Terça-feira, 1º de janeiro de 2011

Solenidade da Santa Mãe de Deus, Maria, 2ª Semana do Saltério, Livro I, cor Branca

 

 

Hoje: Dia Mundial da Paz, Dia da Fraternidade Universal, Dia do Município, Dia do Mercosul.

 

Santos: Basílio d’Aix-en-Provence (bispo), Claro de Saint-Marcel (abade), Concórdio de Spoleto (presbítero, mártir), Eugênio de Condat (abade), Eufrosina (virgem, mártir), Félix de Bourges (bispo), Fulgêncio de Ruspe (monge, bispo), Guilherme de Dijon (abade), José Maria Tommasi (cardeal), Justino de Chieti (bispo), Odilo de Cluny (abade), Pedro de Atroa (abade), Telêmaco (monge, mártir em Roma), Vicente Strambi (bispo de Macerata e Tolentino), Adalberto de Liége (bispo, bem-aventurado), Hugolino de Gualdo (eremita, bem-aventurado), Zedislava Berka (mãe de família, bem-aventurada).

 

Antífona: Salve, ó santa mãe de Deus, vós destes à luz o rei que governa o céu e a terra pelos séculos eternos. (Sedúlio[1])

 

Oração: Ó Deus, que pela virgindade fecunda de Maria destes à humanidade a salvação eterna, dai-nos contar sempre com a sua intercessão, pois ela nos trouxe o autor da vida. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

 

 

I Leitura: Números (Nm 6, 22-27)

Bênção de Deus a seu povo

 

22O Senhor falou a Moisés, dizendo: 23"Fala a Aarão e a seus filhos: Ao abençoar os filhos de Israel, dizei-lhes: 24´O Senhor te abençoe e te guarde! 25O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face, e se compadeça de ti! 26O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a paz!' 27Assim invocarão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei". Palavra do Senhor!

 

Leitura paralela: Salmo 67 (bênção precatória). O que aqui era pronunciado pelos sacerdotes aaronitas, no Sl 67 se usa o plural coletivo “nós”.  Os versículos de 24 a 26 são conhecidos também como Bênção de São Francisco de Assis.

 

 

Comentando a I Leitura

“Porão o meu nome sobre os filhos de Israel”

O livro dos Números certifica aos sacerdotes levitas que, ao pronunciarem essa bênção, o nome de Deus estará sobre os filhos de Israel (6,27). Era nessa ocasião que os sacerdotes tinham a permissão de pronunciar o nome de Deus dentro do templo de Jerusalém. Com a destruição do Templo, o nome de Deus deixou de ser pronunciado e foi substituído pelo termo “Senhor”.

 

 “O SENHOR te abençoe e te guarde” (v. 24). “Abençoar”, na cultura de Israel, inclui almejar todo tipo de coisas boas, sejam materiais, sentimentais, sociais, espirituais. “Guardar” se refere à proteção de Deus. “Fazer resplandecer a face” (v. 25) significa lançar um olhar favorável. “Mostrar a face” (v. 26) quer dizer fixar a atenção em alguém com um propósito benevolente, em contraste com a angústia experimentada quando Deus esconde o rosto.

 

O último pedido, para que Deus conceda a paz (shalom), é o mais importante de todos. Em hebraico, shalom significa muito mais que a ausência de conflitos, mas inclui todo tipo de bem-estar, entre os quais a salvação.

 

Então, a bênção de Nm 6,22-27 nos apresenta Deus como um Pai bondoso que deseja dar tudo o que é bom ao ser humano, também a salvação, que é seu próprio Filho, Jesus. [Aíla Luzia Pinheiro Andrade, nj, Vida Pastoral n.276, Paulus]

 

 

 

Salmo: 67(66), 2-3.5.6 e 8 (R/.2a)
Que Deus nos dê a sua graça e sua bênção

 

2Que Deus nos dê a sua graça e sua bênção, e sua face resplandeça sobre nós! 3Que na terra se conheça o seu caminho e a sua salvação por entre os povos.

 

5Exulte de alegria a terra inteira, pois julgais o universo com justiça; os povos governais com retidão, e guiais, em toda a terra, as nações.

