Sexta-feira, 25 de novembro de 2011

33ª Semana do Tempo Comum, Ano IMPAR, 1ª Semana do Saltério (Livro III) cor litúrgica verde

 

Hoje: Dia Internacional do Doador de Sangue, dia Internacional da Eliminação da Violência contra a Mulher e dia da Ação de Graças.

 

Santos: Alberto de Lovaina (bispo), Alexandre de Corinto (mártir), Bieuzy da Bretanha (mártir) , Colmano de Cloyne (bispo), Crescenciano de Roma (mártir), Crisógono de Aquiléia (mártir), Eanfleda de Whitby (viúva, monja), Felicíssimo de Perúgia (mártir), Firmina de Amelia (virgem, mártir), Flora e Maria (virgens e mártires), Inácio Delgado e Companheiros (mártires) , Leopardino de Vivaris (abade, mártir), Marino de Maurienne (monge, mártir), Mateus Alonso de Lenciñana e José Fernández de Ventosa (presbíteros, mártires), Porciano de Miranda (abade), Protásio de Milão (bispo), Romano de Le Mans (bispo), Bálsamo de Cava (abade, bem-aventurado), Conrado de Frisach (dominicano, bem-aventurado), Pedro Dumoulinborie (mártir, bem-aventurado), Maria Ana Sala (religiosa Marcelina, bem-aventurada)

 

Antífona: O Senhor fala de paz a seu povo e a seus amigos e a todos os que se voltam para ele. (Sl 84,9)

 

Oração: Levantai, ó Deus, o ânimo dos vossos filhos e filhas, para que, aproveitando melhor as vossas graças, obtenham de vossa paternal bondade mais poderosos auxílios. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

 

 

I Leitura: Daniel (Dn 7, 2-14)
Um reino que não se dissolverá

 

Eu, Daniel, 2tive uma visão durante a noite: eis que os quatro ventos do céu revolviam o vasto mar, 3e quatro grandes animais, diferentes uns dos outros, emergiam do mar. 4O primeiro era semelhante a um leão, e tinha asas de águia; ainda estava olhando, quando lhe foram arrancadas as asas; ele foi erguido da terra e posto de pé como um homem, e foi-lhe dado um coração de homem. 5Eis que surgiu outro animal, o segundo, semelhante a um urso, que estava erguido pela metade e tinha três costelas nas fauces entre os dentes; ouvia-se dizer: "Vamos, come mais carne".

 

6Continuei a olhar, e eis que assomou outro animal, semelhante a um leopardo; tinha no dorso quatro asas de ave, e havia no animal quatro cabeças. E foi-lhe dado poder. 7Depois, eu insistia em minha visão noturna, e eis que apareceu o quarto animal, terrível, estranho e extremamente forte; com suas dentuças de ferro, tudo devorava e triturava, calcando aos pés o que sobrava; era bem diferente dos outros animais que eu vi antes, e tinha dez chifres. 8Eu observava estes chifres, e eis que apontou entre eles outro chifre pequeno, e, em compensação, foram arrancados três dos primeiros chifres; e eis que neste chifre pequeno havia uns olhos como olhos de homem e uma boca que fazia ouvir uma fala muito forte.

 

9Eu continuava olhando até que foram colocados uns tronos, e um Ancião de muitos dias aí tomou lugar. Sua veste era branca como neve e os cabelos da cabeça, como lã pura; seu trono eram chamas de fogo, e as rodas do trono, como fogo em brasa. 10Derramava-se aí um rio de fogo que nascia diante dele; serviam-no milhares de milhares, e milhões de milhões assistiam-no ao trono; foi instalado o tribunal e os livros foram abertos.

 

11Eu estava olhando para o lado das palavras fortes que o mencionado chifre fazia ouvir, quando percebi que o animal tinha sido morto, e vi que seu corpo fora feito em pedaços e tinha sido entregue ao fogo para queimar; 12percebi também que aos restantes animais foi-lhes tirado o poder, sendo-lhes prolongada a vida por certo tempo. 13Continuei insistindo na visão noturna, e eis que, entre as nuvens do céu, vinha um como filho de homem, aproximando-se do Ancião de muitos dias, e foi conduzido à sua presença. 14Foram-lhe dados poder, glória e realeza, e todos os povos, nações e línguas o serviam: seu poder é um poder eterno que não lhe será tirado, e seu reino, um reino que não se dissolverá. Palavra do Senhor!

