Sábado, 11 de junho de 2011

São Barnabé (Apóstolo), memória 2ª Semana do Saltério (Livro III), cor Vermelha

 

Hoje: Dia do Educador Sanitário

 

Santos: Barnabé (considerado também como um dos virtuais Apóstolos), Paula Frassinetti, Parísio (monge camaldulense), Maria Rosas Mola e Vallvé; Félix e Fortunato (Aquiléia), João de São Facundo (professor de Direito e de Teologia em Salamanca e eremita de Santo Agostinho).

 

Antífona: Feliz foi Barnabé, santo de Deus, que mereceu ser contado entre os apóstolos. Era na verdade um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé, Aleluia. (At 11,24)

 

Oração: Ó Deus, que designastes São Barnabé, cheio de fé e do Espírito Santo para converter as nações, fazei que a vossa Igreja anuncie por palavras e atos o evangelho de Cristo que ele proclamou intrepidamente.. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

 

 

I Leitura: Atos (At 11,21b-26; 13,1-3)

Acreditar no evangelho e se converter

 

Naqueles dias, 11,21bmuitas pessoas acreditaram no Evangelho e se converteram ao Senhor. 22A notícia chegou aos ouvidos da Igreja que estava em Jerusalém. Então enviaram Barnabé até Antioquia.

23Quando Barnabé chegou e viu a graça que Deus havia concedido, ficou muito alegre e exortou a todos para que permanecessem fiéis ao Senhor, com firmeza de coração. 24É que ele era um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé. E uma grande multidão aderiu ao Senhor.


25Então Barnabé partiu para Tarso, à procura de Saulo. 26Tendo encontrado Saulo, levou-o a Antioquia. Passaram um ano inteiro trabalhando juntos naquela Igreja, e instruíram uma numerosa multidão. Em Antioquia os discípulos foram, pela primeira vez, chamados com o nome de cristãos.


13,1Na Igreja de Antioquia, havia profetas e doutores. Eram eles: Barnabé, Simeão, chamado o Negro, Lúcio de Cirene, Manaém, que fora criado junto com Herodes, e Saulo. 2Um dia, enquanto celebravam a liturgia, em honra do Senhor, e jejuavam, o Espírito Santo disse: “Separai para mim Barnabé e Saulo, a fim de fazerem o trabalho para o qual eu os chamei”. 3Então eles jejuaram e rezaram, impuseram as mãos sobre Barnabé e Saulo, e deixaram-nos partir. Palavra do Senhor!

 

Comentando a I Leitura

Expansão para Antioquia e ajuda a Jerusalém 

 

Os primeiros missionários para Antioquia só falavam aos judeus, mas cristãos da ilha de Chipre e de Cirene, na Líbia africana, converteram também muitos gregos. A Igreja mãe judaica em Jerusalém enviou Barnabé, originário de Chipre, para investigar esse progresso inesperado. Depois que confirmou esse novo tipo de Igreja que incluía pagãos, Barnabé obteve a ajuda de Paulo par lidar com ela. Em Antioquia, foi usado o nome “cristão” pela primeira vez, talvez porque a afluência de pagãos diferenciasse essa Igreja das comunidades judaicas.  

 

Quando profetas cristãos anunciaram que estava para acontecer uma grande fome, a Igreja de Antioquia enviou ajuda às igrejas da Judéia, demonstrando gratidão pelos missionários que lhes foram enviados. [Missal Cotidiano, ©Paulus]

 

 

Salmo: 97 (98), 1.2-3ab.3c-4.5-6 (R/.2b)
O Senhor fez conhecer seu poder salvador, e às nações sua justiça


Cantai ao Senhor Deus um canto novo, porque ele fez prodígios! Sua mão e o seu braço forte e santo alcançaram-lhe a vitória.


O Senhor fez conhecer a salvação, e às nações, sua justiça; recordou o seu amor sempre fiel pela casa de Israel.


Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus. Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, alegrai-vos e exultai!


Cantai Salmos ao Senhor ao som da harpa e da cítara suave! Aclamai, com os clarins e as trombetas, ao Senhor, o nosso Rei!

