Segunda, 24 de janeiro de 2011

São Francisco de Sales (Bispo e Doutor), Memória, 3ª Semana do Saltério, cor Branca

 

Hoje: Dia do Aposentado e Dia da Previdência Social

 

Santos: Alexandre e Companheiros (mártires de Lião), Deodato de Blois (abade), Egberto de Rathemigisi (monge), Fidelis de Sigmaringa (presbítero e mártir), Gregório de Elvira (bispo), Honório de Bréscia (bispo), Ivo de Huntingdonshire (eremita, bispo), Maria Eufrásia Pelletier (virgem, fundadora), Melito de Cantuária (monge, bispo), Musa de Roma (virgem), Sabas e Companheiros (mártires de Roma), ilfrido de York (bispo), William Firmato (eremita)

 

Antífona: Velarei sobre as minhas ovelhas, diz o Senhor; chamarei um pastor que as conduza e serei o seu Deus. (Ez 34,11.23-24)

 

Oração: Ó Deus, para a salvação da humanidade, quisestes que São Francisco de Sales se fizesse tudo par a todos; concedei que, a seu exemplo, manifestemos sempre a mansidão do vosso amor no serviço aos irmãos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

 

Leitura: Hebreus (Hb 9,15.24-28)

Oferecido uma vez por todas, para tirar os pecados

 

Irmãos, 15Cristo é mediador de uma nova aliança. Pela sua morte, ele reparou as transgressões cometidas no decorrer da primeira aliança. E, assim, aqueles que são chamados recebem a promessa da herança eterna. 24Jesus não entrou num santuário feito por mão humana, imagem do verdadeiro, mas no próprio céu, a fim de comparecer, agora, na presença de Deus, em nosso favor. 25E não foi para se oferecer a si muitas vezes, como o sumo sacerdote que, cada ano, entra no santuário com sangue alheio. 26Porque, se assim fosse, deveria ter sofrido muitas vezes, desde a fundação do mundo. Mas foi agora, na plenitude dos tempos, que, uma vez por todas, ele se manifestou para destruir o pecado pelo sacrifício de si mesmo. 

 

27O destino de todo homem é morrer uma só vez, e depois vem o julgamento. 28Do mesmo modo, também Cristo, oferecido uma vez por todas, para tirar os pecados da multidão, aparecerá uma segunda vez, fora do pecado, para salvar aqueles que o esperam. Palavra do Senhor!

 

 

Comentando a I Leitura

 

Ele aparecerá uma segunda vez, para salvar aqueles que o esperam

 

A liturgia a que se refere a epístola aos Hebreus é sempre a da festa da expiação; a realidade, porém, está contida no sacrifício pascal de Jesus. Aqui, é o sangue derramado pela nova e definitiva aliança, é o sacrifício da própria vida em expiação dos pecados do povo, é a força do amor que realmente cria um relacionamento novo entre os homens e Deus.

 

Para nós, o sacrifício pascal de Jesus é redenção e aliança, perdão dos pecados e vida nova. Através de vários ritos sacramentais, com modalidades diversas, é-nos dado exprimir esta realidade única e riquíssima e apropriarmo-nos dela. Entre esses ritos, o batismo, como configuração simbólica à morte e à ressurreição de Cristo, surge como algo único e irrepetível. O apelo ao gesto sacramental, acontecimento pascal para cada um de nós, constitui um meio de encontrar nossa identidade mais profunda e confirmar a esperança de obter; por ocasião da segunda vinda de Cristo, aquilo que já é nosso: a salvação plena, o céu aberto, a herança de filhos. [MISSAL COTIDIANO, ©Paulus, 1997]

 

 

Salmo: 97 (98), 1.2-3ab.3cd-4.5-6 (R/.1a)

Cantai ao Senhor Deus um canto novo, porque ele fez prodígios!

 

1Cantai ao Senhor Deus um canto novo, porque ele fez prodígios! Sua mão e o seu braço forte e santo alcançaram-lhe a vitória.

 

2O Senhor fez conhecer a salvação, e às nações, sua justiça; 3arecordou o seu amor sempre fiel 3bpela casa de Israel.