 

 

Comentando a 1ª leitura

Eis que, entre as nuvens do céu, vinha um como filho do homem

 

A expressão "filho do homem", tão familiar e frequente nos evangelhos (82vezes), é entendida por muitos como o mais belo modo de indicar a humanidade de Cristo. Faz alusão ao segredo da existência humana de Cristo e ao mistério de sua pessoa. Acontece, porém, que ele não se considera filho do homem em sentido pleno enquanto não tiver cumprido toda a obra que Deus lhe confiou: sofrer e ser crucificado (Mt 17,22; 26,2), depois sentar-se sobre as nuvens com podei; e julgar (Mt 24,30). O Filho do homem é, pois ao mesmo tempo, o Cristo vindo à terra para cumprir uma missão e o Cristo glorioso que julgará os povos. Este fato recorda à humanidade sofredora que ela será glorificada. O Filho do homem receberá "poder, glória, reino" sobre "todos os povos, nações, línguas", 'reino que nunca será destruído". [MISSAL COTIDIANO, ©Paulus, 1997]

 

 

 

Cântico: Dn 3, 75.76.77.78.79.80.81 (R/.59b)

Louvai-o e exaltai-o, pelos séculos sem fim!

 

Montes e colinas, bendizei o Senhor! Plantas da terra, bendizei o Senhor! Mares e rios, bendizei o Senhor!

 

Fontes e nascentes, bendizei o Senhor! Baleias e peixes, bendizei o Senhor!

 

Pássaros do céu, bendizei o Senhor! Feras e rebanhos, bendizei o Senhor!

 

Evangelho: Lucas (Lc 21, 29-33)

Jesus aponta sinais indicativos de iminência do reino de Deus

 

Naquele tempo, 29Jesus contou-lhes uma parábola: "Olhai a figueira e todas as árvores. 30Quando vedes que elas estão dando brotos, logo sabeis que o verão está perto. 31Vós também, quando virdes acontecer essas coisas, ficai sabendo que o reino de Deus está perto. 32Em verdade, eu vos digo: tudo isso vai acontecer antes que passe esta geração. 33O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar". Palavra da Salvação!

 

Leituras paralelas: Mt 24, 32-35; Mc 13, 28-32

 

 

Comentário o Evangelho

A lição da figueira


Os cristãos são admoestados a se manterem em contínuo estado de vigilância em relação à história, uma vez que ela está sendo fermentada pelas realidades escatológicas. Urge, pois, perceber como nela se manifestam os sinais do fim.


A mensagem de Jesus nada tem a ver com os apocalipses da época, reservados a um grupo restrito de iniciados. Jesus ensina publicamente, sem a preocupação de selecionar seus ouvintes. Embora só os discípulos o compreendam, sua doutrina deve ser anunciada a todos os povos. Basta abrir-se para ele, para entender o conteúdo de seus ensinamentos.


A figueira e as demais árvores foram empregadas para ilustrar a parábola da escatologia. Vendo-as frutificar, é possível afirmar, sem perigo de engano, que o verão se aproxima. Igualmente, pode-se declarar que algo de novo estará acontecendo na história, quando a morte ceder lugar à vida, a escravidão abrir espaço para a liberdade, a injustiça for sobrepujada pela justiça, o ódio e a inimizade forem vencidos pelo amor e pela reconciliação.


Este germinar de esperança é um sinal evidente da presença do Filho do Homem, fazendo a escatologia acontecer. Chegará um tempo de plenitude. Este, porém, está sendo preparado pela aproximação paulatina daquilo que todos esperamos. [O EVANGELHO DO DIA. Jaldemir Vitório. ©Paulinas, 1998]

 

 

Oração da Assembleia (Liturgia Diária)

·       Protegei, Senhor, o papa, os bispos, padres e diáconos. Ouvi, Senhor, a nossa súplica.

·       Conduzi a Igreja no caminho do evangelho.

·       Subjugai os poderes injustos e corruptos do mundo.

·       Inspirai aos comunicadores palavras de vida e verdade.

·       Abri as portas do reino aos nossos falecidos.

·       (outras intenções)

 

Oração sobre as Oferendas:

Acolhei, ó Deus, estes dons que nos mandastes consagrar em vossa honra e, para que eles nos tornem agradáveis aos vossos olhos, dai-nos guardar sempre os vossos mandamentos. Por Cristo, nosso Senhor.

