Quarta-feira, 3 de agosto de 2011

XVIII Semana do Tempo Comum, Ano Impar, 2ª do Saltério (Livro III), cor Litúrgica Verde

 

Hoje: Dia do Tintureiro e dia do Capoerista

 

Santos: Agábio de Verona (bispo), Aristarco de Tessalônica (bispo, mártir), Cicco de Pesaro (ordem franciscana secular, bem-aventurado)Eufrônio de Tours (bispo, 573), João Maria Vianney (padre, 1859), Lugaido, Iá (Pérsia, mártir), Eleutério (Constantinopla), Eufrônio (573), Protásio de Colônia (mártir), Rainério de Spalatro (monge, bispo, mártir), Tertulino de Roma (presbítero, mártir), William Horne e Companheiros (monges, mártires, bem-aventurados).

 

Antífona: Meu Deus, vinde libertar-me, apressai-vos, Senhor em socorrer-me. Vós sois o meu socorro e o meu libertador; Senhor, não tardeis mais.

 

Oração: Manifestai, ó Deus, vossa inesgotável bondade para com os filhos e filhas que vos imploram e se gloriam de vos ter como criador e guia, restaurando para eles a vossa criação e conservando-a renovada. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

 

 

I Leitura: Número (Nm 13, 1-2a.25-14,1.26-30.34-35)

Falso relatório suscita revolta

 

Naqueles dias, 1o Senhor falou a Moisés, no deserto de Fará, dizendo: 2a“Envia alguns homens para explorar a terra de Canaã, que vou dar aos filhos de Israel. Enviarás um homem de cada tribo, e que todos sejam chefes”. 25Ao fim de quarenta dias, eles voltaram do reconhecimento do país, 26e apresentaram-se a Moisés, a Aarão e a toda a comunidade dos filhos de Israel, em Cades, no deserto de Fará. E, falando a eles e a toda a comunidade, mostraram os frutos da terra, 27e fizeram a sua narração, dizendo: "Entramos no país, ao qual nos enviastes, que de fato é uma terra onde corre leite e mel, como se pode reconhecer por estes frutos.

 

28Porém, os habitantes são fortíssimos, e as cidades grandes e fortificadas. Vimos lá descendentes de Enac; 29os amalecitas vivem no deserto do Negueb; os hititas, jebuseus e amorreus, nas montanhas; mas os cananeus, na costa marítima e ao longo do Jordão". 30Entretanto Caleb, para acalmar o povo revoltado, que se levantava contra Moisés, disse: "Subamos e conquistemos a terra, pois somos capazes de fazê-lo". 31Mas os homens que tinham ido com ele disseram: "Não podemos enfrentar esse povo, porque é mais forte do que nós". 32E, diante dos filhos de Israel, começaram a difamar a terra que haviam explorado, dizendo: "A terra que fomos explorar é uma terra que devora os seus habitantes: o povo que ai vimos é de estatura extraordinária. 33Lá vimos gigantes, filhos de Enac, da raça dos gigantes; comparados com eles parecíamos gafanhotos". 14,1Então, toda a comunidade começou a gritar, e passou aquela noite chorando. 26O Senhor falou a Moisés e Aarão, e disse: 27"Até quando vai murmurar contra mim esta comunidade perversa? Eu ouvi as queixas dos filhos de Israel. 28Dize-lhes, pois: 'Por minha vida, diz o Senhor, juro que vos farei assim como vos ouvi dizer! 29Neste deserto ficarão estendidos os vossos cadáveres. Todos vós que fostes recenseados, da idade de vinte anos para cima, e que murmurastes contra mim, 30não entrareis na terra na qual jurei, com mão levantada, fazer-vos habitar, exceto Caleb, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num.

 

34Carregareis vossa culpa durante quarenta anos, que correspondem aos quarenta dias em que explorastes a terra, isto é, um ano para cada dia; e experimentareis a minha vingança. 35Eu, o Senhor, assim como disse, assim o farei com toda essa comunidade perversa, que se insurgiu contra mim: nesta solidão será consumida e morrerá"'. Palavra do Senhor!