 

Evangelho: Mateus (Mt 10,7-13)

Missão dos Doze 

 

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 7“Em vosso caminho, anunciai: ‘O Reino dos Céus está próximo’. 8Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar! 9Não leveis ouro nem prata nem dinheiro nos vossos cintos; 10nem sacola para o caminho, nem duas túnicas nem sandálias nem bastão, porque o operário tem direito ao seu sustento.

 

11Em qualquer cidade ou povoado onde entrardes, informai-vos para saber quem ali seja digno. Hospedai-vos com ele até a vossa partida. 12Ao entrardes numa casa, saudai-a. 13Se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; se ela não for digna, volte para vós a vossa paz”. Palavra da Salvação!

 

Leituras paralelas: Mc 6,7-11; Lc 9,1-6; 10,1-11

 

 

Comentário o Evangelho

Portadores de paz

Os apóstolos foram orientados a saudar seus hospedeiros, dizendo: "A paz esteja nesta casa!" Esta saudação pode ser entendida como mera formalidade, e sinal de boa educação. Sem dúvida, Jesus não estava ensinando aos apóstolos apenas uma regra de boas maneiras.


A palavra hebraica shalom, traduzida como paz, é rica de sentidos. Significa prosperidade, bem estar, saúde, boa convivência com o próximo, respeito pela dignidade alheia, e tantas coisas mais. Tudo isto tem a ver com o Reino de Deus que anunciavam. Portanto, a paz desejada correspondia à salvação messiânica instaurada na história humana pelo ministério de Jesus. Aos apóstolos competia a tarefa de fazê-la chegar a todas as pessoas que encontrassem ao longo de suas andanças missionárias. Os milagres que os missionários iriam realizar devem ser entendidos no contexto da construção da paz almejada por Jesus. Ao curar os doentes, ressuscitar os mortos, purificar os leprosos e expulsar os demônios, estavam se colocando a serviço da vida, da reconstrução da dignidade humana, da libertação de todas as formas de opressão, da reconciliação das pessoas com Deus. Em suma, entregavam-se, de corpo e alma, à construção da paz. Quem os acolhia, tornava-se beneficiário desta paz messiânica e salvífica que os apóstolos tinham para oferecer. [O EVANGELHO DO DIA. Jaldemir Vitório. ©Paulinas, 1998]

 

Oração da assembleia (Deus Conosco)

Rezemos neste dia de São Barnabé, pedindo ao Senhor nosso Deus por nossas necessidades e as da evangelização em nosso mundo.

Por todos os que se empenham em viver sua fé, roguemos. Senhor, venha a nós vosso Reino!

Pela Igreja, para que seja firme, fiel e perseverante em sua missão, roguemos.

Por todos os cristãos que se empenham em viver sua fé e em testemunhar o evangelho de Cristo, roguemos.

Bendito quem ouve a Palavra do Senhor! Para que esta Semana da Unidade desperte em nós o amor fraterno, o diálogo sincero e a união pela justiça, rezemos ao Senhor.

Para que cessem os rancores e divisões entre pessoas, igrejas e nações, roguemos.

(preces espontâneas)

 

 

Prefácio dos Apóstolos II:

Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Vós constituístes a vossa Igreja sobre o alicerce dos Apóstolos, para que ela fosse, no mundo, um sinal vivo de vossa santidade e anunciasse a todo o mundo o Evangelho da salvação. Por essa razão, os anjos do céu, as mulheres e os homens da terra, unidos a todas as criaturas, proclamamos jubilosos vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:

 

Oração sobre as Oferendas:

Nós vos pedimos, ó Deus, que santifiqueis com a vossa bênção as nossas oferendas; acendam elas em nós a caridade, que impeliu São Barnabé a levar aos gentios a luz do Evangelho. Por Cristo, nosso Senhor.