 

6Que as nações vos glorifiquem, ó Senhor, que todas as nações vos glorifiquem! 8Que o Senhor e nosso Deus nos abençoe, e o respeitem os confins de toda a terra!

 

II Leitura: Carta de S. Paulo aos Gálatas (Gl 4, 4-7)

O filho de Deus, nascido de uma mulher

 

Irmãos, 4quando se completou o tempo previsto, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher, nascido sujeito à lei, 5a fim de resgatar os que eram sujeitos à lei e para que todos recebêssemos a filiação adotiva. 6E porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito do seu Filho, que clama: Abbá - ó Pai! 7Assim já não és escravo, mas filho; e se és filho, és também herdeiro: tudo isso por graça de Deus. Palavra do Senhor!

 

Comentando a II Leitura

O Espírito clama em nós: Abba, Pai!

 

Paulo utiliza uma alegoria para falar sobre nossa participação na filiação divina. Na Antiguidade, ainda que potencialmente um menino fosse o herdeiro da família, não poderia exercer a plena liberdade e autonomia de um adulto enquanto não adquirisse a idade previamente estabelecida pelo pai.

 

Em se tratando de um órfão, era comum o recurso a um curador (v. 2) ou tutor que representasse legalmente o menor até que este alcançasse a maioridade. Durante o período da menoridade, o herdeiro não usufruía totalmente da herança.

 

Na alegoria de Paulo, algo semelhante se verificou com a humanidade antes da encarnação, morte e ressurreição de Jesus. Quando se completou o tempo previamente estabelecido pelo Pai, o Filho de Deus nasceu de uma mulher (tornou-se humano) para elevar a humanidade inteira à maioridade e pleno usufruto da herança eterna que é a filiação divina.

 

Jesus nasceu submisso à Lei para redimir os que estavam sob a lei da menoridade e assim elevá-los a uma relação superior, a adoção de filhos com plenos direitos de cidadania no reino de Deus.

 

Paulo afirma que o Espírito foi enviado após o Cristo. Isso significa que a Trindade está envolvida na realização da filiação divina do ser humano. É pelo Espírito do Ressuscitado que o cristão clama Abba. No idioma aramaico, a palavra Abba significa “Pai”. Jesus usava esse termo quando se referia a Deus, e agora também nós o podemos usar porque, pelo Espírito de Cristo, somos herdeiros de todas as bênçãos recapituladas na salvação integral do ser humano. [Aíla Luzia Pinheiro Andrade, nj, Vida Pastoral n.276, Paulus]

 

Evangelho: Lucas (Lc 2, 16-21)

Jesus, filho de Maria

 

Naquele tempo, 16Os pastores foram às pressas a Belém e encontraram Maria, José e o recém-nascido deitado na manjedoura. 17Tendo-o visto, contaram o que lhes fora dito sobre o menino. 18E todos os que ouviram os pastores ficaram maravilhados com aquilo que contavam. 19Quanto a Maria, guardava todos estes fatos e meditava sobre eles em seu coração. 20Os pastores voltaram, glorificando e louvando a Deus por tudo que tinham visto e ouvido, conforme lhes tinha sido dito. 21Quando se completaram os oito dias para a circuncisão do menino, deram-lhe o nome de Jesus, como fora chamado pelo anjo antes de ser concebido. Palavra da Salvação!

 

Leitura paralela: Mt 1, 18-25

 

 

Comentando o Evangelho

Foi-lhe dado o nome de Jesus

As promessas de Deus haviam sido feitas a pastores tais como Abraão, Isaac, Jacó, Moisés, Davi e outros. Por isso os anjos anunciam o cumprimento dessas promessas aos pastores nos arredores de Belém. O evangelho destaca o sinal da salvação: o recém-nascido está na manjedoura, lugar onde é posto o alimento. Jesus, desde o início, vem ao mundo como alimento, e o lugar do reconhecimento do Salvador dá-se na eucaristia, fonte e ápice da vida cristã.

 

Com a circuncisão, Jesus é inserido na comunidade judaica e na primeira aliança. Isso significa que Jesus não é um mito, mas participa em tudo da realidade histórica, é alguém inserido no mundo e sujeito às suas leis.