 

3cOs confins do universo contemplaram 3da salvação do nosso Deus. 4Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, alegrai-vos e exultai!

 

5Cantai salmos ao Senhor ao som da harpa e da citara suave! 6Aclamai, com os clarins e as trombetas, ao Senhor, o nosso rei!  

 

Evangelho: Marcos (Mc 3, 22-30)

Jesus e Belzebul

 

Naquele tempo, 22Os mestres da lei, que tinham vindo de Jerusalém, diziam que ele estava possuído por Belzebul, e que pelo príncipe dos demônios ele expulsava os demônios. 23Então Jesus os chamou e falou-lhes em parábolas: "Como é que satanás pode expulsar a satanás? 24Se um reino se divide contra si mesmo, ele não poderá manter-se. 25Se uma família se divide contra si mesma, ela não poderá manter-se. 26Assim, se satanás se levanta contra si mesmo e se divide, não poderá sobreviver, mas será destruído. 27Ninguém pode entrar na casa de um homem forte para roubar seus bens, sem antes o amarrar. Só depois poderá saquear sua casa. 28Em verdade vos digo, tudo será perdoado aos homens, tanto os pecados, como qualquer blasfêmia que tiverem dito. 29Mas quem blasfemar contra o Espírito Santo, nunca será perdoado, mas será culpado de um pecado eterno". 30Jesus falou isso, porque diziam: "Ele está possuído por um espírito mau”. Palavra da Salvação!

 

Leituras paralelas recomendadas: Mt 12,22-32; c 11,14-23;12,10

 

 

 

Comentário do Evangelho

O valente derrotado

 

Não tinham lógica os argumentos dos inimigos, quando levantavam suspeita contra a ação de Jesus. Uma análise serena dos fatos teria bastado para ver que não tinham razão. A acusação de que Jesus expulsava demônios, porque pactuava com Belzebu, o chefe deles, era sem fundamento.


O Mestre desmontou, sem dificuldade, a argumentação adversária. Se Satanás estava sendo derrotado, não tinha sentido dizer que isto acontecia porque Jesus era seu parceiro. Pelo contrário, isto se deu, porque o Mestre possuía uma força superior à de seu adversário. Se Jesus não fosse mais forte que Satanás, não estaria em condições de subjugá-lo.


Os inimigos de Jesus recusaram-se a aceitar que despontara, na história humana, alguém superior às forças desumanizadoras do mal, capaz de recuperar a humanidade aviltada pelo poder demoníaco. Não se dobraram diante dos fatos, nem mesmo sendo testemunhas da ação do Mestre.


A esta dureza de coração dos seus adversários, Jesus chamou de pecado contra o Espírito Santo. Por quê? Porque eles não permitiam ao Espírito de Deus agir em seus corações. Pelo contrário, mantinham-se irremovíveis em sua posição, ainda que ilógica.
[O EVANGELHO NOSSO DE CADA DIA, Ano A,  ©Paulinas, 1997]

 

Deus Conosco dia a dia (Editora Santuário, et al)

-Senhor, que vossa Igreja anuncie com coragem vosso Reino, em nosso tempo e em nossa história. Confiantes nós vos pedimos. Lembrai-vos, de vosso povo, Senhor!

-Pai misericordioso, inspirai todos os que trabalham na evangelização, para que vos possam servir com generosidade. Confiantes nos vos pedimos.

-Senhor, que nossa Comunidade seja missionária, corajosa no testemunho e fiel ao evangelho, como foi São Francisco de Sales. Confiantes nós vos pedimos.

-Pai do céu, que os Aposentados sejam amados, respeitados e tenham vida digna. Confiantes nós vos pedimos.

(Intenções próprias da comunidade)

 

Oração sobre as Oferendas:

Ó Deus, por este sacrifício de salvação, acendei em nós o fogo do Espírito Santo que inflamava de modo admirável o coração terníssimo de são Francisco de Sales. Por Cristo, nosso Senhor.