 

Antífona da comunhão:

Já não vos chamo servos, diz o Senhor, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor. Chamei-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai. Aleluia. (Jo 15,15)

 

Oração Depois da Comunhão:

Ao recebermos, ó Deus, o penhor da vida eterna, dai-nos gozar na vossa luz o que celebramos sob o véu do sacramento, em honra do apóstolo São Barnabé. Por Cristo, nosso Senhor.

 

 

São Barnabé[1]

 

 

Embora eleito por Nosso Senhor, Barnabé faz parte do Colégio apostólico e, como São Paulo, é enumerado entre os primeiros propagandistas da religião de Jesus Cristo. Descendente da tribo de Levi, Barnabé era natural da ilha de Cipre, onde a família possuía vivenda. Tinha primitivamente o nome de José.


Discípulo de Gamaliel em Jerusalém, fez belos progressos no estudo das ciências e, sendo homem de caráter puro e espírito generoso, associou-se aos discípulos de Nosso Senhor. Depois da ascensão de Jesus Cristo, foi Barnabé um dos primeiros a vender os bens e entregar aos Apóstolos o troco da venda. Ao que parece, gozava José de grande estima entre os Apóstolos, que lhe mudaram o nome de para Barnabé, isto é, "filho da consolação". Se dermos crédito a São João Crisóstomo, o nome de Barnabé foi-lhe dado por causa da grande habilidade de consolar os aflitos.


O novo  Apóstolo tomou logo parte ativa na administração  da  Igreja,  e foi  ele quem apresentou São Paulo e São Tiago. A presença de Paulo em Jerusalém, de perseguidor que fora da Igreja, causava isso, tornava-se necessária uma recomendação especial; e esta foi tão bem feita, que São Pedro não pôs dúvida em hospedar o antigo perseguidor em sua própria casa, pelo período de quinze dias.


Quatro ou cinco anos depois, vemo-lo em Antioquia, para onde os Apóstolos o tinham mandado: pois a Igreja de Antioquia tinha feito grandes progressos.


As conversões tornaram-se tão numerosas, que Barnabé pediu o auxílio de São Paulo. Ambos trabalharam, com resultados esplêndidos, na nova comunidade, e foram os fiéis de Antioquia os primeiros que receberam o nome de cristãos. Barnabé apresenta-se como Apóstolo zelosíssimo, cheio de fé e do Espírito Santo, sempre disposto à luta contra as dificuldades que se lhe opunham... A vida foi-lhe continuado martírio, razão por que os Apóstolos, reunidos em Jerusalém, afirmaram em referência a ele e São Paulo, que esses dois Apóstolos sacrificaram a vida por amor do nome de Jesus Cristo. Foram eles os portadores das esmolas arrecadadas em Antioquia, para os cristãos famintos em Jerusalém.


Aos Apóstolos reunidos em oração, veio do Espírito Santo a inspiração de separar Paulo e Barnabé, para a pregação do Evangelho entre os pagãos. Para esse fim lhes impuseram as mãos, invocando sobre eles o Espírito Santo.


Sendo assim formalmente recebidos no Colégio dos Apóstolos, iniciaram os trabalhos apostólicos em Selêucia, na Síria. Associou-se-lhes João Marcos, sobrinho de Barnabé, e os Apóstolos estenderam a missão de Salamina e Pafos no Chipre, e a Perge na Panfília. Foi lá que João Marcos, com bastante pesar de Barnabé, se separou dos companheiros.


Paulo e Barnabé continuaram as viagens apostólicas e pregaram o Evangelho em Pisídia, na Icônia, Licaônia e Listris. Os pagãos, estupefatos pelos grandes milagres que testemunhavam, julgaram ver em Paulo o deus Mercúrio; na figura imponente de Barnabé, porém, quiseram reconhecer o deus Júpiter. Tão grande foi o entusiasmo pelos Apóstolos de Cristo, que quiseram construir um altar em sua honra e oferecer-lhes oblações, como a divindades, intento a que Barnabé e Paulo energicamente se opuseram.


