a terra, abençoada a geração dos homens retos!

 

7bEle não teme receber notícias más: 7cconfiando em Deus, seu coração está seguro. 8Seu coração está tranquilo e nada teme, e confusos há de ver seus inimigos.

 

9Ele reparte com os pobres os seus bens, permanece para sempre o bem que fez, e crescerão a sua glória e seu poder.

 

Evangelho: Marcos (Mc 12, 13-17)

   Tributo a Cesar

Naquele tempo: 13As autoridades mandaram alguns fariseus e alguns partidários de Herodes, para apanharem Jesus em alguma palavra. 14Quando chegaram, disseram a Jesus: 'Mestre, sabemos que tu és verdadeiro, e não dás preferência a ninguém. Com efeito, tu não olhas para as aparências do homem, mas ensinas, com verdade, o caminho de Deus. Dize-nos: É lícito ou não pagar o imposto a César? Devemos pagar ou não?' 15Jesus percebeu a hipocrisia deles, e respondeu: 'Por que me tentais? Trazei-me uma moeda para que eu a veja.' 16Eles levaram a moeda, e Jesus perguntou: 'De quem é a figura e a inscrição que está nessa moeda?' Eles responderam: 'É de César.' 17Então Jesus disse: 'Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.' E eles ficaram admirados com Jesus. Palavra da Salvação!

 

Leituras paralelas nos sinóticos: Mt 22,15-22; Lc 20,20-26

 

 

Comentando o Evangelho

Uma insídia astuciosa

 

As hostilidades contra Jesus uniu os seus adversários. Os enviados para armar-lhe ciladas são partidários da facção farisaica e do partido dos herodianos. Os fariseus eram bem conhecidos por seu apego às prescrições da Lei e por sua postura anti-romana. Embora resistissem aos opressores, de forma não violenta, recusavam-se, decididamente, a conformar-se com a dominação estrangeira. Por sua vez os herodianos estavam ligados à causa de Herodes cujos membros exerciam a autoridade em nome do imperador romano.

 

Os fariseus buscaram a ajuda dos herodianos por saberem que estes, embora indiferentes quanto às questões religiosas, tinham interesse em abafar os movimentos populares de caráter messiânico, para evitar problemas dom Roma. Por isso, fecharam os olhos às suas divergências ideológicas e optaram fazer um conluio com seus inimigos para garantir a eliminação de Jesus.

 

A questão dirigida ao Mestre – “É lícito ou não pagar o tributo a César?” – era de caráter eminentemente político. Respondendo sim, Jesus entraria no rol dos que se opunham à autoridade romana. Respondendo não, perderia a simpatia do povo, o qual, na certa, o consideraria um traidor, por reconhecer e justificar a opressão estrangeira.

 

Jesus deu-lhes uma resposta admirável: nada impede de dar a César o que lhe pertence, desde que o obsoluto de Deus seja respeitado. Deus é a medida de tudo! [Jaldemir Vitória, sj, O EVANGELHO DO DIA, Ano A, Paulinas, 1998]

 

 

Prece dos fiéis (Deus Conosco Dia a Dia)

 

Dai-nos, Senhor, a sabedoria de vosso Espírito, para que possamos sempre escolher o caminho que nos aproxima de vós. Ouvi-nos.

-Para que a Igreja, no tempo da Quaresma que se aproxima, nos ajude a viver com autenticidade nossa fé, e assim converter um pouco mais nossa vida, supliquemos ao bom Deus. Ó Deus, atendei-nos!

-Para que nossas Comunidades cristãs experimentem intensamente a reconciliação com Deus e com os irmãos, supliquemos ao bom Deus.

-Pelos que buscam reconciliar os desunidos, e assim reine a paz em nossas famílias e na sociedade, supliquemos ao bom Deus.

-Por todas as Mulheres, para que sejam filhas autênticas do Pai do céu, manifestem ao mundo a ternura divina e se santifiquem, supliquemos ao bom Deus.

 (Intenções próprias da comunidade)

 

Oração sobre as Oferendas:

Confiados, ó Deus, no vosso amor de Pai, acorremos ao altar com nossas oferendas; dai-nos, por vossa graça, ser purificados pela Eucaristia que celebramos. Por Cristo, nosso Senhor.

 

Antífona da comunhão:

Em verdade eu vos digo: o que pedirdes em oração crede que o recebereis, e vos será concedido, diz o Senhor. (Mc 11,23.24)

 

Oração Depois da Comunhão:

Ó Deus, governai pelo vosso Espírito aos que nutris com o Corpo e o Sangue do vosso Filho. Dai-nos proclamar nossa fé não somente em palavras, mas também na verdade de nossas ações, para que mereçamos entrar no reino dos céus. Por Cristo, nosso Senhor!  

