Terça-feira, 4 de outubro de 2011

São Francisco de Assis, Religioso, Memória, 3ª do Saltério (Livro III), Cor Litúrgica Branca

 

 

Hoje: Dia da Ecologia, dia das Aves e dos Animais, dia Universal da Anistia, Dia do Bartender

 

Santos: Francisco de Assis (1226. diácono, fundador de três ordens franciscanas), Amônio, Petrônio, Donina e suas duas filhas (302, mártires voluntárias), Amônio (Séc. IV, Alexandria), Petrônio (460, Itália), Áurea (666, França).

 

Antífona: Francisco de Assis, homem de Deus, deixou sua casa e sua herança e se fez pobre e desvalido. O Senhor, porém, o acolheu com amor.

 

Oração: Ó Deus eterno e todo-poderoso, que nos concedei, no vosso imenso amor de Pai, mais do que merecemos e pedimos, derramai sobre nós a vossa misericórdia, perdoando o que nos pesa na consciência e dando-nos mais do que ousamos pedir. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

 

 

Leitura: Jonas (Jn 3, 1-10)
Cada um deve afastar-se do mau caminho

 

1A palavra do Senhor foi dirigida a Jonas, pela segunda vez: 2“Levanta-te e põe-te a caminho da grande cidade de Nínive e anuncia-lhe a mensagem que eu te vou confiar”. 3Jonas pôs-se a caminho de Nínive, conforme a ordem do Senhor. Ora, Nínive era uma cidade muito grande; eram necessários três dias para ser atravessada. 4Jonas entrou na cidade, percorrendo o caminho de um dia; pregava ao povo, dizendo: “Ainda quarenta dias, e Nínive será destruída”. 5Os ninivitas acreditaram em Deus; aceitaram fazer jejum, e vestiram sacos, desde o superior ao inferior. 6A pregação chegara aos ouvidos do rei de Nínive; ele levantou-se do trono e pôs de lado o manto real, vestiu-se de saco e sentou-se em cima de cinza. 7Em seguida, fez proclamar, em Nínive, como decreto do rei e dos príncipes: “Homens e animais bovinos e ovinos não provarão nada! Não comerão e não beberão água. 8Homens e animais se cobrirão de sacos, e os homens rezarão a Deus com força; cada um deve afastar-se do mau caminho e de suas práticas perversas. 9Deus talvez volte atrás, para perdoar-nos e aplacar sua ira, e assim não venhamos a perecer”. 10Vendo Deus as suas obras de conversão e que os ninivitas se afastavam do mau caminho, compadeceu-se e suspendeu o mal, que tinha ameaçado fazer-lhes, e não o fez. Palavra do Senhor!

 

 

Comentário

Vendo Deus que os ninivitas se afastavam

 

A conversão é um fato revolucionário. Modifica de contínuo os limites desorientado. O espírito do evangelho é de “não julgar”; mas vacilamos de nossos irmãos, como se fosse a primeira vez. Pouca confiança temos em seus recursos. É tão mais cômodo seguir em qualquer circunstância nossos preconceitos, forjados de antemão! Nosso olhar está tão habituado a uma visão rígida das situações e dos homens, que a misericórdia, em vez de ser considerada característica essencial de Deus, acaba por se reduzir, em nosso subconsciente, a uma espécie de “exceção”. É a coisa mais falsa que poderíamos pensar. [MISSAL COTIDIANO ©Paulus, 1997]

 

 

Salmo: 129 (130) 9,1-2.3-4ab.7-8
Se levardes em conta nossas faltas, quem haverá de subsistir?

 

Das profundezas eu clamo a vós, Senhor, escutai a minha voz! Vossos ouvidos estejam bem atentos ao clamor da minha prece!

 

Se levardes em conta nossas faltas, quem haverá de subsistir? Mas em vós se encontra o perdão, eu vos temo e em vós espero.

 

Espere Israel pelo Senhor mais que o vigia pela aurora! Pois no Senhor se encontra toda graça e copiosa redenção. Ele vem libertar a Israel de toda a sua culpa.

