Segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Cátedra de São Pedro – Ofício de Festa - 1ª Semana do Saltério - cor Litúrgica Branca

 

 

Santos do Dia: Abílio de Alexandria (bispo), Aristeu de Salamis (mártir), Atanásio de Nicomédia (abade), Margarida de Cortona (franciscana terciária), Maximiano de Ravena (bispo), Papias de Hierápolis (bispo), Pascásio de Viena (bispo), Rainério de Beaulieu (monge), Talássio e Lineu (eremitas).

 

Antífona: O Senhor disse a Simão Pedro: Roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, por tua vez, confirma os teus irmãos. (Lc 22,32)

 

Oração do Dia: Concedei, ó Deus todo-poderoso, que nada nos possa abalar, pois edificastes a vossa Igreja sobre aquela pedra que foi profissão de fé do apóstolo Pedro. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

 

 

Leitura:I Carta de Pedro (1Pd 5, 1-4)

Presbítero como eles, testemunha dos sofrimentos de cristo

 

Caríssimos, 1exorto aos presbíteros que estão entre vós, eu presbítero como eles, testemunha dos sofrimentos de Cristo e participante da glória que será revelada: 2Sede pastores do rebanho de Deus, confiado a vós; cuidai dele, não por coação, mas de coração generoso; não por torpe ganância, mas livremente; 3não como dominadores daqueles que vos foram confiados, mas antes, como modelos do rebanho. 4Assim, quando aparecer o pastor supremo, recebereis a coroa permanente da glória. Palavra do Senhor!

 

 

Comentando a I Leitura

Conselhos aos dirigentes da Igreja

 

O código de deveres domésticos estende-se agora de maneira explícita aos deveres mútuos de dirigentes e membros da Igreja. Os anciãos da comunidade são alvo da primeira exortação e suas funções na Igreja são esclarecidas: seu ministério deve ser exercido de bom grado; seus motivos devem ser nobres, não mercenários; seu exercício de liderança seve ser de apoio, não de poder autoritário. Neste conselho característico, a primeira carta de Pedro reflete a tradição comum no Novo Testamento sobre a qualidade de liderança que é valorizada na Igreja: os Evangelhos nos dão o conselho de Jesus para ser servos uns dos outros (Mc 10, 42-45); os deveres do epíscopo em 1Tm 3, 3 advertem contra a cobiça como motivo para o ministério; Ef 4, 11-16 também nos ensina que os dirigentes são chamados a missões especiais, mas que não negam a igualdade cristã do batismo. É evidente que a Igreja primitiva era sensível às dificuldades que o poder autoritário causaria a sua catequese batismal de liberdade, dignidade e igualdade de todos os cristãos (Gl 3, 28). A liderança não era e não é um múnus fácil na Igreja e, por isso, é feita menção especial às preocupações do pastor supremo pelo rebanho. O serviço fiel receberá uma recompensa especial (v. 4, cf. 2Tm 4, 1; Mt 19,28; 24, 25-47)

 

Alternativamente, é lembrado aos membros da Igreja que tenham respeito pelas funções e autoridade de seus pastores (v.6) a fim de não impossibilitar o ministério de liderança. Embora todos sejamos livres e iguais em Cristo, sabe a nós mostrar que, como povo livre, servimos a Deus com uma vida ordeira e responsável (cf. Rm 6, 16-18). Assim, nossa liberdade nos leva à humanidade e a laços estreitos com a Igreja. O chamado à humildade e à obediência deve ser visto em ligação com os conselhos dados na carta toda: como os cristãos devem ser bons cidadãos do Estado, bons membros da família e membros responsáveis da Igreja cristã. Nessa exortação, há certo apelo à propaganda de uma vida justa e ordeira, dando a entender que os cristãos são membros muito bons e abnegados de qualquer parte da sociedade. [MISSAL COTIDIANO, ©Paulus, 1997]

 

Apascentai o rebanho que vos é confiado: cuidai dele, não

obrigados, mas  de boa vontade segundo Deus. (1Pd 5, 2a-b)

 

 

Salmo: 22 (23), 1-3a.3b-4.5.6 (+1)
O Senhor é o pastor que me conduz, não me falta coisa alguma

 

1O Senhor é o pastor que me conduz, não me falta coisa alguma. 2Pelos prados e campinas verdejantes ele me leva a descansar. Para as águas repousantes me encaminha, 3e restaura as minhas forças.

 

Ele me guia no caminho mais seguro, pela honra do seu nome. 4Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal temerei. Estais comigo com bastão e cajado, eles me dão a segurança!

 

5Preparais à minha frente uma mesa, bem à vista do inimigo; com óleo vós ungis minha cabeça, e meu cálice transborda.