 

Antífona da comunhão:

Não fostes vós que me escolhestes, diz o Senhor, fui eu que vos escolhi e vos enviei para produzirdes frutos, e o vosso fruto permaneça. (Jo 15,16)

 

Depois da Comunhão:

Ó Deus todo-poderoso, concedei-nos, por esta eucaristia, imitar a caridade e mansidão de são Francisco de Sales, para com ele chegarmos à glória do céu. Por Cristo, nosso Senhor.

 

São Francisco de Sales

 

Nascido na Savóia em 1567, primogênito de nobre família, São Francisco, modelo acabado de mansidão, teve formação literária e religiosa aprimorada. Completados seus estudos em Paris e em Pádua, onde se formou em advocacia, exerceu o cargo de advogado no Senado de Chambéry, na França.

 

Sua carreira já parecia definida assegurando-lhe futuro brilhante e rendoso, quando Francisco, contrariando a vontade dos pais, optou pelo sacerdócio a fim de advogar espiritualmente a causa dos mais desprotegidos. Ordenado sacerdote, foi encarregado pelo bispo de reconduzir à fé católica os que, levados pelo vento da novidade e da contestação religiosa, passaram ao Calvinismo na região de Chablais. A tarefa era difícil e melindrosa, dada a oposição sistemática daquela população contra a Igreja Católica.

 

Vendo, inicialmente, que sua pregação esbarrava numa prevenção fanática, Francisco recorreu à publicação de folhetos volantes que divulgava entre o povo, expondo pontos doutrinais bem fundamentados na Bíblia, e corrigindo, com muito tato, os erros correntes. Completava este trabalho com encontros, diálogos, palestras, usando sempre o método da persuasão respeitosa e paciente. O resultado deste apostolado demonstrou-se sobremaneira positivo, reconduzindo dezenas de milhares de hereges e indiferentes à prática da fé católica.

 

Nomeado bispo de Genebra que estava nas mãos dos calvinistas, escolheu por residência a cidade de Annecy. Neste novo cargo, Francisco revelou-se verdadeiro pastor, sábio, prudente, solícito por seu clero e pelos fiéis, instruindo-os na fé pela palavra, pelo bom exemplo e pelos numerosos escritos de caráter pastoral e ascético. De fato a atividade literária de Francisco foi muito abrangente: 4.000 sermões, 21.000 cartas de direção espiritual e numerosas obras de controvérsias doutrinais e de ascética. Entre as obras ascéticas sobressaem, como fundamentais na literatura religiosa de todos os tempos, o Tratado do amor de Deus e a introdução à vida devota, que tiveram amplíssima difusão e foram traduzidas em várias línguas.

 

Nestas obras não há nada de formalismo ou convencional, mas transpira o cálido e espontâneo amor de Deus com normas de direção firme e suave nas sendas da santidade, possível a todos os homens. Assim, Francisco define os propósitos do seu livro sobre a vida devota: "A devoção deve ser praticada de uma forma pelo cavalheiro, doutra pelo artesão, pelo criado, pelo príncipe, pela viúva, pela solteira ou pela senhora casada. Sua prática deve estar em relação com as forças, as ocupações e deveres de cada estado. E um erro querer suprimir a vida devota dos quartéis dos soldados, do atelier do artesão, da corte dos príncipes ou da sociedade conjugal". Conta-se que a pena de escrever do santo, certo dia, quebrou na ponta. Ele encostou-a ao coração e ela voltou a escrever bem. Este episódio é o símbolo do estilo dos escritos de São Francisco de Sales.

 

Outro grande mérito seu foi de ter orientado para a vida espiritual a grande alma de Santa Joana Francisca de Chantal servindo-se dela para a fundação de uma nova família religiosa, a Congregação da Visitação, que em breve se espalhou por toda a França.