Evangelho: Lucas (Lc 10, 38-42)
Jesus em casa de marta e Maria

 

Naquele tempo, 38Jesus entrou num povoado, e certa mulher, de nome Marta, recebeu­-o em sua casa. 39Sua irmã, chamada Maria, sentou-se aos pés do Senhor, e escutava a sua palavra. 40Marta, porém, estava ocupada com muitos afazeres. Ela aproximou-se e disse: "Senhor, não te importas que minha irmã me deixe sozinha, com todo o serviço? Manda que ela me venha ajudar!" 41O Senhor, porém, lhe respondeu: "Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada por muitas coisas. 42Porém, uma só coisa é necessária. Maria escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada". Palavra da Salvação!

 

Comentário o Evangelho

Quem agiu corretamente?

A experiência de acolhida e hospitalidade na casa de uma família amiga é um alívio para Jesus, depois dos tristes episódios de rejeição, na sua longa marcha para Jerusalém. Afinal, a cena evangélica torna-se uma ilustração viva das diferentes maneiras de acolher Jesus. Marta e Maria expressam duas formas de acolhimento: por um lado, o serviço generoso; por outro, a escuta atenta. Qual das duas atitudes apresenta-se como mais conveniente?


O texto evangélico recupera o papel da mulher, na comunidade cristã. Marta representa o tipo tradicional de mulher, ocupada nas lides domésticas. A atitude de Maria tem um quê de novidade: ela assume a condição de discípula, que se coloca aos pés do Mestre para escutá-lo e, posteriormente, torna-se apóstola do Evangelho. Evangelicamente, só tem sentido escutar a Palavra, se fôr para colocá-la em prática. Esta é a situação de Maria. Sua escuta não é mero passatempo, nem puro gesto de deferência a Jesus.


A atitude de Maria corresponde a um avanço em relação àquela de Marta. A mulher cristã pode também tornar-se apóstola, superando o simples âmbito doméstico de sua ação. O único pré-requisito é estar em profunda comunhão com o Mestre, compreender o sentido de suas palavras e esforçar-se para testemunhá-las com a vida.
[O EVANGELHO DO DIA. Jaldemir Vitório. ©Paulinas, 1998]

 

 

 

Oração da assembleia (Liturgia Diária)

Pelo papa, bispos, sacerdotes, diáconos e agentes de pastoral, rezemos. Escutai, Senhor, a nossa prece.

Pelas nossas grandes cidades, que enfrentam muitos problemas, rezemos.

Pelos que nos dão exemplo de perseverança.

Pelos agricultores que produzem alimentos para o povo brasileiro, rezemos.

Pelos que não ouvem nem praticam a palavra de Jesus, rezemos.

Pelos que dedicam à defesa da natureza, rezemos.

(outras intenções)

 

Oração sobre as Oferendas:

Ao apresentarmos, ó Deus, as nossas oferendas, preparai-nos para celebrar o mistério da cruz, que são Francisco abraçou com tanto amor. Por Cristo, nosso Senhor.

 

Antífona da comunhão:

Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o reino do céu.

 

Oração Depois da Comunhão:

Ó Deus, pela comunhão na vossa eucaristia, dai-nos imitar o amor de são Francisco e seu zelo apostólico para que, impregnados da vossa caridade, nos empenhemos na salvação de todos. Por Cristo, nosso Senhor.

 

São Francisco de Assis[1]

 

Nascido no coração da Itália, nos últimos vinte anos do século XII (fim de 1181 ou início de 1182), filho do rico proprietário e comerciante de tecidos Pedro de Bernardone e de Joana, chamada Pica, seu nome batismal - João - foi logo mudado para Francisco ("francês", nome já em uso, mas não muito difundido na Itália) pelo pai, ao voltar dos seus negócios na França. A mãe, muito piedosa, cuidou de sua primeira formação religiosa.

