Sábado, 21 de maio de 2011

Quarta Semana da Páscoa e do Saltério (Livro II), cor litúrgica Branca

 

Hoje: Dia da Língua Nacional

 

Santos: Maria de Cléofas (matrona), Valdetrudes (viúva), Hugo de Ruão (bispo), Galcério ou Gautério (abade), Ubaldo de Florença (beato), Tomás de Tolentino (mártir e beato), Antônio Pavoni (mártir e beato), Acácio, Demétrio, William Cufitella de Scicli (bem aventurado, confessor franciscano da 3ª ordem)

 

Antífona: Povo resgatado por Deus, proclamai suas maravilhas: ele vos chamou das trevas à sua luz admirável, aleluia!

 

Oração: Deus eterno e todo-poderoso, fazei-nos viver sempre mais o mistério pascal para que, renovados pelo santo batismo, possamos, por vossa graça, produzir muitos frutos e chegar às alegrias da vida eterna. Que convosco vive e reina, na unidade dói Espírito Santo. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na Unidade do Espírito Santo.

 

I Leitura: Atos (At 13, 44-52)

Vamos dirigir-nos aos pagãos 

 

44No sábado seguinte, quase toda a cidade se reuniu para ouvir a palavra de Deus. 45Ao verem aquela multidão, os judeus ficaram cheios de inveja e, com blasfêmias, opunham-se ao que Paulo dizia. 46Então, com muita coragem, Paulo e Barnabé declararam: "Era preciso anunciar a palavra de Deus primeiro a vós. Mas, como a rejeitais e vos considerais indignos da vida eterna, sabei que nos vamos dirigir aos pagãos. 47Porque esta é a ordem que o Senhor nos deu: 'Eu te coloquei como luz para as nações, para que leves a salvação até os confins da terra"'.  

 

48Os pagãos ficaram muito contentes, quando ouviram isso, e glorificavam a palavra do Senhor. Todos os que eram destinados à vida eterna, abraçaram a fé. 49Desse modo, a palavra do Senhor espalhava-se por toda a região. 50Mas os judeus instigaram as mulheres ricas e religiosas, assim como os homens influentes da cidade, provocaram uma perseguição contra Paulo e Barnabé e expulsaram-nos do seu território. 51Então os apóstolos sacudiram contra eles a poeira dos pés, e foram para a cidade de Icônio. 52Os discípulos, porém, ficaram cheios de alegria e do Espírito Santo. Palavra do Senhor!

 

Comentando a Leitura

Vamos dirigir-nos aos pagãos 

 

A cena de Paulo abandonando a sinagoga para se voltar aos pagãos, após haver tentado em vão “evangelizar” seus antigos irmãos de raça e religião, é tantas vezes repetida nos Atos que faz supor que Lucas tenha introduzido nela uma precisa intenção teológica, sublinhando o caráter universal característico do seu evangelho. Esta idéia domina toda a segunda parte dos Atos e coincide com o aparecimento de Paulo, o apóstolo dos pagãos. E proclamada e posta como sinete na conclusão dos Atos: "Sabei, pois, que esta salvação de Deus foi enviada às nações. E elas a escutarão!". Deus não repele Israel, não se desmente, permanece fiel às suas promessas. Israel falhou na sua missão e vocação. Suscitado por Deus para ser guarda das promessas e instrumento da difusão da salvação, transforma-se em obstáculo que impede o crescimento e a multiplicação da palavra de Deus. [Extraído do MISSAL COTIDIANO  ©Paulus, 1997]

 

 

Salmo: 97(98), 1.2-3ab.3cd-4 (R/.3cd)
 Os confins do universo contemplaram  

a salvação do nosso Deus 

 

Cantai ao Senhor Deus um canto novo, porque ele fez prodígios! Sua mão e o seu braço forte e santo alcançaram-lhe a vitória.  

 

O Senhor fez conhecer a salvação, e às nações, sua justiça; recordou o seu amor sempre fiel pela casa de Israel.

 

Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus. Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, alegrai-vos e exultai!  

Evangelho: João (Jo 14, 7-14)

Quem me viu, viu o Pai

 

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 7"Se vós me conhecêsseis, conheceríeis também o meu Pai. E desde agora o conheceis e o vistes". 8Disse Filipe: "Senhor, mostra-nos o Pai, isso nos basta!" 9Jesus respondeu: "Há tanto tempo estou convosco, e não me conheces, Filipe? Quem me viu, viu o Pai. Como é que tu dizes: 'Mostra-nos o Pai'? 10Não acreditas que eu estou no Pai e o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo, mas é o Pai que, permanecendo em mim, realiza as suas obras. 11Acreditai-me: eu estou no Pai e o Pai está em mim. Acreditai ao menos, por causa destas mesmas obras.  