 

“Deram-lhe o nome de JESUS, como lhe chamara o anjo” (v. 21). É o próprio Deus, e não os seres humanos, quem dá o nome Jesus (Salvador), e com isso o evangelho assegura que todas as promessas feitas a Israel agora foram realizadas, o tempo da espera pelo Messias terminou. [Aíla Luzia Pinheiro Andrade, nj, Vida Pastoral n.276, Paulus]

 

 

Palavra se faz oração (Missal Dominical)

Pela paz, bênção de Deus, para que os cristãos se empenhem em realizá-la juntamente com todos os homens de boa vontade, rezemos ao Senhor: Abençoai o vosso povo, Senhor!

Pelas comunidades cristãs, para que, no novo ano que começa, cresçam na inteligência da fé, na coragem em denunciar todo atentado contra o home, filho de Deus, na ação eficaz pela libertação dos irmãos, rezemos ao Senhor.

Pelos recém-nascidos e por suas famílias, para que sintam a proteção de Maria, Mãe de Deus, rezemos ao Senhor.

Pela nossa comunidade, para que a eucaristia nos dê alegria e paz, força nas provações, abertura e disponibilidade no acolhimento fraterno, rezemos ao Senhor.

(Outras intenções)

 

 

Oração sobre as Oferendas:

Ó Deus, que levais à perfeição os vossos dons, concedei aos vossos filhos, na festa da Mãe de Deus, que, alegrando-se as primícias da vossa graça, possam alcançar a sua plenitude. Por Cristo, nosso Senhor.

 

Antífona da comunhão:

Jesus Cristo ontem e hoje, e por toda a eternidade. (Hb 13,8)

 

Depois da Comunhão:

Ó Deus de bondade, cheios de júbilo, recebemos os sacramentos celestes; concedei que eles nos conduzam à vida eterna, a nós que proclamamos a Virgem Maria, Mãe de Deus e Mãe da Igreja. Por Cristo, nosso Senhor.

 

 

Maria dá ao mundo Cristo, nossa paz

 

Na oitava do Natal se celebra a festa de "Maria, Mãe de Deus". Na verdade, as leituras bíblicas põem a tônica no "filho de Maria" e no "Nome do Senhor", mais do que em Maria.

 

De fato, a antiga "bênção sacerdotal" é ritmada pelo nome do Senhor, repetido no início de cada versículo (1ª leitura); o texto de são Paulo acentua a obra de libertação e salvação realizada por Cristo, na qual é engastada a figura de Maria, graças à qual o Filho de Deus pôde vir ao mundo como verdadeiro homem (2ª leitura); o evangelho termina com a imposição do nome de Jesus, enquanto Maria participa em silêncio do mistério deste filho nascido de Deus.

 

Essa atenção preponderante sobre o "Filho" não reduz o papel da Mãe; Maria é totalmente Mãe porque esteve em total relação com Cristo; por isso, honrando-a, o Filho é mais glorificado.

 

Quanto ao titulo de Mãe de Deus, exprime a missão de Maria na história da salvação, que está na base do culto e da devoção do povo cristão, uma vez que Maria não recebeu o dom de Deus só para si, mas para levá-lo ao mundo.

 

Mãe de Deus - Mãe do homem

O significado etimológico do nome Jesus, "Deus salva", nos introduz de cheio no mistério do Cristo: da encarnação ao nascimento, à circuncisão, até a realização pascal da morte-ressurreição, Jesus é em todo o seu ser a perfeita bênção de Deus, e dom de salvação e de paz para todos os homens; em seu nome somos salvos (cf At 2,21; Rm 10,13). Ora, essa oferta de salvação vem por Maria e ela a apresenta ao povo de Deus, como outrora aos pastores. Maria, que deu a vida ao Filho de Deus, continua a apresentar aos homens a vida divina. É, por isso, considerada mãe de cada homem que nasce para a vida de Deus, e mãe de todos. Com os orientais, também nós honramos "Maria sempre Virgem, solenemente proclamada santíssima Mãe de Deus pelo Concílio de Éfeso, para que Cristo fosse reconhecido, em sentido verdadeiro e próprio, Filho de Deus e Filho do homem".