 

 

 

São João de Deus

 

Aos 8 anos de idade fugiu de casa. Seu verdadeiro nome era João Ciudad, mas como ninguém sabia seu verdadeiro nome, passaram-no a chamar de João de Deus. Tornou-se pastor e aos 27 anos de idade entrou para o serviço militar, participando de muitas guerras, praticando vários saques e delitos durante as batalhas e acabou gastando todo o dinheiro que tinha. Aos 40 anos de idade começaram a surgir os primeiros sinais de remorso: desejava servir a Deus mas não sabia como. Uniu-se a uma família de nobres portugueses decadentes acompanhando-os na viagem para a África e ajudando-os no que podia. Retornando à Europa abriu uma próspera loja de livros e quadros na Espanha, na cidade de Granada. Viveu uma vida pacata até ouvir a um sermão de são João D´Ávila. Ofereceu todos os seus bens aos pobres e passou a viver como um pedinte, o que fazia muitos crerem que ele tinha enlouquecido e acabou sendo internado em um sanatório sofrendo os terríveis tratamentos da época. Quando saiu do hospital passou a vender madeira para arrecadar dinheiro e dar alimento aos pobres. Auxiliado pelo arcebispo de Granada construiu uma casa para auxiliar os miseráveis e em pouco tempo passou a ajudar o povo mais e mais. Quando morreu, João de Deus tinha cumprido uma missão marcante: como um homem comum souber despertar a muitos para a vida da caridade, para a vida espiritual.

 

 

Dia Internacional da Mulher

 

Wikipédia

O Dia Internacional da Mulher, celebrado em a 8 de Março tem origem nas manifestações femininas por melhores condições de trabalho e direito de voto, no início do século XX, na Europa e nos Estados Unidos. A data foi adotada pelas Nações Unidas, em 1975, para lembrar tanto as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres como as discriminações e as violências a que muitas mulheres ainda estão sujeitas em todo o mundo. Desde então, a data também tem sido utilizada para fins meramente comerciais, perdendo-se parcialmente o significado original.

 

A ideia da existência de um dia internacional da mulher foi proposta na virada do século XX, no contexto da Segunda Revolução Industrial, quando ocorre a incorporação da mão de obra feminina em massa, na indústria. As condições de trabalho, frequentemente insalubres e perigosas, eram motivo de frequentes protestos por parte dos trabalhadores. As operárias em fábricas de vestuário e indústria têxtil foram protagonistas de um desses protestos contra as más condições de trabalho e os baixos salários, em 8 de Março de 1857, em Nova Iorque.

 

Muitos outros protestos ocorreram nos anos seguintes, destacando-se o de 1908, quando 15.000 mulheres marcharam sobre a cidade de Nova Iorque, exigindo a redução de horário, melhores salários e direito ao voto.

 

O primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado em 28 de Fevereiro de 1909 nos Estados Unidos da América, por iniciativa do Partido Socialista da América.

 

Em 1910, ocorreu a primeira conferência internacional de mulheres, em Copenhague, dirigida pela Internacional Socialista, quando foi aprovada proposta da socialista alemã Clara Zetkin, de instituição de um dia internacional da Mulher, embora nenhuma data tivesse sido especificada. No ano seguinte, o Dia Internacional da Mulher foi celebrado a 19 de Março, por mais de um milhão de pessoas, na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça.

 

Poucos dias depois, a 25 de Março de 1911, um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist mataria 146 trabalhadores - a maioria costureiras. O número elevado de mortes foi atribuído às más condições de segurança do edifício. Este foi considerado como o pior incêndio da história de Nova Iorque, até 11 de setembro de 2001. Para Eva Blay, é provável que a morte das trabalhadoras da Triangle se tenha incorporado ao imaginário coletivo como sendo o fato que deu origem ao Dia Internacional da Mulher.

 

Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher foram o estopim da Revolução russa de 1917. Em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro pelo calendário juliano), a greve das operárias da indústria têxtil contra a fome, contra o czar Nicolau II e contra a participação do país na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que resultaram na Revolução de Fevereiro. Leon Trotsky assim registrou o evento: “Em 23 de fevereiro (8 de março no calendário gregoriano) estavam planejadas ações revolucionárias. Pela manhã, a despeito das diretivas, as operárias têxteis deixaram o trabalho de várias fábricas e enviaram delegadas para solicitarem sustentação da greve. Todas saíram às ruas e a greve foi de massas. Mas não imaginávamos que este ‘dia das mulheres’ viria a inaugurar a revolução”.

 

Após a Revolução de Outubro, a feminista bolchevique Alexandra Kollontai persuadiu Lenin para torná-lo num dia oficial que, durante o período soviético permaneceu numa celebração da "heróica mulher trabalhadora". No entanto, o feriado rapidamente perderia a vertente política e tornar-se-ia numa ocasião em que os homens manifestavam a simpatia ou amor pelas mulheres da vida —; uma mistura das festas ocidentais do Dia das Mães e do Dia dos Namorados, com ofertas de prendas e flores dos homens às mulheres. O dia permanece como feriado oficial na Rússia, bem como na Bielorrússia, Macedônia, Moldávia e Ucrânia).