Após longas viagens, voltaram a Antioquia, onde então se pronunciou o desacordo entre os cristãos por causa da observância da lei Mosaica. Barnabé e Paulo discordaram da opinião dos cristãos de origem judaica, que julgavam obrigatória a observação daquelas leis para todos os cristãos, mesmo para os que tinham vindo ou viessem do paganismo.

 

Um Concílio apostólico, celebrado no ano de 51, em Jerusalém, decidiu essa questão no sentido favorável a Barnabé e Paulo. Barnabé aliou-se outra vez a João Marcos e com ele trabalhou, ainda muitos anos na vinha do Senhor.

 

É opinião de muitos que tenha chegado até Milão. São Carlos Borromeu, fazendo referência a São Barnabé, chama-o Apóstolo de Milão. Barnabé morreu na ilha de Chipre, vítima do fanatismo religioso dos judeus, que os lapidaram. O corpo foi descoberto em 485. Sobre o peito estava uma cópia do Evangelho de São Marcos, feita por ele mesmo.

 

 

Unidos pela oração no jubileu pontifício

Dom Orani João Tempesta, O. Cist., Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro - RJ

 

No dia 29 de junho, que seria o dia da celebração da Solenidade dos Apóstolos São Pedro e São Paulo, por motivos pastorais, para que os fiéis acorram pressurosos e mais numerosos à Celebração, foi transferida no Brasil para o Domingo mais próximo. Celebraremos nesse dia, os 60 anos de ordenação sacerdotal do Sucessor de Pedro, o nosso amado Papa Bento XVI, gloriosamente reinante no seu sexto ano de pontificado. Será, portanto, o seu jubileu de diamante de sacerdócio, dia de grande ação de graças para ele e para toda a Igreja que ele governa, no dizer de Santa Catarina de Sena, “como o doce Cristo na terra”.

 

Para a celebração de tal efeméride, a Congregação para o Clero, na pessoa do seu prefeito, o Emmo. Sr. Cardeal Mauro Piacenza, solicitou a todas as circunscrições eclesiásticas que dedicassem um tempo de oração pelo Santo Padre, expressando isso nestes termos: “a ocasião é particularmente propícia para unirmo-nos mais ao Romano Pontífice, para darmos testemunho da nossa gratidão, afeto e comunhão no serviço que oferece a Deus e à Igreja. Mas, sobretudo, em sinal de gratidão por aquele “resplendor da verdade no mundo” que o seu alto Magistério continuamente realiza”.  O pedido é feito para que o povo de Deus, e em especial os sacerdotes, ofereçam “sessenta horas de Adoração Eucarística”, continuadas ou distribuídas durante este mês de junho, pela santificação do clero e para obter de Deus o dom de novas e santas vocações sacerdotais”.

 

Sessenta anos vivendo e agindo como alter Christus, oferecendo o santo sacrifício da Missa, que torna Jesus, em corpo, sangue, alma e divindade presente nos altares: “remédio da imortalidade, antídoto para não morrer”.

 

Ser sacerdote é ser, ao mesmo tempo, o homem do culto, o homem profeta e o homem de governo; essas são as três perspectivas do sacerdócio, as três definições do ser padre, os três retratos de si mesmo, que em seu conjunto constituem o único. Partindo do carisma do exercício do governo, que essencialmente é serviço, o ministério sacerdotal é sintetizado no serviço da palavra e dos sacramentos, especialmente no da Penitência e da Eucaristia. A consagração sacerdotal deve ser vista à luz da consagração de Cristo na Encarnação. Ele é aquele que o Pai consagrou e enviou ao mundo, para que o mundo fosse salvo por meio dele. Assim, todo sacerdote é consagrado para exercer intimamente unido ao sacerdócio de Cristo, a sua missão de levar os homens até Cristo na administração dos sacramentos.

