Segunda-feira, 25 de abril de 2011

Oitava da Páscoa, 1ª Semana do Saltério (Livro II),  cor  litúrgica Branca

 

Hoje: Dia do Contabilista

 

Santo: Pedro de Verona (mártir), Vilfrido o Moço (bispo), Hugo de Cluny (abade), Roberto de Molesmes (abade), José Cottolengo, Antônia, Catarina de Sena.

 

Antífona: O Senhor vos introduziu a terra onde corre leite e mel; que sua lei esteja sempre em vossos lábios, aleluia! (Ex. 13,5.9)

 

Oração: Ó Deus, que fazeis crescer a vossa Igreja, dando-lhe sempre novos filhos e filhas, concedei que por toda a sua vida estes vossos servos e servas sejam fiéis ao sacramento do batismo que receberam, professando a fé. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo

 

 

Leitura: Atos (At 2, 14.22-32)
O plano salvífico de Deus está completo

 

No dia de pentecostes, 14Pedro, de pé, junto com os onze apóstolos, levantou a voz e falou à multidão: 22"Homens de Israel, escutai estas palavras: Jesus de Nazaré foi um homem aprovado por Deus, junto de vós, pelos milagres, prodígios e sinais que Deus realizou, por meio dele, entre vós. Tudo isto vós bem o sabeis. 23Deus, em seu desígnio e previsão, determinou que Jesus fosse entregue pelas mãos dos ímpios, e vós o matastes, pregando-o numa cruz. 24Mas Deus ressuscitou a Jesus, libertando-o das angústias da morte, porque não era possível que ela o dominasse. 25Pois Davi dele diz: 'Eu via sempre o Senhor diante de mim, pois está à minha direita para eu não vacilar. 26Alegrou-se por isso meu coração e exultou minha língua e até minha carne repousará na esperança. 27Porque não deixarás minha alma ria região dos mortos nem permitirás que teu santo experimente corrupção. 28Deste-me a conhecer os caminhos da vida e a tua presença me encherá de alegria.

 

29Irmãos, seja-me permitido dizer com franqueza que o patriarca Davi morreu e foi sepultado e seu sepulcro está entre nós até hoje. 30Mas, sendo profeta, sabia que Deus lhe jurara solenemente que um de seus descendentes ocuparia o trono. 31É, portanto, a ressurreição de Cristo que previu e anunciou com as palavras: 'Ele não foi abandonado na região dos mortos e sua carne não conheceu a corrupção'. 32Com efeito, Deus ressuscitou este mesmo Jesus e disto todos nós somos testemunhas".  Palavra do Senhor!

 

Comentando a Leitura

Disto todos nós somos testemunhos

 

Por que o Pentecostes? Porque Cristo ressuscitou! O homem Jesus que todos viram e conheceram, sua vida miraculosa e sua morte ignominiosa, não foram tragadas pela história. A morte e ressurreição de Jesus é o acontecimento definitivo que completou os tempos. Para o homem a salvação é a proposta de Deus no Senhor ressuscitado. Não há que procurar em outra parte, nem que esperar do futuro. O Cristo ressuscitado é a salvação do homem. Na origem da Igreja está, pois, a experiência do Ressuscitado. Sem ressurreição, os discípulos  teriam sido absorvidos pelas vicissitudes da vida, fechando às pessoas o parêntese do convívio com o rabi de Nazaré. Sem ressurreição, nada teriam os apóstolos para anunciar. O apóstolo define-se como testemunha da ressurreição. [Extraído do MISSAL COTIDIANO, ©Paulus, 1997]

 

Salmo: 15(16), 1-2a e 5.7-8.9-10.11  (R/.1)
Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio!

 

Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio! Digo ao Senhor: somente vós sois meu Senhor. Ó Senhor, sois minha herança e minha taça, meu destino está seguro em vossas mãos!

 

Eu bendigo o Senhor, que me aconselha, e até de noite me adverte o coração. Tenho sempre o Senhor ante meus olhos, pois se o tenho a meu lado não vacilo.