 

12Em verdade, em verdade vos digo, quem acredita em mim fará as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas. Pois eu vou para o Pai, 13e o que pedirdes em meu nome, eu o realizarei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. 14Se pedirdes algo em meu nome, eu o realizarei". Palavra da Salvação!

 

Comentário o Evangelho

Mostra-nos o Pai!


O diálogo com os discípulos torna-se mormente delicado quando Filipe, falando em nome dos demais, pede a Jesus: “Senhor, mostra-nos o Pai, e isto nos basta!” Pedido ousado, se considerarmos que a piedade bíblica excluía qualquer possibilidade de alguém ver Deus e permanecer vivo. Por isso, todos os relatos de manifestação de Deus – teofania – revelam que a pessoa que contempla a glória divina fica tomado de pavor, diante da possibilidade de morrer. Como, então, os discípulos de Jesus ousavam querer ver o Pai?


O Mestre procura levá-los a pensar a questão de maneira correta, numa perspectiva nova. Os discípulos esperavam uma teofania, no melhor estilo das teofanias do Antigo Testamento. Jesus, porém, intervém com algo muito mais simples. Coloca-se a si próprio como mediação da visão do Pai: “Quem me viu, viu o Pai! Você não acredita que estou no Pai e que o Pai está em mim?”.
A visão do Pai era a coisa mais desejada pelos discípulos. Bastaria dar um salto de qualidade para descobrir, na pessoa de Jesus, o rosto do Pai. E, para isso, era mister nutrir por Jesus fé idêntica à dedicada ao Pai. Sem uma fé verdadeira eles estariam privados da visão do Pai, ou continuariam a querer vê-lo, mas de maneira totalmente incorreta. A única forma de ver Deus Pai consiste em contemplá-lo na pessoa de Jesus.
[O EVANGELHO NOSSO DE CADA DIA, Ano A, ©Paulinas, 1997]

 

Oração da assembleia (Liturgia Diária)

Pelo Papa, pelos bispos, sacerdotes e diáconos, rezemos Atendei, Senhor, nossa prece.

Pelos que não aceitam o evangelho de Cristo, rezemos.

Pelos que não reconhecem Jesus como Filho de Deus, rezemos.

Pelos missionários que enfrentam todo tipo de dificuldade, rezemos.

Pelas vítimas do preconceito e da injustiça social, rezemos.

(preces espontâneas)

 

Oração sobre as Oferendas:

Dignai-vos, ó Deus, santificar estes dons e, aceitando este sacrifício espiritual, fazei de nós mesmos uma oferenda eterna para vós. Por Cristo, nosso Senhor.

 

Antífona da comunhão:

Pai, aqueles que me deste, quero que estejam comigo onde eu estiver, para que contemplem a glória que me deste, aleluia! (Jo 17, 24)

 

Oração Depois da Comunhão:

Tendo participado do sacramento do Corpo e do Sangue do vosso Filho, nós vos suplicamos, ó Deus, que nos faça crescer em caridade e eucaristia que ele nos mandou realizar em sua memória. Por Cristo, nosso Senhor.

 

Para sua reflexão: Conhecer quem é ele é conhecer o Pai. Vê-lo com olhos de fé é ver o Pai. Filipe formula a seu modo o pedido audaz de Moisés (Ex 33, 18). É a esperança do orante, a experiência de Jó. Ele o faz como todo homem religioso: contemplar Deus como sentido último da existência. Conhecer é uma das palavras-chaves do evangelho de João, muito importante também nas cartas paulinas. A união intima de Jesus com o Pai implica: a pessoa, as palavras, as obras; as três apontam para o Pai e convergem para ele. Pai é o espaço vital de Jesus, Jesus é o espaço de manifestação do Pai. Somente a fé o pode descobrir e contemplar.  [Bíblia do Peregrino, Paulus].

 

Manuel G. Gonzáles e Adílio Daronch

 

 

 

Padre Manuel Gomes Gonzalez nasceu em 29 de maio de 1877, em São José de Riberteme, Província de Fontevedra - Espanha. Foi ordenado sacerdote em 24 de maio de 1902 em Tui.


Em 1913, com grande espírito missionário e abertura de coração veio ao Brasil. Foi nomeado pároco da Igreja Nossa Senhora da Luz, em Nonoai, no Rio Grande do Sul. A 23 de janeiro de 1914, recebia a paróquia de Nossa Senhora da Soledade. Em 7 de dezembro de 1915, o bispo de Santa Maria - RS, Dom Miguel de Lima Valverde, nomeou Padre Manuel primeiro pároco da igreja Nossa Senhora da Luz, em Nonoai. Iniciando assim seu trabalho pastoral: organizou o Apostolado da Oração, a Catequese paroquial, o combate ao analfabetismo. Lutando com muitas dificuldades econômicas, reformou a igreja matriz.