 

Antífona da comunhão:

Cantai louvores ao Senhor, todos as gentes; povos todos, festejai-o! Pois comprovado é seu amor para conosco, para sempre ele é fiel. (Sl 116, 1-2)

 

Oração Depois da Comunhão:

Fazei, ó Deus todo-poderoso, que nunca nos separemos de vós, pois nos concedeis a alegria de participar da vossa vida. Por Cristo, nosso Senhor.

 

Para Sua Reflexão:

A parábola da figueira refere-se em geral à proximidade do reinado de Deus. No contexto presente, parece visar à queda de Jerusalém; outros pensam que se refere à parusia, e nesse caso se falaria do reinado definitivo de Deus: “depois virá o fim, quando entregar o reino a Deus Pai” (cf 1Cor 15, 24-28). A parábola, em sua qualidade de imagem, é aplicável a diversas situações. O último versículo, em estilo aforístico, garante tudo o que foi anunciado até aqui (Cf. Is 55,11; Sl 102, 26s). [Bíblia do Peregrino, Paulus]

 

 

Santa Catarina de Alexandria

 

 

 

Pedro Bargelline, no livro “Mille Santi Del Giorno” diz: “entre as santas que levam o nome de Catarina, a mais conhecida na literatura é Catarina de Sena; a mais célebre na história da espiritualidade é Catarina de Gênova; porém, a mais venerada universalmente, tanto pelo Ocidente quanto pelo Oriente é Santa Catarina de Alexandria”.

 

Nascida em Alexandria no Egito, foi virgem ilustre e não somente por nobreza de nascimento, formosura, riqueza, mas também por um grau de ciência incomum. Era filha do Rei Costus do Egito. Um dia sua mãe apresentou-a a um eremita. Vendo ele a graça e a inteligência de Catarina resolveu ensinar a ela tudo sobre a vida cristã. Assim ela renunciou as riquezas e a vida de conforto que vivia e resolveu oferecer-se a Cristo e gastar sua fortuna ajudando aos pobres e necessitados. Sua mãe sempre esteve do seu lado, apoiando e incentivando a que ela prosseguisse na sua vida devotada a Cristo.

 

Durante toda sua vida dedicou-se com especial zelo à prática da virtude e da virgindade. Fiel a Cristo, amou-O como verdadeiro esposo. Soube por isso resistir ao afago e a brutalidade do imperador Maxentius que, tendo ido à Alexandria exigia que também ela oferecesse sacrifícios aos deuses.

 

Narra-se que apenas com 18 anos ela animava os cristãos e assim falou ao imperador:

 

“Por que queres perder esta multidão com o culto aos deuses? Aprende a conhecer a Deus, criador do mundo e ao seu único filho Jesus Cristo, que com a cruz livrou a humanidade do inferno.”

 

O imperador, impressionado pela coragem e formosura de Catarina convocou retóricos e filósofos para fazer mudar as ideias da jovem, mas aconteceu o contrário: a eloquência da Santa convenceu de erros os próprios filósofos que se converteram ao cristianismo.

 

Derrotado em seus intentos o Imperador vingou-se, decretando a prisão de Catarina e, conta-se, durante o período em que permaneceu encarcerada foi nutrida milagrosamente por uma pomba e visitada por Jesus e pelos Anjos.


O imperador ordenou então que a jovem fosse dilacerada por uma roda munida de lâminas cortantes e ferros pontiagudos. Esta roda, porém, ao contato com o corpo da santa, despedaçou-se tendo seus pedaços atingido e esmagado alguns pagãos, ficando a virgem preservada do suplício. Após várias torturas, Catarina foi enfim decapitada.

 

A história diz que o corpo da Santa foi levado pelos anjos ao Monte Sinai onde, de fato, já antes do ano 1000 foi construído um famoso mosteiro. Neste mosteiro os monges acumularam uma rica biblioteca contendo preciosos códigos entre os quais, no século passado, foi encontrado um código do século IV escrito em grego contendo o antigo e novo testamentos, e que passou à história com o nome de Código Sinaítico, conservado no Museu de Londres.

 

Uma parte das relíquias da Santa foi levada por volta do ano 1000 a um convento Beneditino na França e se tornaram famosas pelo alto poder taumatúrgico.

 

As fontes literárias que documentam a vida e o culto da Santa estão na língua grega e remontam o século VI.