 

 

Comentando a I Leitura

Desprezaram uma terra de delícias 

 

No deserto o povo é por demais inerte, não colabora com Deus, precede a seu modo e é infiel à aliança. É causador dos próprios males que, entretanto, imputa a Deus. A severa punição de Deus consiste simplesmente em deixá-los em sua inércia: aterrorizados com os espantalhos dos exploradores, não ousarão prosseguir viagem rumo à terra prometida e morrerão no deserto, até que surjam novas gerações, jovens, animosas, mas confiantes em Deus, que hão de colaborar em sua obra.“Ajuda-te que Deus te ajuda” é um provérbio sábio. É necessário confiar em Deus e agir: as duas coisas juntas, não uma sem a outra (cf. 1Cor 15,10). Muitas vezes, em face de situações graves, de provações, quereremos tornar atrás, resignados com pouco, a fim de não ter de enfrentar a luta. Contamos só com nossas forças e estas falham: tememos obstáculos e inimigos hipotéticos, e eis-nos bloqueados! Confiemos em Deus! [Comentário Bíblico, © Edições Loyola, 1999]

 

 

Salmo: 105 (106), 6-7a.13-14.21-22.23 (R/.4a)
Lembrai-vos de nós, ó Senhor, segundo

o amor para com vosso povo!

 

Pecamos como outrora nossos pais, praticamos a maldade e fomos ímpios; no Egito nossos pais não se importaram com os vossos admiráveis grandes feitos.

 

Mas bem depressa esqueceram suas obras, não confiaram nos projetos do Senhor. No deserto deram largas à cobiça, na solidão eles tentaram o Senhor.

 

Esqueceram-se do Deus que os salvara, que fizera maravilhas no Egito; no país de Cam fez tantas obras admiráveis, no mar Vermelho, tantas coisas assombrosas.  

 

Até pensava em acabar com sua raça, não se tivesse Moisés, o seu eleito, interposto, intercedendo junto a ele, para impedir que sua ira os destruísse.

 

 

Evangelho: Mateus (Mt 15, 21-28)
Cura da filha de uma mulher Cananéia

 

Naquele tempo, 21Jesus retirou-se para a região de Tiro e Sidônia. 22Eis que uma mulher cananeia, vindo daquela região, pôs se a gritar: "Senhor, filho de Davi, tem piedade de mim: minha filha está cruelmente atormentada por um demônio!" 23Mas Jesus não lhe respondeu palavra alguma. Então seus discípulos aproximaram-se e lhe pediram: "Manda embora essa mulher, pois ela vem gritando atrás de nós". 24Jesus respondeu: "Eu fui enviado somente às ovelhas perdidas da casa de Israel". 25Mas a mulher, aproximando-se, prostrou-se diante de Jesus e começou a implorar: "Senhor, socorre-me!" 26Jesus lhe disse: "Não fica bem tirar o pão dos filhos para jogá-lo aos cachorrinhos". 27A mulher insistiu: "É verdade, Senhor; mas os cachorrinhos também comem as migalhas que caem da mesa de seus donos!" 28Diante disso, Jesus lhe disse: "Mulher, grande é a tua fé! Seja feito como tu queres!" E desde aquele momento sua filha ficou curada. Palavra da Salvação!

 

Leituras paralelas: Mc 7, 24-30

 

 

 

Comentário o Evangelho

Quem são as ovelhas perdidas?

 

O encontro com a mulher pagã, como que obrigou Jesus a alargar as dimensões de sua missão. No diálogo tenso com a mulher cananeia, ele deu a entender que os destinatários de sua missão era o estreito grupo das "ovelhas perdidas da casa de Israel". Sua salvação tinha um destino certo: única e exclusivamente, o povo judeu, povo da predileção divina com o qual Deus havia feito uma aliança. Esta predileção levou à idéia do exclusivismo: só Israel seria objeto da salvação. Jesus também pensava assim.


A cananeia convenceu-o com um argumento irrefutável: se aos filhos é reservado o pão, pelo menos sobram as migalhas para os cachorrinhos. Nem se importou de comparar-se aos cachorrinhos, à espreita de um pedacinho de pão caído da mesa de seu dono. Existia fé maior do que esta?