 

6Felicidade e todo bem hão de seguir-me, por toda a minha vida; e, na casa do Senhor, habitarei pelos tempos infinitos.

 

 

Evangelho do dia: Marcos (Mt 16, 13-19)

Tu és Pedro e eu te darei as chaves do Reino dos Céus

 

Naquele tempo 13Jesus veio à região de Cesaréia de Filipe e ali perguntou a seus discípulos: "Quem dizem os homens ser e Filho do homem?" 14Eles responderam: "Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas". 15Então Jesus lhes perguntou: "E vós, quem dizeis que eu sou?" 16Simão Pedro respondeu: "Tu és o messias, o Filho do Deus vivo". 17Respondendo, Jesus lhe disse: "Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. 18Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. 19Eu te darei as chaves do reino dos céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus". Palavra da Salvação!

 

Essa passagem bíblica também está presente nos seguintes sinóticos: Mc 8, 27-30; Lc 9, 18-27(Confissão de Pedro)

 

 

Comentário o Evangelho

Fé e missão

 

A missão de liderança confiada a Pedro exigiu dele uma explicitação de sua fé. Antes de assumir o papel de guia da comunidade, foi preciso deixar claro seu pensamento a respeito de Jesus, de forma a prevenir futuros desvios.


Se tivesse Jesus na conta de um messias puramente humano, correria o risco de transformar a comunidade numa espécie de grupo guerrilheiro, disposto a impor o Reino de Deus a ferro e fogo. A violência seria o caminho escolhido para fazer o Reino acontecer.


Se o considerasse um dos antigos profetas reencarnados, transformaria a Boa Nova do Reino numa proclamação apocalíptica do fim do mundo, impondo medo e terror. De fato, pensava-se que, no final dos tempos, muitos profetas do passado haveriam de reaparecer.


Se a fé de Pedro fosse imprecisa, não sabendo bem a quem havia confiado a sua vida, correria o risco de proclamar uma mensagem insossa, e levar a comunidade a ser como um sal que perdeu seu sabor, ou uma luz posta no lugar indevido.


Só depois que Pedro professou sua fé em Jesus, como o “Messias, o Filho do Deus vivo”, foi-lhe confiada a tarefa de ser “pedra” sobre a qual seria construída a comunidade dos discípulos: a sua Igreja. Entre muitos percalços, esse apóstolo deu provas de sua adesão a Jesus, selando o seu testemunho com a própria vida, demonstração suprema de sua fé. Portanto, sua missão foi levada até o fim. [O EVANGELHO DO DIA, Ano B. Jaldemir Vitório. ©Paulinas, 1996]

 

Para sua reflexão: Simão, que pela carne e sangue é filho de Jonas, declara que Jesus é o Messias esperado; e Jesus o ratifica, declarando que a confissão procede de uma revelação do Pai, pela qual Pedro tem uma bem-aventurança particular. Depois Jesus declara a missão de Pedro: “construir” um templo, que é uma comunidade nova, na qual Pedro será a “pedra fundamental”. Pedro terá nela uma função medianeira central: por sua adesão ou aderência a Cristo. A obra de Jesus é imortal e Pedro terá as chaves de acesso ao Reino de Deus e terá o poder de julgar, perdoar e condenar, ratificado por Deus. Cristo, “Pedra viva”, garante a sua Igreja construída sobre Pedro a vitória sobre as potências de morte. Pedro tem razão de fé por ele confessada, permanecerá como a rocha inabalável da Igreja.

 

Cátedra de São Pedro

 

Costumamos empregar expressões como poder do "trono", herdeiro do "trono", privilégios da "coroa" etc., indicando com as insígnias concretas a dignidade do próprio cargo. Essa mesma metonímia é familiar em assuntos eclesiásticos. "Santa Sé" nada mais é que Sancta Sedes, a santa cátedra, pois a palavra “sé” e simplesmente sedes. Os romanos, porém, tinham outra palavra tirada do grego, significando o assento ocupado por um professor ou qualquer outro que falasse com autoridade. Tal palavra era cathedra, e o seu emprego, neste sentido, não só pode ser rastreado até os primeiros séculos cristãos, mas sobrevive até hoje, notavelmente na expressão ”uma decisão ex cathedra”, que significa o pronunciamento no qual o papa fala como doutor da Igreja Universal.

 

A questão que se levanta é se a comemoração da "cátedra de S. Pedro" seria a veneração prestada a um objeto material tido como lembrança e relíquia, ou se antes teria como objetivo glorificar o encargo pontifical conferido a S. Pedro e seus sucessores no momento de sua sagração.