Eis por que meu coração esta' em festa, minha alma rejubila de alegria, e até meu corpo no repouso está tranqüilo; pois não haveis de me deixar entregue à morte, nem vosso amigo conhecer a corrupção.

 

Vós me ensinais vosso caminho para a vida; junto a vós, felicidade sem limites, delícia eterna e alegria ao vosso lado!

 

Evangelho: Mateus (Mt 28, 8-15)
Ressurreição de Jesus

 

Naquele tempo, 8as mulheres partiram depressa do sepulcro. Estavam com medo, mas correram com grande alegria, para dar a notícia aos discípulos. 9De repente, Jesus foi ao encontro delas, e disse: "Alegrai-vos!" As mulheres aproximaram-se, e prostraram-se diante de Jesus, abraçando seus pés. 10Então Jesus disse a elas: "Não tenhais medo. Ide anunciar aos meus irmãos que se dirijam para a Galiléia. Lá eles me verão". 11Quando as mulheres partiram, alguns guardas do túmulo foram à cidade, e comunicaram aos sumos sacerdotes tudo o que havia acontecido. 12Os sumos sacerdotes reuniram-se com os anciãos, e deram uma grande soma de dinheiro aos soldados, 13dizendo-lhes: "Dizei que os discípulos dele foram durante a noite e roubaram o corpo, enquanto vós dormíeis. 14Se o governador ficar sabendo disso, nós o convenceremos. Não vos preocupeis". 15Os soldados pegaram o dinheiro, e agiram de acordo com as instruções recebidas. E assim, o boato espalhou-se entre os judeus, até o dia de hoje. Palavra da Salvação!

 

Leituras paralelas: Mc 16, 1-8; Lc 24, 1-12 e Jo 20, 1-18

 

 

Comentando o Evangelho

Uma falsa explicação

 

Os judeus adeptos da sinagoga divulgaram falsas explicações a respeito da ressurreição de Jesus no contexto da controvérsia com os cristãos. Foram tentativas de esvaziar o elemento central da fé cristã, reduzindo ao descrédito tudo quanto se dizia a respeito do Senhor. Com isto, buscava-se dar um xeque-mate no que se configurava como uma nova seita no interior do judaísmo.

 

Uma falsa explicação consistiu em dizer que os discípulos haviam roubado o corpo de Jesus, num momento de descuido dos soldados romanos que vigiavam o sepulcro. O túmulo vazio, portanto, resultava de uma fraude grosseira.

 

Os cristãos rebateram tal acusação. Os soldados prestaram-se para mentir, grosseiramente, por terem sido subornados. O dinheiro fê-los ocultar a verdade e propagar uma reconhecida mentira!

 

Ao rebater a falsa acusação, os cristãos tornavam seus acusadores testemunhas do evento maravilhoso acontecido com Jesus. Eles sabiam que o corpo do Mestre não se encontrava mais no sepulcro, embora desconhecessem como isto acontecera. Também desconheciam as reais dimensões do que se passara. Tinham apenas consciência de não terem tirado o corpo de Jesus do sepulcro. Faltava-lhes ainda saber que tinha sido o Pai quem o ressuscitara. [Evangelho nosso de cada dia, Pe. Jaldemir Vitório, ©Paulinas, 1997]

 

Oração da assembleia (Liturgia Diária)

Cristo, nossa Páscoa, abençoai todos os que se doam em favor da vossa Igreja: Senhor, renovai todas as coisas.

Cristo, luz do mundo, iluminai a sociedade, para que caminhe na paz e na justiça.

Cristo, força dos fracos, encorajai e fortalecei os doentes da comunidade.

Cristo, vencedor do pecado, concedei-nos a graça da vitória sobre o mal.

Cristo, vencedor da morte, fazei brilhar a todos a luz da vossa ressurreição.