Este incidente bastou para que Jesus tomasse consciência de que existem muitas ovelhas perdidas, fora da casa de Israel. Assim como viera para os de Israel, era mister acolher indistintamente a quantos dele se aproximavam. Ovelha perdida era qualquer pessoa carente de ajuda, que não tinha com quem contar; era o povo abandonado, expoliado e explorado, largado à mercê dos prepotentes; era o povo marginalizado, sem distinção de raça. Jesus compreendeu que tinha sido enviado para todos. Que os discípulos aprendessem esta lição e deixassem de lado seus preconceitos. [O EVANGELHO DO DIA. Jaldemir Vitório. ©Paulinas, 1998]

 

Oração da assembleia (Liturgia Diária)

Abençoai, Senhor, o papa, os bispos, os padres e todos os ministros da Igreja: Abençoai, Senhor, o vosso povo.

Protegei os que lutam por terra para produzir e casa para morar.

Daí força e perseverança aos doentes e desanimados da comunidade.

Amparai as mulheres oprimidas e as mães que perdem os filhos por motivo de violência.

Ajudai-nos a perceber que o vosso reino está aberto para acolher a todos.

(Intenções próprias da Comunidade)

 

Oração sobre as Oferendas:

Dignai-vos, ó Deus, santificar estas oferendas e, aceitando este sacrifício espiritual, fazei de nós uma oferenda eterna para vós. Por Cristo, nosso Senhor.

 

Antífona da comunhão:

Vós nos destes, Senhor, o pão do céu, que contém todo sabor e satisfaz todo o paladar. (Sb 16, 20)

 

Oração Depois da Comunhão:

Acompanhai, ó Deus, com proteção constante os que renovastes com o pão do céu, e, como não cessais de alimentá-los, tornai-os dignos da salvação eterna. Por Cristo, nosso Senhor.

 

Para sua reflexão: Trata-se de uma mulher pagã; portanto, segundo a mentalidade religiosa judaica, uma mulher excluída e impura. O cenário situa-se na área de Tiro e Sidônia, terra estrangeira. Depois dos gritos de angústia da cananeia: “Senhor, ajuda-me!”, expressão de uma fé que surge da pureza do coração, estabelece-se um diálogo entre Jesus e a mulher na presença dos discípulos, que queriam despedi-la como a uma pessoa intrusa que não merecia a atenção do Mestre. Este episódio nos levanta um dilema: Jesus não parece se interessar pela sorte dos que não pertencem etnicamente ao povo israelita. Não obstante, esta cena deve ser interpretada a partir das chaves missionárias e culturais que o evangelho nos proporciona. As aparentes objeções de Jesus para realizar o milagre refletem, na realidade, as objeções da comunidade cristã – representada aqui pelos discípulos – para a qual Mateus escreve seu evangelho e que não chegava ainda a dirigir a presença em seu seio de crentes convertidos do paganismo. [Novo Testamento, Edição de Estudos, Ave-Maria]

 

 

A bênção que faz multiplicar

Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ), Dom Orani João Tempesta

 

A cada final de semana a riqueza da Palavra de Deus ilumina nossa vida e nossos caminhos. Depois do "discurso em parábolas", em que Jesus revelou aos seus discípulos os "mistérios do reino dos céus", Mateus continua seu Evangelho com uma nova e longa seção (Mt 13, 53-17, 27) que prepara o que muitos chamam "Sermão da vida da comunidade" (Mt 18). Nele encontramos narrativas e diálogos alternados que focam sua atenção sobre a formação dos discípulos, que constituem o fundamento da Igreja.

 

A liturgia faz a escolha de alguns textos para uma melhor compreensão da mensagem evangélica, porém, é desejável que as ausências de alguns trechos naqueles proclamados pela Liturgia forneçam um maior interesse para a leitura pessoal, a leitura orante, a lectio divina.

 

Neste décimo oitavo domingo do Tempo Comum, a liturgia nos apresenta a passagem de Mateus 14, 13-21, a "multiplicação dos pães", particularmente importante na tradição evangélica, e um dos mais conhecidos do povo cristão. O episódio é repetido em todos os evangelistas, o que demonstra o fato e o anúncio que esse trecho nos traz.