 

Sabe-se ainda por outra fonte que os anjos transladaram seus restos mortais, logo após seu martírio, para um sepulcro no monte onde Moisés tinha recebido as tábuas da Lei e onde atualmente se localiza o famoso mosteiro de Santa Catarina. Erguido no tempo do imperador Justiniano. Talvez, para preservá-las dos invasores árabes é que alguns séculos depois da morte algumas importantes relíquias da santa foram levadas para Mosteiro do Sinai. Com efeito, a primitiva denominação do Mosteiro era outra e o esquife da mártir não se encontra debaixo do altar-mor e no meio da Igreja mas no coro, à direita.

 

Outras fontes ainda revelam que durante 200 anos depois de sua morte, o seu corpo intacto foi escondido pelos cristãos até o dia em que o imperador Justiniano edificou um enorme mosteiro na Montanha do Sinai, no Egito onde o colocou. Isto ocorreu no ano 307 depois de Cristo.

 

Em louvor à Santa Catarina foram erguidos numerosos templos em toda a Europa; Literatura e arte andaram à porfia em celebrar os louvores e imortalizar a figura da Santa, símbolo de rara pureza, de singular beleza, de preclaro saber e de graça.

http://www.ecclesia.com.br/sinaxe/catarina_alexandria.htm (site católico ortodoxo)

 

 

Tempo de Advento

Dom Canísio Klaus, Bispo de Santa Cruz do Sul - RS

 

No próximo domingo, dia 27 de novembro começamos a vivenciar o tempo litúrgico do advento, que é tempo de esperança, confiança e conversão. É o tempo que aponta para as três vindas de Cristo: a do passado, sua vinda histórica; – a do presente: Cristo atuante no povo que celebra a eucaristia e pratica a caridade; – a do futuro: Cristo aparecendo em sua glória. É o mesmo acontecimento: ontem histórico e visível; hoje sacramento e realidade oculta; amanhã manifestação gloriosa.

 

O advento nos chama a levantar a cabeça, a olhar para o horizonte, enxugar as lágrimas e a viver a novidade que virá, e que nos convida a partilhar o pão e o coração, a superar o ódio e a vingança, a não querer destruir o difícil e o diferente, o louco, o pobre e o importuno. A vinda de Cristo vem no inesperado, no empobrecido e no evitado, em quem Deus faz sua morada.

 

Para que a vinda de Cristo não nos surpreenda, a exemplo do que aconteceu com as jovens imprudentes da parábola de Jesus (Mt 25,1-13) precisamos colocar azeite em nossas lâmpadas. Esperar com alegria e discernimento, vigilância e cuidado, lendo os sinais dos tempos, percebendo os vestígios de esperança que tornam a vida mais humana. Revestir-nos da atitude de espera e não de entorpecimento; espera criativa e amorosa, que aplaina os caminhos, superando a injustiça, a impostura e a corrupção que fabricam o desalento e deixam o povo sem perspectiva.

 

O Advento nos convida à conversão e a mudar a nossa maneira de pensar, agir e sentir, preparando-nos para celebrar o Natal com coerência, acolhendo o Deus feito homem, a luz que veio a esse mundo e que muitos não quiseram receber. Precisamos colocar-nos a caminho em ação, pois Cristo virá somente para aqueles que lhe prepararam um tempo e um lugar em suas casas, na comunidade e na sociedade.

 

Os caminhos de conversão que temos a apontar para o período do Advento são os grupos de oração, as celebrações da palavra, da penitência e da eucaristia, os gestos de partilha com os mais necessitados e a generosidade com a coleta da evangelização. Não deixemos que os enfeites sem conteúdo, e que só levam ao consumo, nos levem a ignorar os marginalizados da sociedade, que foram os primeiros a quem foi anunciada a boa notícia da entrada de Jesus na história da humanidade.

 

A todos desejo um tempo de Advento de muita graça e bênção. Que os caminhos e as ações que vamos trilhar e realizar nos levem verdadeiramente ao Natal do Senhor.

 

Quem se prepara bem celebra bem. Abençoado Advento a todos! [Fonte: CNBB]

 

 

                             Ideias para viver o Advento

Teresa Fernández (ACI DIGITAL)

 

Durante o tempo de Advento é possível escolher alguma das opções que apresentamos a seguir para viver cada dia do Advento e chegar ao Natal com um coração cheio de amor pelo menino Deus.