 

Chamado a agir in Persona Christi, o sacerdote é chamado a viver a santidade como busca constante da sua espiritualidade que, em linhas gerais, deve ser: espiritualidade ministerial, ou seja, de “conformação” ao Cristo cabeça, pois a sagrada ordenação imprime nos ordenados um caráter ontológico que, configurando-o a Cristo, o eleva à condição de seu representante e o habilita a agir em seu nome; espiritualidade esponsal, pois, de fato, na tradição ocidental vem eleito ao presbiterato quem já se tornou disponível para dedicar-se totalmente a Cristo o seu próprio coração e o próprio corpo. Essa total “dedicação” foi considerada como um verdadeiro dom da consagração sacerdotal; espiritualidade fraterna, essa é aquela da amizade, que, em virtude da sagrada ordenação e de missão de todos os presbíteros, são ligados entre si por uma íntima fraternidade, amizade que conduz à própria comunicação da fé, salvando o presbítero da solidão e do ativismo, que o ajuda a ser forte e fiel, impulsiona-o a dedicar-se com ainda mais generosidade ao seu ministério.

 

Somos convidados a fazer dessa ocasião um momento de profunda oração, recordar os sessenta anos em sessenta horas de louvor a Jesus Eucarístico, o sacerdote, altar e cordeiro, agradecendo a Deus por ter chamado o nosso Papa para esse ministério e, ao mesmo tempo, por chamar cada dia homens que se disponham a ser dispensadores dos mistérios da misericórdia de Deus.

 

Essas sessenta horas em nossa arquidiocese serão celebradas entre os dias 20 de junho ao dia 1º de Julho conforme orientações e sugestões distribuídas às paróquias. Será essa certamente a nossa forma de estar presente à festa do Santo Padre, e é dar de presente essa verdadeira coroa de orações, ao mesmo tempo em que rezamos pelos nossos padres.

 

Unamo-nos, pois, nesta jornada eucarística, às orações do Santo Padre, que são sem dúvida de grande desejo para que todos os sacerdotes, recordando a grande vocação a que foram chamados, vivam-na na santidade, imitando aquele que é santo por antonomásia, que é três vezes santo. [Fonte: CNBB]

 

Educação Sanitária

Educação Sanitária é a denominação dada à prática educativa que tem como objetivo induzir a população a adquirir hábitos que promovam a saúde e evitam doenças.

 

A aplicação de conceitos relacionados com o meio ambiente está se tornando uma necessidade, pois a cada dia vemos nosso planeta ser ameaçado pela poluição, e o pior: o próprio homem é responsável por grande parte da destruição de seu habitat natural.

 

A Educação Sanitária se faz fundamental em um contexto escolar como também em casa, para promover hábitos higiênicos necessários à manutenção da saúde e do bem estar. A própria palavra hábito já traduz o objetivo principal: comportamento que se repete periodicamente. Mas a rotina de hábitos higiênicos parece tediosa principalmente para as crianças.

 

Como conscientizar desde cedo a necessidade de zelar da saúde própria, como também a do ambiente?

 

- O educando deve se interessar pela saúde de seu próprio corpo, não deixando apenas para o médico, o dentista ou educador sanitário cuidar dessa parte. Educador estimule seus alunos a criarem o hábito de lavar as mãos antes das refeições como também escovar os dentes após suas refeições;

 

- A prática diária de higiene pessoal deve ser associada ao prazer, ou seja, deve ser agradável. Para isso desenvolva de forma gradativa com cada aluno o hábito de higienizar, faça com que se interessem pelo próprio bem estar, conforto e que essa atividade se transforme em um momento de lazer.

 

- Estabeleça um parâmetro entre higiene pessoal e os cuidados com a natureza. Se nos sentimos bem quando estamos limpos, por que não deixar a grama, os jardins, os rios, as praias, nossa casa, a escola, enfim, tudo que está ao nosso redor limpinho também? Aplique o conceito: jogue lixo no lixo e não deixe o meio ambiente poluído.

 

A mudança consciente motivada por necessidades sentidas fará com que pequenos cidadãos cuidem de seu próprio corpo como também do meio em que vivem. [Por Líria Alves, Equipe Brasil Escola]

 

Toda criação autêntica é suscitada pelo Espírito Santo que está misteriosamente

presente no coração dos seres humanos. (João Paulo II)

 



[1] Associação do Senhor Jesus (www.asj.org.br)