 

Francisco faleceu no dia 28 de dezembro de 1622 com 57 anos de idade. Sua memória litúrgica foi colocada no dia de hoje, relembrando a trasladação solene de suas relíquias. Seus grandes méritos de pastor e escritor sagrado foram reconhecidos pela Igreja que o declarou doutor, isto é, insigne mestre de espiritualidade. O Papa Pio XI, em 1923, o declarou padroeiro dos jornalistas e escritores católicos. Este santo da bondade, da doçura e do amor, nos deixou um lembrete importante relativo ao relacionamento humano: "Mais abelhas se apanham com uma gota de mel do que com um barril de vinagre". [O SANTO DO DIA, Don Servilio Conti, ©Vozes, 1997]

 

 

Uma Igreja e a Lama

 

Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte

 

No álbum da triste violência das águas que caíram na região serrana do Rio de Janeiro, produzindo cenário devastador, que clama urgências de solidariedade e atuações com responsabilidades cidadãs, políticas e governamentais, há uma foto mostrando uma Igreja e muita lama. Lama que desceu das encostas devastando tudo e levando vidas.

 

Há também outro tipo de lama que nos preocupa – a da corrupção existente nas instituições da sociedade contemporânea. Lama que se expressa na rapidez da aprovação de benefícios em favor de grupos e de classes, já privilegiados em relação aos que estão na carência e na miséria, causando indignação nos que se pautam pela conduta cidadã. A velocidade com que se aprovam benefícios para os servidores do povo está na contramão das morosidades das posições tomadas para evitar tragédias como essa e tantas outras que vitimam os inocentes, os pobres. Vitimam também, os que querem contribuir, mesmo na simplicidade, na construção de uma sociedade justa, solidária e mais fraterna.

 

Uma igreja e muita lama - fotografia que merece receber interrogações que não podem deixar de incomodar a consciência cidadã de todos: quando vai mudar a conduta social, política, governamental? Como mudar, cada um, a sua conduta diante dos rumos dados à vida de todos, com nefastas consequências, como o banho de lama que sujou a sociedade brasileira?

 

A igreja, mostrada naquela fotografia, permaneceu erguida, mesmo depois das agressões da lama devastadora que desceu matando gente, destruindo famílias e sonhos. Levando coisas que tantos adquiriram com sacrifícios e ao longo de muitos anos de trabalho. Ela tornou-se referência de uma comunidade de fé que ali se congregava. Essa congregação pela força da fé é um caminho com dinâmicas muito próprias para sensibilizar e iluminar consciências, para a coragem de se assumir um caminho de mudanças no horizonte do respeito com que a vida de todos deve ser tratada. A magnitude dessa tragédia, na paradisíaca região serrana do Rio de Janeiro, configura o cenário triste de tudo o que vem acontecendo pelo Brasil afora, com repetições a cada ano, apenas mudando de lugar. É preciso um novo aguilhão na consciência cidadã de todos, que faça brotar a coragem audaciosa de não apenas mexer nas estruturas ou dar mais inteligência às estratégias. É urgente mudar a conduta cidadã de cada um para debelar a cultura da malandragem, do tráfico que se associa à cultura da disputa insana pelo poder, com a troca de favores, benesses e cargos. Isso para não deixar cair no esquecimento, o sentido de que os mandatos e o poder que se exercem, é um serviço que se deve prestar à sociedade e à vida.

 

A lama que vai destroçando vidas, dizimando cidades e apagando sonhos, e o futuro de famílias e pessoas, precisa muito da iluminação da fé. Fé que remete cada um ao mais recôndito da própria consciência, para estabelecer um diálogo insubstituível, fazendo surgir uma força de valores que podem presidir condutas, ou escalonar prioridades. E superar gigantescos desastres ecológicos, políticos e sociais que vão se repetindo.

 

Não falta quem pergunte a Deus as razões desse desastre lamentável. No reverso desta interrogação é preciso indagar a Deus com disposição de obediência a Ele, com escuta autêntica e eficaz: como se comportar e ter conduta adequada no trato com a coisa pública e no respeito pleno à dignidade de cada pessoa, para evitar sofrimentos e dores tão grandes.