Preces espontâneas

 

Oração sobre as Oferendas:

Acolhei, ó Deus, nós vos pedimos, as oferendas do vosso povo para que, renovados pela profissão da fé e pelo santo batismo, consigamos a felicidade eterna. Por Cristo, nosso Senhor.

 

Antífona da comunhão:

O Cristo, ressuscitado dos mortos, já não morre; a morte não tem mais poder sobre ele, aleluia! (Rm 6,9)

 

Oração Depois da Comunhão:

Transborde, ó Deus, em nossas almas a graça dos sacramentos pascais, para que, tendo-nos introduzido no caminho da salvação, nos torneis dignos dos vossos dons. Por Cristo, nosso Senhor.

 

Para sua reflexão: Temos aqui três momentos: a mensagem do anjo às mulheres, a aparição de Jesus às mulheres, a missão dos apóstolos. As mulheres farão uma visita de afeto ou de inspeção. Do sepulcro vazio partem duas mensagens: a das mulheres, transformadas em mensageiras da ressurreição, e a dos guardas do sepulcro, que se dirigem aos sumos sacerdotes para lhes comunicar o ocorrido.  O fato é que o sepulcro está vazio. São duas mulheres as encarregadas de realizar o primeiro anúncio da ressurreição. Elas são portadoras da mensagem pascal. O que aconteceu naquele momento continua acontecendo nos nossos tempos. A ressurreição de Jesus não é um fato que se possa comprovar experimentalmente, mas um fato sobrenatural admissível unicamente a partir da fé. Quando se fecha o coração à fé, a ressurreição passa automaticamente para o terreno da lenda. Se Cristo não ressuscitou vã e nossa fé, já dizia Paulo em 1Cor 15, 14.17. (Bíblia Ave-Maria, Novo Testamento)

 

São Marcos

São Marcos, ou João Marcos, judeu de origem, da tribo de Levi, é venerado na Igreja não só como santo mas também como benemérito evangelista, isto é, escritor do Evangelho. Pertencia a uma das primeiras famílias cristãs de Jerusalém. Sua casa era centro de reuniões dos apóstolos e dos cristãos primitivos. De fato, dizem os Atos dos Apóstolos: "Pedro saído da prisão pela intervenção do anjo, dirigiu-se à casa de Maria, mãe de João Marcos. Muitas pessoas estavam aí reunidas em oração pela libertação de Pedro" (12,12).

 

Inspirados em antiga tradição, muitos comentaristas pensam que esta casa de Maria foi o lugar onde Cristo celebrou a última Ceia, e onde depois os apóstolos receberam o Espírito Santo, no dia de Pentecostes. Naquele tempo, João Marcos era pouco mais do que uma criança.

 

Mas no ano de 44, quando Barnabé, primo de Marcos, subiu a Jerusalém com São Paulo para falar com os apóstolos, Marcos decidiu acompanhá-los para a primeira viagem apostólica. Viajou com eles para Chipre, onde se deu a conversão do pró-cônsul Paulo, junto com muitos outros. No entanto, Marcos não conseguia, pela idade juvenil, acompanhar o ritmo das fadigas apostólicas de São Paulo: Teve um momento de debilidade e, a certa altura, por medo ou por saudade, voltou para Jerusalém. Por isso, ao se organizar mais tarde a segunda viagem missionária de São Paulo e Barnabé, sua presença foi causa de separação de Barnabé e Paulo.

 

Mais tarde, Marcos, conforme a tradição, acompanhou São Pedro a Roma, que em sua primeira carta o chama com carinho de "meu filho".

 

Toda a tradição cristã, desde o século 1, o considera autor do segundo Evangelho que leva seu nome e o escreveu seguindo as pregações de São Pedro.

 

Em Roma, esteve também a serviço de São Paulo durante sua primeira prisão, e dele faz menção em suas cartas. Durante a sua segunda prisão em Roma, escrevendo a seu discípulo Timóteo, São Paulo lhe recomenda que venha quanto antes a Roma e que lhe traga Marcos, porque lhe é grandemente útil no apostolado. Esta é a última notícia que temos dele nas Sagradas Escrituras. A tradição nos diz que, depois da morte dos apóstolos Pedro e Paulo, São Marcos viajou para Chipre e em seguida para Alexandria, no Egito, sendo considerado o fundador daquela igreja, onde mais tarde morreu mártir.