 

O Santo aprendeu a ler e escrever na escola paroquial de São Jorge, em Assis, e completou sua modesta cultura com elementos de cálculo, de poesia e música, adquirindo também uma escassa noção da língua francesa (provençal) bem como de contos e lendas de cavalaria. De gênio perspicaz e muito boa memória, Francisco adquirirá, mais tarde, uma discreta cultura religiosa, lendo e meditando. Filho de rica família burguesa, com um pai ambicioso, que pretendia alargar no exterior a área do seu comércio, o ambiente familiar de Francisco foi aquele típico da classe média da sociedade italiana da época, em escalada  civil  e  política, ávida  de um bem-estar e liberdade, até a conquista de título de nobreza para equiparar-se aos "maiores", que pairavam acima da massa dos pobres e "menores".

 

Francisco, largamente dotado de inteligência, ambicioso e ativo, no primeiro período de vinte e cinco anos de vida "no século" (1182-1250), tentou pessoalmente todas estas vias de subida e de glória mundana.

 

Associado, por volta dos 14 anos, ao trabalho paterno na artes dos mercadores (1196), exerceu com competência aquela arte, atento aos lucros, embora não fosse bom administrador destes. Com efeito, filho primogênito (com um só irmão menor, Ângelo), aclamado rei das festas e da juventude assisiense, gastava profusamente as riquezas paternas, vestindo roupas curiosas e vistosas, entretendo-se em noites de gala entre músicas e cantos. Tolerado com indulgência pelos pais naquelas despesas "principescas", era admirado especialmente pela mãe e pelos amigos por suas boas qualidades naturais e morais, nobreza de palavras e de trato, generosidade com os pobres e singular integridade dos costumes (2Cel,3).

 

Vivaz observador, bem como participante da conquista da liberdade cívica na luta contra o feudatário imperial de Spoleto (1198), tomou parte ativa, aos vinte anos, na guerra comunal de Assis contra Perúgia (1202) e caiu prisioneiro dos peruginos. Libertado após um ano de prisão e provado por longa doença, o mundo começou a parecer-lhe diferente e estranho. Mas depois de certo tempo, restabelecido da doença e atraído por novos sonhos de glória, decidiu ir até as Apúlias para a conquista do título de cavaleiro (1205). A viagem de Francisco foi, contudo, interrompida em Spoleto, a sua "estrada de Damasco", onde o Senhor o convidava, em sonho, a entrar na companhia de um senhor mais nobre (2Cel,5-6).

 

Voltando a Assis, com o presságio de "tornar-se um grande príncipe" (2Cel,6), afasta-se logo da companhia dos amigos, entretendo-se longamente em oração e lágrimas numa gruta solitária; depois de vencer sua extrema repugnância pela lepra, com um beijo num leproso, é atingido pela "iluminação" do Senhor na primeira aparição do Crucificado que lhe imprime no coração o amor e o pranto pela paixão (LM, I,5). Francisco aplica-se assiduamente ao serviço dos leprosos, multiplicando as esmolas aos pobres, aos sacerdotes e às igrejas pobres. Pouco depois, em oração na igrejinha de São Damião, a voz do Crucificado, convida-o a "reparar a sua Igreja, que está em ruínas" (LM,II,1).

 

Revestido de uma pobre túnica, assinalada por uma cruz, e proclamando-se o "arauto do grande rei", ele passa um biênio de vida penitente e eremítica, entregue à oração e a serviços humildes, por breve tempo também, num mosteiro beneditino. Depois, interpretando literalmente o convite do Crucificado, empenha-se na restauração material de três igrejas de Assis: São Damião, São Pedro della Spina e Santa Maria dos Anjos, chamada Porciúncula.

 

À espera de nova iluminação divina, que veio logo depois da última restauração, quando escutou o Evangelho do envio e da pobreza dos Apóstolos, na igreja da Porciúncula (cerca de 24 de fevereiro de 1208), Francisco pediu explicação ao sacerdote a respeito do referido Evangelho e, nele reconheceu com alegria a própria vocação e missão (Mt 10;Lc 9,10). Executando à letra aquelas disposições, vestiu-se de hábito minorítico: uma túnica em forma de cruz, um cordão branco, pés descalços e, certamente, com permissão do bispo, começou a pregar sobre paz e penitência, com grande fervor de espírito, na igreja de São Jorge (1 Cel, 23).