 

Aquela igreja que suportou o peso da lama é referência fundamental na comunidade devastada. Ali a congregação que se reúne para escutar a Palavra de Deus e celebrar a vida, pela força da fé, como dom precioso que vem d’Ele, forjou, certamente, muitos corações em sintonia com o bem, a exemplo das solidariedades que nesta hora difícil estão se concretizando, revelando o segredo que faz do coração humano lugar do amor e do compromisso com a justiça. A força da fé tem sustentado os que sofrem as maiores consequências. Também tem projetado aqueles que se enfileiram com gestos de solidariedade e partilha. O sentido social e de pertença a um mesmo povo recebe fecundidade própria da força da fé, que gera a cultura da bondade no coração e faz encontrar o sentido maior de tudo na alegria de ser bom - porque é bom ser bom.

 

Uma igreja não é lugar de promessas milagrosas e mirabolantes - é verdade que Deus pode tudo! Ela é lugar de encontro com Deus no exercício permanente da escuta de sua Palavra, fazendo brotar a permanente novidade da consciência moral fundada nos valores do Evangelho. É a demanda de tecer a cultura da bondade, da solidariedade e da justiça. A Igreja tem com sua razão de ser e seus valores, a missão de estar presente e atuante, sempre ao lado de quem precisa.

 

Dia do Aposentado

Certamente, você já ouviu falar da previdência social. Esta que é considerada um direito de todo o cidadão brasileiro. A previdência social estabelece e rege um contrato que o trabalhador faz com o governo federal. Neste contrato, ele se compromete a pagar todo mês, uma quantia previamente calculada, ao Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS). A chegar em uma certo tempo de pagamento, o beneficiado se aposenta por anos de serviços , invalides e outros. Ou seja, um aposentado seria aquele que deixa o serviço público ou privado conservando o ordenado inteiramente ou em parte. A partir de 1990, os aposentados começaram a receber o 13º salário. O Brasil passa por um processo de envelhecimento rápido e acentuado. Por isso, o Ministério da Saúde criou o Programa de Saúde para os Idosos, que tem como meta promover o bem-estar físico, psíquico e social da população idosa. Esse programa integra ações com os Ministérios da Previdência Social, Ação Social, Trabalho e Educação, buscando uma política global de assistência que permite manter os idosos na comunidade pelo maior tempo possível e com maior grau de autonomia. Sabe-se que 80% dos idosos têm alguma doença crônica e cerca de 60% estão impossibilitados de realizar, sem ajuda, as atividades mais simples da vida cotidiana como comer, vestir-se ou ir ao banheiro. [Lei Nº 6.926 / 30.06.8; Fonte: IBGE]

 

Dia da Previdência Social

Através do decreto, conhecido como Lei Elói Chaves, de 24 de janeiro de 1923, era criada a Caixa de Aposentadoria e Pensões para beneficiar os empregados das empresas de estradas de ferro e seus familiares. A partir daí, começa a ser traçado o sistema previdenciário brasileiro, cujo objetivo é garantir o sustento das pessoas que não poderiam mais fazer parte do mercado de trabalho, seja por aposentadoria ou por doença. Logo após a promulgação da Lei Elói Chaves, outras empresas foram beneficiadas e seus empregados passaram a ser segurados pela previdência social. Atualmente, a previdência social brasileira engloba três importantes órgãos, cada um exercendo funções específicas na prestação de assistência social e seguridade. São eles: o Ministério da Previdência e Assistência Social, Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e Empresa de Processamento de Dados da Previdência Social (DATAPREV). A previdência social estabelece e rege um contrato que o trabalhador faz com o governo federal. Neste contrato, ele se compromete a pagar todo mês, uma quantia previamente calculada, ao Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS). O ministério, por sua vez, se compromete a devolver a quantia sob a forma de benefícios sempre que o empregado não puder trabalhar temporariamente por ter sofrido um "acidente de trabalho" ou se aposentar por opção ou por invalidez. [Decreto Nº 72.771 - 06/09/1973: Fonte: IBGE]

 

 

Aconteceu no dia 24 de janeiro:

1890: O casamento civil torna-se obrigatório no Brasil.

 

 

Se é difícil calar para escutar o outro falar-nos, mais difícil ainda é

fazer silêncio para ouvir a vos de Deus. (São Francisco de Sales)