 

Em 18 de janeiro, nos referimos à antiga sedia gestatoria, conhecida como cátedra de S. Pedro e hoje guardada como relíquia na abside da grande basílica romana. De Rossi sustentou que esta cátedra é que se honrava na festa de 22 de fevereiro, mas também ressaltou a menção de S. Gregório Magno ao "óleo da cadeira em que S. Pedro inicialmente sentou-se quando estava em Roma", ou seja, o óleo da lâmpada que, segundo parece, ardia em frente a um assento talhado em tufo calcário, no assim chamado "coemiterium Ostrianum", onde S. Pedro costumava batizar. O grande arqueólogo associava este assento à festa de 18 de janeiro. E possível que essas duas festas tenham se originado em semelhante tradição, mas o que parece ter-se imposto foi a argumentação vigorosamente sustentada por Dom Duchesne, Marucchi e outros contra a identificação entre a litúrgica "cátedra de S. Pedro" e qualquer objeto material. Segundo Duchesne, por mais antiga que possa ser essa cátedra hoje venerada em Roma, menção nenhuma existe anterior a 1217. "Escrevendo sobre a basílica de S. Pedro (1159-1181), Pedro Mallius não lhe faz a menor menção, e, considerando que ele constantemente se estende ao falar das relíquias aí existentes, seu silêncio mostra que nenhuma cátedra de S. Pedro era então venerada". Ademais, quando examinamos as primitivas coletas, lições etc. da celebração litúrgica, percebemos que a nota dominante da festa era a gloriai­cação do cargo de S. Pedro.

 

Ao se falar sobre a festa da cátedra de S. Pedro em 18 de janeiro, dissemos que originalmente havia apenas uma festa da cátedra e que essa era celebrada a 22 de fevereiro, sem referência alguma a Antioquia, mas com referência presumível ao inicio do episcopado de S. Pedro em Roma. O que sabemos de certo é que o calendário filocaliano, que traz a lista das celebrações litúrgicas em Roma no ano 354 ou mesmo talvez 336, em 22 de fevereiro registra natale Petri de cathedra, isto é, "festa da Cátedra de Pedro", pois nesse tempo o termo natale passara a designar não apenas o dia do nascimento, mas qualquer tipo de aniversário. Podemos assim estar inteiramente seguros de que em meados do século IV, muito pouco tempo depois da morte do Imperador Constantino, a Igreja romana honrava S. Pedro como uma festa ligada, de algum modo, à sua investidura no múnus pastoral. E sumamente improvável que esta comemoração tivesse de fato algo a ver com Antioquia. Nem mesmo no calendário de S. Vilibrordo (c. AD. 704), vários séculos mais tarde, encontramos a referência Cathedra Petri in Antiochia, e essa é, no gênero, a referência mais antiga que chegou até nós. Por outro lado, consta que no "Hieronymianum" de Auxerre, do século VI, o registro Cathedra Petri in Roma já estava ligado a 18 de janeiro. Entretanto, as liturgias galicanas em sua maior parte adere a 22 de fevereiro, sem qualquer menção a Antioquia.

 

O elemento mais importante, no presente caso, é indubitavelmente o fato de que, em 22 de fevereiro ou perto desta data, ocorria, segundo o costume pagão, a comemoração anual dos parentes mortos chamada Feralia ou Parentalia (ocasião em que se colocava comida junto aos túmulos). Parece que não é possível determinar o dia exato, porque, embora em seus Fasti Ovídio fale das Ferálias sob o titulo de 18 de fevereiro, contudo pelo uso da expressão parentales dies claramente indica que a celebração prolongava-se por mais de vinte e quatro horas, sendo que mais autoridades antigas dão proeminência, no mesmo sentido, ao dia 21 de fevereiro. Durante as Parentálias, explica Kellner, "não se fazia celebração de casamentos, os templos permaneciam fechados, e os magistrados não usavam as insígnias externas do seu cargo. A comemoração dos mortos seguia-se imediatamente, em 22 de fevereiro, a festa dos parentes ainda vivos, chamada por isso Charistia ou Cara cognatio. Esta celebração não tinha lugar reconhecido entre as funções do culto oficial do Estado. Não obstante, era uma festa muito popular e lançava suas raízes na vida do povo mais profundamente do que quaisquer festas oficiais". Isso fornece boa razão para supor-se que a própria instituição primitiva da festa da Cátedra de S. Pedro foi simplesmente um esforço visando arranjar um substitutivo cristão para os ritos pagãos praticados nessa época (cf. 1º de janeiro com referência à celebração do Ano Novo, e a festa da Candelária em relação às Robigálias e Lupercálias). Vários e evidentes testemunhos levam à mesma conclusão. Por exemplo: no calendário de Polêmio Silvio, compilado na Gália por volta do ano 448, temos no dia 22 de fevereiro o registro "Deposição de S. Pedro e S. Paulo. Os 'caros laços de sangue' (cara cognatio) assim denominados porque, embora pudesse haver contendas entre parentes vivos, tais contendas deviam ser abandonadas por ocasião da morte". Isso claramente sugere que uma festa de S. Pedro e S. Paulo fora introduzida neste dia para substituir a celebração pagã da Charistia. Provavelmente, a festa cristã tinha bem o mesmo caráter litúrgico da que se chamaria "Cátedra de S. Pedro em Roma" ou "Deposição de S. Pedro e S. Paulo". Chegar-se-ia, em qualquer dos casos, a uma celebração das prerrogativas especiais da Santa Sé.