 

Quando a Tchecoslováquia integrava o Bloco Soviético (1948 - 1989), esta celebração foi apoiada pelo Partido Comunista da Tchecoslováquia, e foi gradualmente transformando-se em paródia. O MDŽ (Mezinárodní den žen, "Dia Internacional da Mulher" em checo) era então usado como instrumento de propaganda do partido, que esperava assim convencer as mulheres de que considerava as necessidades ao formular políticas sociais. Durante as últimas décadas, o MDŽ acabou por se tornar uma paródia de si próprio. A cada dia 8 de março, as mulheres ganhavam uma flor ou um presentinho do chefe. Assim, o propósito original da celebração perdeu-se completamente. A celebração ritualística do partido no Dia Internacional da Mulher tornou-se estereotipada e era mesmo ridicularizada pelo cinema e pela televisão, na antiga Checoslováquia. Após o colapso da União Soviética, o MDŽ foi rapidamente abandonado como mais um símbolo ridicularizado do antigo regime.

 

No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920, mas esmoreceu, sendo revitalizado pelo movimento feminista da década de 1960. 1975 foi designado como o Ano Internacional da Mulher.

 

Fim da primeira parte do Tempo Comum. A segunda parte desse tempo litúrgico acontecerá a partir do dia 13 de junho de 2011. Amanhã, quarta-feira de cinzas, será iniciado o tempo da Quaresma, de 09/03 a 21/04/2011, seguindo-se o tempo da Páscoa, o ápice das celebrações litúrgicas da Igreja Católica Apostólica Romana, que acontecerá no período de 24/04 a 11/06/2011, véspera de Pentecoste (12/06/2011).

 

Tempo da Quaresma

Dom José Alberto Moura, CSS, Arcebispo de Montes Claros-MG

 

O cuidado com a vida nos remete ao projeto de Deus, sua fonte. Ele é o grande solidário com a causa de nossa realização humana. Não foi à toa que resolveu nos ensinar, de modo humano, a valorizar e descobrir o divino em nós e sua ação humana no trato com todo tipo de vida. A Quaresma é uma oportunidade de grande graça para revermos nossa caminhada existencial à luz do Filho. Ele nos leva ao endereçamento da caminhada terrestre de sentido. É verdadeira vocação para construirmos todo o processo de comunhão com Ele, entre nós e a natureza.

 

Fazemos penitência, oração, escutamos, seguimos e ensinamos a Palavra de Deus, somos caridosos, promovemos a justiça, reconhecemos e pedimos perdão dos erros e pecados. Tudo é realizado justamente para nos prepararmos mais intensamente para a realização da Páscoa em nós, com a vida nova indicada por Cristo ressuscitado. Não é tempo de tristeza e sim de ponderação e revisão da caminhada. Assim nos imbuímos da alegria de experimentar dentro de nós e na convivência fraterna, a certeza de que nosso esforço para a realização do projeto de Deus vale a pena. Superamos o medo, as tentações, a fixação na prisão do egoísmo e do materialismo. Somos capazes de olhar para a finalidade da vida com os critérios de Cristo.

 

Neste tempo privilegiado de conversão somos ajudados pela Campanha da Fraternidade. Ela nos ajuda à prática da fé comprometida com o planeta terra, que Deus nos deu para cuidarmos. O tema “Fraternidade e a Vida no Planeta” nos apresenta o desafio de cuidarmos de nossa casa comum. Desleixá-la, agredi-la e arruiná-la é nossa derrota. Fazê-la habitável com respeito é benefício para todos; é prolongarmos nossa vida e sermos gratos ao Criador. Somente mereceremos a vida eterna feliz se vivermos realmente como imagens e semelhanças de Deus. Assim como Ele cuida de tudo, também faremos nossa parte cuidando da terra. O lema “A criação geme em dores de parto” (Rm 8,22) mostra a realidade sofrida da natureza agredida de modo irresponsável pelo ser humano. Precisamos reverter isso. As intempéries da natureza estão nos mostrando nossa agressão à mesma. Precisamos criar uma consciência ecológica de respeito à natureza como dom de Deus. É verdade que a mãe terra nos alimenta. Alguns são gananciosos e exploram a mãe, em detrimento de grandes parcelas que morrem a míngua. O uso da terra e tudo o que ela contém deve ser regulado pela consciência do amor de todos por ela. Sem o amor a Deus nos tornamos altamente egoístas e desrespeitosos para com a natureza.

 

As cartilhas ou livrinhos da Campanha da Fraternidade, espalhados por todo o Brasil, ajudam-nos a realizá-la com mais proveito, preparando-nos espiritual e comunitariamente para a celebração da Páscoa. Damos o sentido adequado para termos e levarmos a vida nova para todos. A mudança de mentalidade, advinda com a ressurreição de Jesus, nos impulsiona a tratarmos nosso planeta com dedicação e verdadeiro amor. Superamos o pecado, que é uma agressão moral a Deus, ao semelhante e à natureza. Com Cristo superamos todo tipo de tentação e pecado (Cf. Mateus 4,1-11). Vivemos na alegria do amor. Obedecemos ao Senhor e executamos melhor seu projeto. Ele nos mandou dominar à sua semelhança, ou seja, cuidar da terra. [CNBB]

 

Aconteceu no dia 8 de março:

1975: Primeiro Dia Internacional da Mulher

 

 

A vida é um dom, por isso, viva! (Papa João XXIII)