Na páscoa de 1924, Padre Manuel recebeu carta do Bispo de Santa Maria, pedindo que fosse ao Regimento do Alto Uruguai, fazer a páscoa dos Militares e depois fosse até a colônia Três Passos, para atender aos colonos de origem alemã, que estavam esperando missa, batizados e a bênção do cemitério. Padre Manuel convidou o seu coroinha Adílio Daronch que o acompanhasse num longo itinerário pastoral, a serviço da Paróquia de Palmeira das Missões.


Adílio Daronch nasceu em Dona Francisca (RS), em 1908, filho de Pedro Daroch e Judite Segabinazzi, migrantes italianos vindo da Itália em 1883, com a família. Adílio era o terceiro filho do casal. Em 1912 a família foi morar em Passo Fundo, onde o pai aprendeu o ofício de fotógrafo. Alguns meses depois a família retorna para Nonoai onde exerce o ofício de fotógrafo e tinha uma pequena farmácia de homeopatia. A família de Pedro era muito religiosa. Eram grandes colaboradores do Padre Manuel. Adílio era coroinha e auxiliar nos serviços do altar e da paróquia.


Nesta época o Rio Grande do Sul vivia momentos conturbados. O estado acabava de passar pela revolução entre chimangos e maragatos (Revolução de 1923), em que houve muita violência e derramamento de sangue.


Padre Manuel e o coroinha Adílio Daronch dirigiram-se a cavalo, para o Alto Uruguai até a Colônia Militar, no Alto Uruguai, onde a 20 de maio, Adílio ainda ajudou na Páscoa de militares.


A caminho de Três Passos, ao chegar em "Feijão Miúdo" o coroinha Adílio e o padre Manuel foram surpreendidos por anticlericais e inimigos da religião. Foram levados para o mato, amarrados em árvores e fuzilados. Era o dia 21 de maio de 1924.

Os próprios colonos que encontraram os corpos amarrados em uma árvore os enterraram. Em cima da cruz da sepultura, escreveram: “mártires da fé, verdadeiros santos da Igreja, assassinados a 21 de maio de 1924”.


Quarenta anos depois, em 1964, os restos mortais foram desenterrados e os ossos foram levados para Nonoai, numa caravana, pela Diocese. Em 1997, a Diocese encaminhou o processo de beatificação. Foram escritos vários livros sobre estes mártires.


Em 2002: Na Visita Ad Limina, ao receber um abaixo-assinado dos bispos do Rio Grande do Sul, o Cardeal português, José Saraiva Martins, responsável pelas beatificações, nos disse:  "Vocês precisam divulgar mais esta causa dos mártires. A Igreja não pode beatificar uns mártires que apenas são conhecidos no Alto Uruguai. Alto Uruguai, parece ser de outro país, é preciso que esta causa venha a interessar a todo o Rio Grande e todo o Brasil, além disso, Espanha (onde padre Manuel nasceu e foi ordenado padre) e Portugal (onde trabalhou por mais de 10 anos na Arquidiocese de Braga) precisam conhecer esta causa".


Começou-se então um grande trabalho de divulgação. Falou-se diversas vezes a todos os Bispos do Brasil, em Itaici. Foram escritas cartas e e-mails aos bispos de Vigo (na Espanha) e Braga (em Portugal).


Dia 21 de outubro de 2007, foram beatificados, em Frederico Westphalen, os chamados mártires de Nonoai: o padre Manuel e o coroinha Adílio. A cerimônia foi presidida pelo cardeal José Saraiva Martins, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos que veio diretamente de Roma. Cerca de 40 mil fiéis estavam presentes à cerimônia.


Em sua homilia, o cardeal Martins destacou: "santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado".


Foi o que fizeram os dois novos bem-aventurados disse o cardeal. "Pela beleza e verdade de Cristo e do seu Evangelho, os dois novos bem-aventurados renunciaram a tudo, também a si próprios, também à sua própria vida, que é o maior tesouro que Deus nos deu".


Hoje, a Igreja reconhece a vitória do padre Manuel e do coroinha Adílio, prestando-lhes a homenagem da glória e reconhecendo a sua poderosa intercessão. [www.paulinas.org.br]

 

 

 

Tarde demais: os cristãos desapareceram!

 

Dom Redovino Rizzardo, cs, Bispo de Dourados - MS

 

Há poucos anos, um bispo francês veio ao Brasil em busca de sacerdotes, já que em sua pátria o número deles diminuía a cada dia. A iniciativa era também uma forma de retribuir pelo que os missionários europeus haviam feito no passado, evangelizando a América. Agora, eram os brasileiros que partiam para “converter” a Europa.