 

Presépio e palhas:

 

Nesta atividade vai ser preparado um presépio para o Menino Deus o dia de seu nascimento. O presépio será elaborado de palha para que ao nascer o menino Deus não tenha frio e a palha lhe dê o calor que necessita. Com as obras boas de cada uma das crianças, vai preparando o presépio. Por cada boa obra que façam as crianças, fica uma palhinha no presépio até o dia do nascimento de Cristo.

 

Vitral do Nascimento:

 

Em algum desenho em que se represente o Nascimento as crianças poderão colorir algumas partes deste cada vez que façam uma obra boa para ir completando-o para o Natal.

 

Calendário Tradicional de Advento:

 

Nesta atividade as crianças eles façam mesmos um calendário de Advento aonde marquem os dias do Advento e escrevam seus próprios propósitos a cumprir. Podem desenhar na cartolina o dia de Natal com a cena do nascimento de Jesus. As crianças todos os dias revisarão os propósitos para ir preparando seu coração para o Natal. Este calendário poderão levar para a Igreja no dia de Natal se assim o desejarem.

 

Sugerem-se os seguintes propósitos:

 

1. Ajudarei em casa naquilo que mais me custe trabalho.

2. Rezarei em família pela paz do mundo.

3. Oferecerei meu dia pelas crianças que não têm papais, nem uma casa onde viver.

4. Obedecerei a meus papais e professores com alegria.

5. Compartilharei meu almoço com um sorriso a quem lhe faça falta.

6. Hoje cumprirei com toda minha tarefa sem me queixar.

7. Ajudarei a meus irmãos em algo que necessitem.

8. Oferecerei um sacrifício pelos sacerdotes.

9. Rezarei pelo Papa.

10. Darei graças a Deus por tudo o que me deu.

11. Farei um sacrifício.

12. Lerei alguma passagem do Evangelho.

13. Oferecerei uma comunhão espiritual a Jesus pelos que não o amam.

14. Darei um brinquedo ou uma roupa a uma criança que não tenha.

15. Não comerei entre refeições.

16. Em vez de ver televisão ajudarei a minha mamãe no que necessite.

17. Imitarei Jesus em seu perdão quando alguém me incomode.

18. Pedirei pelos que têm fome e não comerei doces.

19. Rezarei uma Ave Maria para demonstrar à Virgem quanto a amo.

20. Hoje não brigarei com meus irmãos.

21. Cumprimentarei com carinho a toda pessoa que me encontre.

22. Hoje pedirei à Santíssima Virgem por meu país.

23. Lerei o nascimento de Jesus no Evangelho de São Lucas 2, 1-20.

24. Abrirei meu coração a Jesus para que nasça nele.

 

4. Os que esperavam a Cristo:

 

Nesta atividade se trata de conseguir fazer uma lista com 24 ou 28 nomes (dependendo do número de dias do Advento) de personagens do Antigo e do Novo Testamento que esperavam a vinda do Messias. Buscarão na Bíblia, desenharão os personagens e recortarão. Atrás, lhes colocarão o nome de quem é e o que disse ou fez este personagem. Pode-se utilizar como jogo.

 

Alguns personagens que se podem incluir:

 

·    Abraão: Deus disse a Abraão que sua descendência ia ser numerosa como as estrela do céu e os grãos de areia do mar, e assim foi.

·    David: Deus disse ao rei David que o Messias ia ser de sua família.

·    Isaías: Deus disse ao profeta Isaías que o Messias ia nascer da Virgem.

·    Jeremias: Deus disse ao profeta Jeremias que quando nascesse o Messias, Ele ia dar aos homens um coração novo para conhecê-lo e amá-lo muito.

·    Ezequiel: Deus disse ao profeta Ezequiel que o Messias ia ressuscitar.

·    Miquéias: Deus disse ao profeta Miquéias em Belém ia nascer seu Filho.

·    Oséias: Deus disse ao profeta Oséias que do Egito ia chamar a seu Filho.

·    Zacarias: Deus disse ao profeta Zacarias que seu filho ia entrar em Jerusalém montado em um burro.

·    Homens Sábios ou Reis Magos: esperavam a vinda do Salvador dos homens.

·    Os pastores: Foram avisados por um anjo do grande acontecimento.

 

 

A felicidade não se pode comprar; o amor somente se recebe de graça. (Hl Bosmans)