 

Seguiram-no o rico Bernardo de Quintavalle e o doutor em Direito, Pedro Cattani, aos quais se juntaram o jovem Egídio e mais oito companheiros (1208). Um ano depois, o grupo foi aprovado em seu modo de vida comunitária e apostólica pelo Papa Inocêncio (1209). Era a Primeira Ordem, a "Ordem dos Menores". Instituiu também a Segunda (Damas Pobres de São Damião ou Clarissas)e a Terceira Ordem.

 

Já doente, o próprio Santo, após o retorno do Oriente, providenciou para a Ordem a direção ativa de um vigário, na pessoa de frei Elias de Assis (1221-1227), e a Regra definitiva (1223). Encaminhava-se ao último período da sua vida, num crescendo de ascensões místicas e no desejo de mais íntima participação e conformidade com o Crucificado.

 

No verão de 1224, retirou-se para o monte Alverne, onde, entre prolongadas orações, meditações e jejuns, apareceu-lhe o próprio Cristo Crucificado, na figura de um Serafim alado e flamejante, que lhe imprimiu na carne os estigmas vivos da paixão: feridas abertas e sangrentas, com pregos de longas pontas dobradas (constituídas pela própria carne) nas mãos e nos pés, além da chaga no peito.

 

Descendo do monte Alverne, Francisco transcorreu seu último biênio de vida numa contínua paixão de doenças e dores, afligido por uma grave oftalmia contraída no Oriente. Entre o fim de 1224 e os primeiros dias de 1225, "certificado" pelo Senhor de sua morte próxima e do prêmio eterno, num ímpeto de exaltação mística pela obra da criação, ditou aos companheiros o "Cântico do irmão Sol e de todas as criaturas" (LP, 43-45).

 

Na Porciúncula, meditando a narração joanina da Paixão e celebrando com seus religiosos a lembrança da última ceia do Senhor, invocando a "irmã morte" e cantando o Salmo "Em voz alta ao Senhor eu imploro...Muitos justos virão rodear-me pelo bem que fizeste por mim" expirou na tarde de Sábado de 3 de outubro de 1226, com a idade de 44 anos.

 

Sobre a terra nua, apresentando seus estigmas, vistos então por centenas de frades e leigos, "parecia um verdadeiro crucificado deposto na cruz" (Frei Leão em Salimbene, 195; cf. 1Cel,112).

 

No dia seguinte, Domingo, pela manhã, com solene procissão do clero e povo, seu corpo foi levado à igrejinha de São Jorge, dentro dos muros da cidade, ficando aí guardado por cerca de quatro anos, onde também o Santo foi canonizado, em 16 de Julho de 1228.

 

O corpo foi transladado depois (25.05.1230) para a nova Basílica de São Francisco, erguida por vontade de Gregório IX e por mérito de frei Elias, sobre a colina do Paraíso.

 

Outubro: mês das missões - Discípulos Missionários: Ide e Anunciai!

Dom Jacyr Francisco Braido, CS, Bispo Diocesano de Santos - SP

 

Celebramos no Domingo dia 23 de outubro próximo, o 85º Dia Mundial das missões e da Obra Pontifícia da Infância Missionária. Para esta ocasião, o Papa Bento XVI enviou uma Mensagem, na qual recorda que, no jubileu do Ano 2000, "o Venerável Papa João Paulo II, no início de um novo milênio da era cristã, reiterou com força a necessidade de renovar o compromisso de levar a todos o anúncio do Evangelho, com o mesmo entusiasmo da primeira hora" (Novo Millennio Ineunte, 58). O Dia Mundial das missões reaviva em cada um o desejo e a alegria de "ir ao encontro da humanidade levando Cristo a todos" conclui Bento XVI.

 

Em nosso Continente, a igreja tem consciência clara da necessidade da Missão. O Documento de Aparecida assim inicia: "Com a luz do Senhor Ressuscitado e com a força do Espírito Santo, nós os bispos da América nos reunimos em Aparecida, Brasil, para celebrar a V Conferência do Episcopado Latino-Americano e do Caribe. Fizemos isto como pastores que querem seguir esti-mulando a ação evangelizadora da Igreja, chamada a fazer de todos os seus membros discípulos e missionários de Cristo, Caminho, Verdade e Vida, para que nossos povos tenham vida nEle" (DAp, 1).