 

Mensageiro da paz evangélica

É em nome de Maria, mãe de Deus e mãe dos homens, que hoje se celebra no mundo inteiro o "dia da paz"; aquela paz que Maria, uma de nós, encontrou no abraço infinito do amor divino; aquela paz que Jesus veio trazer aos homens que creram no amor. Em sentido bíblico, a paz é o dom messiânico por excelência, é a salvação trazida por Jesus, é a nossa reconciliação e pacificação com Deus. É também um valor humano a ser realizado no plano social e político, mas lança suas raízes no mistério de Cristo.

 

A fé em Cristo, paz entre Deus e os homens e paz entre os homens mutuamente, mostra-se claramente na parte que toma o cristão nos esforços da humanidade pela paz do mundo. A paz de Cristo não é diferente da paz do homem; é simplesmente "a paz", e merece que se dedique a vida para buscá-la e obtê-la.

 

O Magistério da Igreja sempre procurou atrair a atenção para a premente necessidade de fazer da paz uma dimensão efetiva da realidade. Tem pregado verdadeiramente "sobre os telhados" o anúncio da sua paz, baseada na verdade, na justiça, no amor e na liberdade que são "os quatro pilares da casa da paz" aberta a todos (João XXIII, 11-4-1963). Não se pode esquecer a suave e ao mesmo tempo fortíssima voz de Paulo VI que testemunhava aos representantes de todas as nações da terra a mensagem da paz de Cristo, profundamente terrena e divina.

 

Nunca mais uns contra os outros

"E agora nossa mensagem atinge o seu vértice; o vértice negativo. Esperais de nós esta palavra, que não pode deixar de se revestir de gravidade e solenidade: nunca mais uns contra os outros, nunca, nunca mais! Foi principalmente com este objetivo que surgiu a Organização das Nações Unidas; contra a guerra e pela paz! Ouvi as claras palavras de uma grande personagem desaparecida John Kennedy, que há alguns anos proclamava: 'A humanidade deve pôr fim à guerra, ou a guerra porá fim à humanidade'. Não são necessárias muitas palavras para proclamar isto como finalidade máxima desta instituição. Basta lembrar que o sangue de milhões de homens e inúmeros e inauditos sofrimentos, inúteis e formidáveis ruínas confirmam o pacto que vos une, com um juramento que deve mudar a história futura do mundo: nunca mais a guerra, nunca mais a guerra! A paz, a paz deve guiar o destino dos povos e da humanidade toda! Se quereis ser irmãos, deixai cair as armas de vossas mãos. Não se pode amar com armas ofensivas em punho" (Paulo VI, Discurso à ONU, 4-10-1965). MISSAL DOMINICAL, © Paulus, 1995

 

 

Papa escolhe tema para Dia Mundial da Paz 2011

 

"Liberdade religiosa, caminho para a paz" é o tema escolhido por Bento XVI para a celebração do 44º Dia Mundial da Paz, em 1º de janeiro de 2011.

 

O tema foi apresentado na manhã desta terça-feira, 13. "O Dia colocará em relevo o tema da liberdade religiosa. Isso enquanto no mundo registram-se diversas formas de limitação ou negação da liberdade religiosa, de discriminação e marginalização baseadas na religião, levadas até a perseguição e à violência contra as minorias religiosas", indica um comunicado divulgado pela Sala de Imprensa da Santa Sé.

 

O texto continua: "A liberdade religiosa, portanto, existe autenticamente quando é coerente com a busca da verdade e com a verdade do ser humano. Isso nos ofecere um critério fundamental para o discernimento do fenômeno religioso e de suas manifestações. Permite-nos, com efeito, excluir a "religiosidade" do fundamentalismo, da manipulação e da instrumentalização da verdade e da verdade do ser humano. Dessa forma, tudo o que se oponha à dignidade do ser humano se opõe à busca da verdade, e não pode ser considerado como liberdade religiosa".

 

A nota recorda o que já foi afirmado por Bento XVI diante da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU): "os direitos humanos devem incluir o direito de liberdade religiosa, compreendido como expressão de uma dimensão que é ao mesmo tempo individual e comunitária, uma visão que manifesta a unidade da pessoa, mesmo distinguindo claramente entre a dimensão de cidadão e a de crente".