 

No ano 815, as relíquias do corpo de São Marcos foram transportadas para Veneza, onde estão sendo veneradas. O leão é símbolo deste evangelista, que inicia seu Evangelho apresentando o profeta João Batista com estas palavras: "Voz daquele que clama no deserto: preparai os caminhos do Senhor".

 

Somos imensamente gratos a São Marcos pelo Evangelho que nos transmitiu. Pela extensão é o mais curto, mas é permeado de uma unção toda especial. Com certeza ele conheceu Cristo, embora, por ser muito jovem, não fosse discípulo do Senhor. Conheceu os lugares onde Cristo passou, conviveu com os apóstolos. Sob este aspecto humano, seu. Evangelho tem toda a credibilidade.

 

Ouçamos também nós seu ardente apelo: "Fazei penitência, convertei-vos e crede no Evangelho!"

 

 

Boas notícias

Dom Orani João Tempesta, Arcebispo do Rio de Janeiro - RJ

 

Em nossa aldeia global, os fatos locais adquirem rapidamente projeção mundial.  Ultimamente os acontecimentos negativos que machucam nossas comunidades, em pouco tempo atingem o mundo como um relâmpago levando a comunidade internacional a participar das dores e flagelos! Aliás, parece que nós nos acostumamos tanto com esse tipo de comunicação que os bons acontecimentos mais raramente fazem sucesso na mídia. É importante que saibamos dos fatos negativos para nos situarmos no tempo e na história, mas tenho certeza que os fatos positivos são a maioria.

 

Aparentemente fomos acostumados (quase diria condicionados) a gostar e consumir más notícias. Isso é muito claro quando lemos os números da audiência nos diversos tipos de mídia. O problema é que muitas vezes nós realimentamos os desequilíbrios presentes nas mentes das pessoas. Nem sempre, a programação de boa qualidade e construtiva é apreciada. É claro que existem exceções e, ultimamente, vemos com esperança que os responsáveis pelas diversas mídias começam a trabalhar também as boas notícias. Porém ainda há um grande caminho a percorrer para que os fatos positivos que são a maioria na sociedade prevaleçam também na divulgação.

 

Lembrei-me exatamente disso ao ver a fácil difusão das más notícias, das fofocas e das maledicências! E isso, evidentemente, não apenas nas mídias sociais, mas em todo o nosso tecido social – infelizmente, também em nosso meio eclesial. Eis o nosso grande desafio nestes atuais tempos: anunciar ao mundo, guiados pela luz do Espírito Santo, que Deus é Pai, e enviou o Seu Filho, Jesus Cristo, que deu sua vida por nós e está vivo ressuscitado e fazê-lo de tal maneira que seja interessante e entusiasmante para todos.

 

Há certo tempo que essas reflexões estão presentes em minhas meditações. Estava imerso nesses pensamentos sobre como sermos portadores de formação, de boa notícia, de incentivo para a educação, da difusão da cultura, e isso de forma que seja interessante para a maioria das pessoas, quando pensava sobre a maior notícia de todos os tempos que estamos celebrando neste final de semana.

 

Participamos nestes dias do Tríduo Pascal, ápice do ano litúrgico, porque celebramos a Morte e Ressurreição do Senhor. Os três momentos litúrgicos, instituição da Eucaristia, morte de cruz e Ressurreição, nos acompanharão por todos os dias de nossas vidas, atualizados em cada Missa, pois Jesus Cristo realizou a obra da redenção humana – morrendo, destruiu nossa morte e, ressuscitando, deu-nos nova vida.