 

Um Instituto religioso acolheu o convite e enviou para lá alguns de seus membros. No dia em que tomaram posse da paróquia indicada pelo bispo, a surpresa foi amarga: a igreja estava vazia! Ninguém apareceu para lhes dar as boas vindas! Somente no final da missa, uma senhora entrou no templo e disse aos religiosos: «Vocês chegaram tarde demais! Aqui não há mais cristãos!».

 

Como se recorda, a França foi conhecida como a filha primogênita da Igreja, por ter sido o primeiro Estado católico do mundo.  De fato, na noite de Natal de 496, o rei Clóvis, acompanhado de uma multidão de nobres e soldados, recebeu o batismo, administrado por São Remígio, que lhe disse na ocasião: «Curva a tua cabeça: adora o que queimaste e queima o que adoraste!»

 

O que terá acontecido para tamanha transformação num país onde o catolicismo era a religião do Estado até a Revolução de 1789? E por que o cristianismo está sendo paulatinamente substituído pelo islamismo? E ainda: por que as próprias denominações pentecostais, tão aguerridas na América Latina, pouco ou nada conseguem na Europa (já que a descristianização não é privilégio da França)?

 

As respostas são inúmeras, diversificadas e até mesmo contraditórias, dependendo da ideologia de cada historiador ou sociólogo, de acordo, aliás, com a sentença dos antigos romanos: “Tantas são as sentenças quantas as cabeças!”

 

Uma delas foi dada por um meu antigo colega de sacerdócio, no Rio Grande do Sul. Há vários anos, estávamos viajando pela Europa e, em toda a parte, descobríamos um progresso jamais imaginado (naquela época!) no interior do Estado onde residíamos. Contudo, junto com o desenvolvimento econômico, social e tecnológico mais acentuado, nos deparávamos com o indiferentismo, a apatia e a perda da maior parte dos valores humanos que sustentam a pessoa e a sociedade. O contacto com essa desoladora realidade levou o meu amigo a afirmar: «Ao voltar para o Brasil, vou rever os meus conceitos de evangelização, pois percebo que o progresso econômico e científico faz mais mal do que bem se não for acompanhado pelo cultivo espiritual!»

 

Lembrei-me de tudo isso ao conferir o texto do Evangelho de João, que a liturgia preparou para o 4º domingo da quaresma de 2011 (Jo 4,1-42), cujo título poderia ser: “Jesus sacia a fome e a sede do homem”.

 

A uma mulher samaritana que buscava a felicidade numa relação afetiva e sexual superficial – já convivera com cinco homens e agora estava com o sexto –, Jesus responde: «Se conhecesses o dom de Deus e quem é que te diz “Dá-me de beber”, tu é que lhe pedirias, e ele te daria uma água viva!».

 

“Água viva”, porque, infelizmente, existe também “água morta”, que não só não sacia, mas é fonte de perdição para quem a bebe. Era o que lembrava o profeta Jeremias: «Ao pecarmos contra o Senhor, acabamos bebendo água envenenada» (Jr 8,14).

 

Continuando seu diálogo com a samaritana, Jesus avança um pouco mais e apresenta a rocha sobre a qual se deve alicerçar a religião para que não seja abatida pelas tempestades da vida e, sobretudo, da pós-modernidade: «Vós adorais o que não conheceis. Mas vem a hora – e é agora – em que os verdadeiros adoradores buscarão o Pai em espírito e verdade. Estes são os adoradores que o Pai procura. Deus é Espírito, e os que o adoram, devem fazê-lo em espírito e verdade!»

 

A única crença religiosa que o futuro garante será para quem se deixa guiar pelo Espírito e pela Verdade, onde os interesses e as necessidades de maior ou menor valia do ser humano estejam a serviço de sua realização eterna, como lembra Jesus no mesmo Evangelho: «Vós me procurais porque comestes e ficastes satisfeitos. Trabalhai não pelo alimento que perece, mas pelo alimento que dura para a vida eterna!» (Jo 6,26-27).

 

A afirmação de Tertuliano, se era válida para os primeiros anos da Igreja, é mais atual ainda no século XXI: «Ninguém nasce cristão; só o é quem se converte!».

 

 

 

A Comunhão Espiritual é um ato interior, consciencioso e sério, de desejar receber a Sagrada Comunhão, ou, mais especificamente, de se unir ao Senhor, e que normalmente deve acompanhar a própria Comunhão Sacramental. Todavia a Comunhão Espiritual pode ser feita sem a Comunhão sacramental, apenas por palavras, ou pensamentos interiores de uma íntima união com Cristo, em qualquer momento, que não deixará de conceder as Suas bênçãos.

 

 

 

 

O amor é o melhor padrinho do casamento, e a estima recíproca o seu amigo mais fiel. (P. Mantegazza)