 

"Esse despertar missionário, na forma de missão continental, procurará colocar a Igreja em estado permanente de missão. Levemos nossos navios mar a dentro, com o poderoso sopro do Espírito Santo, sem medo das tormentas, seguros de que a Providência de Deus nos proporcionará grandes surpresas. Recobremos o "fervor espiritual". Conservemos a doce e confortadora alegria de evangelizar, inclusive quando é necessário semear entre lágrimas. Recuperemos o valor e a audácia apostólicos" (DAp, 551-2).

 

E a Igreja no Brasil propõe nas "Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora 2011-2015" este Objetivo Geral: "Evangelizar, a partir de Jesus Cristo e na força do Espírito Santo, como Igreja Discípula, Missionária e Profética, alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia, à luz da profética opção preferencial pelos pobres, para que todos tenham vida, rumo ao Reino Definitivo".

 

Em nossa Diocese, as "DIRETRIZES GERAIS DA AÇÃO EVANGELIZADORA E PASTORAL NA DIOCESE DE SANTOS" nos convocam a "EVANGELIZAR, a partir do Encontro com Jesus Cristo, como discípulos missionários, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, promovendo a dignidade da pessoa, renovando a comunidade, participando da construção de uma sociedade justa e solidária, "para que todos tenham vida e a tenham em abundância" (Jo 10,10).

 

A Diocese de Santos, em missão permanente, estabeleceu o Ano Missionário 2010-2011, com oração própria e o lema: "Escuta, Segue e Anuncia". Pontos fortes deste ano missionário foram a Festa de Cristo Rei. Neste ano, por exemplo, a Festa de Cristo Rei será no dia 20 de novembro próximo, com o tema: "DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS DO BOM PASTOR", e o lema: "ANUNCI-AMOS SEU REINO DE PAZ, JUSTIÇA E FRATERNIDADE".

 

"O projeto de Jesus é instaurar o Reino de seu Pai, Por isso, pede a seus discípulos: Proclamem que está chegando o Reino dos Céus" (Mt 10,7). "Assumimos o compromisso de uma grande missão em todo o Continente, que de nós exigirá aprofundar e enriquecer todas as razões e motivações que permitam converter cada cristão em discípulo missionário. Necessitamos desenvolver a dimensão missionária da vida de Cristo. A Igreja necessita de forte comoção que a impeça de se instalar na comodidade, no estancamento e na indiferença... Necessitamos que cada comunidade cristã se transforme num poderoso centro de irradiação da vida em Cristo. Esperamos em um novo pentecostes que nos livre do cansaço, da acomodação ao ambiente; esperamos uma vinda do Espírito que renove nossa alegria e nossa esperança" (DAp, 362).

 

"Nós somos agora, na América Latina e no Caribe, seus discípulos e discípulas, chamados a navegar mar adentro para uma pesca abundante. Trata-se de sair de nossa  consciência isolada e nos lançarmos com ousadia e confiança, à missão de toda a Igreja" (DAp, 363).

 

"Fixamos o olhar em Maria e reconhecemos nela a imagem perfeita da discípula missionária. Ela nos exorta a fazer o que Jesus nos diz (cf. Jo 2,5). Junto com ela, queremos estar atentos uma vez mais à escuta do Mestre, e ao redor dela, voltarmos a receber com estremecimento o mandato missionário de seu Filho: "Vão e façam discípulos todos os povos" (Mt 28,19, in DAp, 364).

 

Nossa Senhora do Rosário interceda para que nossa Diocese se mantenha ativa na missão, em todas as Regiões Pastorais, Paróquias e Comunidades!

 

 

 

 

Um ser vale o que ele é nos olhos de Deus e nada mais. (S.Francisco de Assis)

 



[1]FRADES MENORES CONVENTUAIS. História e Vida: 1209-1995, p. 16-21