 

Mais surpreendente talvez como ilustração da vitalidade dos abusos supersticiosos é o fato de que, em meados ainda do século XII, a festa de fevereiro continuava sendo chamada "dia do banquete de S. Pedro". Dizem que o liturgista Beleth, a quem devemos a presente informação, era inglês mas viveu um bom tempo na França, sendo por isso talvez que a referência em questão ele a faz pensando na França. Depois de indicar que ambas as festas da cátedra de S. Pedro eram separadas da Septuagésima por um intervalo regular, afirma que a festa com a referência Antioquia, ou seja, a celebração de fevereiro, era a mais solene das duas e chamava-se Jestum beati Petri epularum, que em tradução equivaleria à grosseira expressão "comidas de S. Pedro". "Porque - prossegue ele - todo ano, num dia do mês de fevereiro, os pagãos de antigamente costumavam colocar junto aos túmulos dos seus parentes um bom prato de comida, que durante a noite os demônios roubavam, embora de modo não menos inverídico do que absurdo as pessoas acreditassem que as almas dos mortos se reabasteciam com as comidas ali deixadas. Imaginava-se, de fato, que semelhantes provisões eram consumidas pelas almas que vagavam em volta das sepulturas. Ora, esse costume e essa falsa convicção dificilmente podiam ser erradicados, mesmo de entre os cristãos. Em conseqüência, quando certo santo percebeu a dificuldade e ficou ansioso por suprimir completa-mente esse costume, os cristãos instituíram a festa da cátedra de S. Pedro, a de Roma e a de Antioquia, marcando-a para o dia em que as abominações pagãs tinham lugar. Visavam assim aboli-las inteiramente. Portanto, foi devido a essa colocação de boas comidas junto aos túmulos que a festa passou a se chamar 'dia do banquete de  S. Pedro'".

 

Está claro que essas alusões às oferendas depositadas junto aos túmulos devem referir-se todas à festa de fevereiro, o que mais ainda dificulta entender como a festa chegou a duplicar-se. Várias hipóteses têm sido feitas, e delas a mais plausível parece a de Dom Duchesne, ou seja: a celebração de 22 de fevereiro não podia ser feita regularmente, porque muitas vezes caía na Quaresma. Assim, "nas regiões que seguiam o rito galicano - nesse rito a observância quaresmal era tida como incompatível com a celebração dos santos - a dificuldade pode ter sido contornada pela celebração da festa em data antecipada". Para a escolha de 18 de janeiro, podemos talvez achar uma razão no fato de que este dia é a data em que mais cedo pode ocorrer a Septuagésima. Sem dúvida, se a escolha tivesse sido 17 de janeiro, a festa da Cátedra ficaria inteiramente fora da possibilidade de qualquer concorrência, mas certamente deve ter havido aqui algum erro de cálculo. Embora a Septuagésima possa cair em 18 de janeiro, isso acontece muito raramente. Não acontecia desde 1818, e não acontecerá de novo antes do ano 2285. Ademais, parece altamente provável que a festa da Santíssima Virgem entrou no "Hieronymianum" a 18 de janeiro precisa­mente pela mesma razão, e conjectura-se que a festa hoje conhecida como "Conversão de S. Paulo" era originariamente uma espécie de oitava da festa da Cátedra de S. Pedro. Parece que Polêmio Sílvio, conforme será lembrado, considerava a festa da Cátedra como sendo de ambos os apóstolos e denominava-a Depositio SS. Petri et Pauli. [Texto obtido na seguinte fonte: VIDA DOS SANTOS DE BUTLER II,  © Vozes, 1985]

 

Os homens que sempre falam a verdade são os que mais se aproximam de Deus. (Pitágoras)

 

O amor é a asa veloz que Deus deu à alma para que ela voe até o céu. (Michelangelo Buonarroti)

 

Campanha da Fraternidade 2010

Baixe os slides, em Power Point, da apresentação completa do tema da CF2010

e discuta o assunto em grupo na sua Igreja, Paróquia e Comunidade.

 

Eis o link para obtenção dos slides

 

http://www.cnbb.org.br/site/component/docman/doc_download/41-apresentacao-em-power-point