 

É lamentável que nem todos os cristãos estejam motivados para viver esses momentos profundos de nossa fé: “fazer Páscoa”! Todos são chamados a participar intensamente desses momentos celebrativos, aprofundando nossa vida de fé e compartilhando com nossos irmãos a alegria de uma grande e bela notícia: Cristo Ressuscitou! E aí o questionamento: como dar essa boa notícia ao mundo de hoje de tal forma que as pessoas se interessem por ela e acolham-na com alegria e compromisso?

 

O kerigma, inicio da evangelização, o anúncio explicito do Evangelho que é justamente o anúncio da maior notícia já vista no cosmos; nós temos certeza de que é a resposta que todos aguardam, o anseio de todas as nações – a grande notícia da salvação conquistada por Cristo para todos nós, que porém, nem sempre conseguimos fazê-lo de forma com que muitos a acolham com alegria.

 

Como existe a dificuldade de fazer as pessoas se interessarem pelas boas notícias, e, diante da maior notícia de todos os tempos teremos duas possíveis respostas: de um lado acolher e aceitar essa notícia ou, então, rejeitar e não aceitar. E a grande notícia é que Cristo Ressuscitou, verdadeiramente Ressuscitou – Aleluia! Esta é a grande notícia deste final de semana e a permanente mensagem dos cristãos. É realmente uma boa notícia, a melhor notícia que, mesmo sem saber, todos desejam, e que nós temos a missão de testemunhá-la e anunciá-la aos irmãos e irmãs.

 

Com a nova evangelização, missão continental, missão permanente, a Igreja no Brasil insiste para que valorizemos ainda mais o testemunho cristão pela vida, pela unidade, pelo serviço aos irmãos e também a lectio divina, a proclamação da Palavra que nos ilumina e conduz a vida. O entusiasmo ao anunciar esta boa nova não pode ser apenas uma técnica de oratória, mas principalmente o testemunho de nossas vidas! Será que não é justamente isso que está criando dificuldades? Lembro-me, em relação a isso, das palavras de Paulo VI – que os homens de hoje aceitam muito mais as testemunhas que os mestres, e se acolhem e aceitam os mestres é porque são testemunhas!

 

Porém, a nossa boa notícia não é apenas teórica, como disse, mas principalmente existencial: vidas que renascem, pessoas que saem dos seus túmulos, cegos veem, e tantos outros sinais que fazem parte de testemunhar as maravilhas que Deus opera através dele. E esse é o como somos chamados também a anunciar essa grande e bela notícia:     e esse é o grande segredo – através do testemunho de vida das pessoas.

 

Abramos os olhos, os corações, as mentes e os braços para acolhermos – e com muita alegria – a alegria do anúncio de Cristo Ressuscitado, e assim todo o nosso ser vibrará com esse acontecimento que entra na história, e assim, nós O anunciaremos aos irmãos e irmãs.

 

E é justamente aí que está a necessidade que temos de afirmar a boa nova da salvação a todos e que, com abertura do coração, estejam cada vez ainda mais vivenciado o seu itinerário de santidade e caminho para a vida. E nós somos enviados para que a manhã da ressurreição traga horizontes novos na vida de nosso povo.

 

De braços abertos, saiamos anunciando a todos a alegre e alvissareira notícia: Cristo Ressuscitou, verdadeiramente ressuscitou – Aleluia! Este é o tempo da vida que renasce, e quando o Senhor costumeiramente nos faz vibrar com sua força e com todas as graças.

 

Por isso nosso coração transborda de alegria e cantamos com toda a Igreja: “exulte o céu, e os Anjos triunfantes, mensageiros de Deus, desçam cantando; façam soar trombetas fulgurantes a vitória de um Rei de um rei anunciando”. Uma feliz e santa Páscoa a todos! [CNBB]

 

O anúncio da ressurreição do Senhor ilumina as zonas escuras do mundo em que vivemos. (Papa Bento XVI)

 

Aconteceu no dia 25 de abril de 1945:  Primeira conferência preparatória para a fundação da ONU em São Francisco, com a representação de 50 nações.