 

Atualmente, são muitas as áreas do mundo nas quais persistem formas de limitação à liberdade religiosa, seja onde as comunidades de crentes são uma minoria, seja onde as comunidades de crentes não são uma minoria e sofrem também de formas mais sofisticadas de discriminação e marginalização, no plano cultural, e de participação na vida pública civil e política.

 

"É inconcebível que crentes devam suprimir uma parte de si mesmos, a sua fé, para serem cidadãos ativos; nunca deveria ser necessário renegar Deus para poder gozar dos próprios direitos. Os direitos relacionados com a religião necessitam como nunca de serem protegidos se forem considerados em conflito com a ideologia secular prevalecente ou com posições de uma maioria religiosa de natureza exclusiva", continuou o Papa no discurso à ONU.

 

O comunicado conclui ressaltando que "o ser humano não pode ser fragmentado, dividido por aquilo que crê, porque aquilo no que crê tem um impacto sobre sua vida e pessoa. O rechaço a reconhecer a contribuição à sociedade que está enraizada na dimensão religiosa e na busca do Absoluto - expressão por sua própia natureza da comunhão entre pessoas- privilegiaria efetivamente uma abordagem individualista e fragmentaria a unidade da pessoa".

 

O Dia Mundial da Paz é celebrado desde 1968. [Fonte: Vatican Information Service]

 

Temas sobre o Dia Mundial da Paz desde 1969

 

Ano

Tema sobre a paz

1968

 O Dia Mundial da Paz.

1969

 A promoção dos Direitos do Homem, Caminho para a Paz.

1970

 A Educação para a Paz.

1971

 Todo o Homem é meu irmão.

1972

 Se queres a Paz, trabalha pela Paz.

1973

 A Paz é possível.

1974

 A Paz depende de Ti.

1975

 A Reconciliação, Caminho para a Paz.

1976

 As verdadeiras Armas da Paz.

1977

 Se queres a Paz, defende a Vida.

1978

 Não à Violência, Sim à Paz.

1979

 Para alcançar a Paz, sim à Paz.

1980

 A Verdade, Força da Paz.

1981

 Para servir a Paz, respeita a Liberdade.

1982

 A Paz, Dom de Deus, confiado aos Homens.

1983

 O diálogo  para  a Paz, um  desafio  para  o nosso tempo.

1984

 De um coração novo nasce a Paz.

1985

 A Paz e os Jovens caminham juntos.

1986

 A Paz, valor sem fronteiras.

1987

 Desenvolvimento e solidariedade, chaves da Paz.

1988

 Liberdade de invocar Deus, Caminho para a Paz.

1989

 Se queres a Paz respeita as minorias.

1990

 A Paz com Deus Criador, Paz com toda a Criação.

1991

 Se queres a Paz respeita a consciência de todo o Homem.

1992

 Crentes unidos na Construção da Paz.

1993

 Se queres a Paz vai ao encontro dos Homens.

1994

 Da Família nasce a Paz para a Humanidade.

1995

 Mulher educadora da Paz.

1996

 Asseguremos às Crianças um futuro de Paz.

1997

  Oferece o Perdão, recebe a Paz.

1998

  Da Justiça de cada um, nasce a Paz para todos.

1999

No  respeito  pelos  direitos  humanos, o  segredo da verdadeira Paz.

2000

Paz na Terra aos homens que Deus ama.

2001

Diálogo entre as culturas para uma civilização de amor e paz.

2002

Não há paz sem justiça, não há justiça sem perdão.

2003

Pacem in Terris: Um compromisso permanente.

2004

Um compromisso sempre atual:Educar a paz.

2005

Não te deixes vencer pelo mal, vence o mal com o bem

2006

Na verdade, a paz.

2007

A paz verdadeira exige respeito dos direitos humanos.

2008

Família Humana: Comunidade de Paz

2009

Combater a pobreza, construir a paz

2010

Se queres a paz, cuidas da criação

2011

Liberdade religiosa, caminho para a paz

 

 



[1] Coelius Sedulius (Celio Sedúlio), sacerdote e poeta latino do século V. Acredita-se que tenha nascido na Itália, onde estudou filosofia. É citado como presbítero por Isidro de Sevilla. É conhecido principalmente por ser o autor de Carmen Paschale, poema épico que consta de cinco livros, baseado na vida de Jesus, especialmente nos evangelhos de Mateus e Lucas.