 

O texto abre-se referindo-se a Jesus com a notícia que foi trazida pelos discípulos de João Batista, que ele fôra preso e morto por Herodes. Essa informação é importante porque nos mostra como Jesus reage a esse acontecimento: "Jesus saiu de lá num barco para um lugar solitário." Uma reação semelhante foi observada por Mateus em Jesus, depois de descrever a forma como a multidão estava satisfeita: “Logo após, obrigou os discípulos a entrar no barco e precedê-lo para o outro lado, enquanto ele despedia a multidão. E despedindo-se da multidão, ele foi para o monte e continuou a orar "(Mt 14, 22). Assim, a história da "multiplicação dos pães" está dentro destas anotações sobre o comportamento de Jesus: o ponto comum dessas duas reações é uma escolha de solidão. Esta é a mesma reação a dois eventos opostos: o primeiro é o trágico acontecimento da prisão de João, que representa a tristeza da morte de um profeta e mesmo o perigo de morte que se aproxima para Jesus; o segundo é o feliz acontecimento de uma multidão satisfeita, que alcança um resultado positivo.

 

Fracasso e sucesso em Jesus causam a mesma reação, a mesma atitude, a mesma decisão: a solidão e a oração. O fracasso pode levar à decepção, à ilusão de sucesso. Solidão e oração são as atitudes normais de Jesus diante dos acontecimentos da vida, e isso revela que Ele é, essencialmente, uma pessoa livre.

 

O Evangelho deste domingo narra um grande milagre realizado por Jesus de Nazaré – a multiplicação dos pães e dos peixes. São Mateus diz-nos que o Mestre teve compaixão da multidão que o havia seguido das cidades (Mt 14, 13), desceu da barca onde havia se retirado para orar ao Pai, e começou a curar os que estavam enfermos (v. 14). Jesus, indo ao encontro da multidão necessitada da Verdade, incentiva todo cristão a testemunhar o amor, a anunciar com firmeza que a salvação veio ao mundo através do sacrifício do Verbo Encarnado, que, oferecendo-se uma vez por todas, tornou possível para cada homem e mulher participar da vida divina.

 

Essa participação é implementada na vida da Igreja através dos sacramentos, sinais concretos que revelam a união do homem com Deus. Desse modo, o cristão, transformado por este encontro, torna-se um instrumento de Deus, evangelizador da Palavra, aquele que procura a multidão ansiosa pela libertação. São Mateus nos diz que, chegada a noite, Jesus ordenou aos seus discípulos para alimentar a multidão reunida em torno dele, com apenas cinco pães e dois peixes. Todos puderam comer e saciar-se do alimento abençoado que lhes foi oferecido pelo Senhor (v.20), aliás, sobraram outras cestas de peixe (v.20).

 

O milagre indica que só o Mestre pode satisfazer a fome que domina o nosso ser. Os pães oferecidos à multidão é a imagem do Filho de Deus que se entrega à morte e se torna alimento para nós. Saciando-nos com a Eucaristia, na verdade, saboreamos a nossa identidade: ser filhos de Deus e seguir em frente na fé, até ao encontro com o Senhor.

 

A multiplicação dos pães e peixes é para nós um sinal a que somos chamados a nos comprometer com as pessoas – dai-lhes vós mesmos de comer – e acreditar que o pouco abençoado por Jesus se multiplica para que, através dos discípulos, todos possam ser saciados.

 

É a nossa missão: colocarmo-nos nas mãos do Senhor, consagrarmo-nos a Ele e, como Igreja, distribuirmos o alimento da vida ao nosso povo. Podemos ser poucos para tantos trabalhos e grande é a missão, mas o anúncio que, mesmo assim, a multiplicação se realiza diante de nossos olhos. É a esperança que a Vida vai acontecendo quando os discípulos de Jesus o obedecem e se deixam abençoar por Ele, vivendo uma vida consagrada.

 

Irmãos, escancaremos o nosso interior ao amor divino do nosso Redentor: Ele irá satisfazer nossas necessidades reais, e chegaremos, desse modo, a ser arautos da liberdade, homens resgatados, testemunhas do Deus que é Amor. [CNBB]

 

Santa Lídia

 

Os apóstolos Silas, Timóteo e Lucas acompanhavam Paulo em sua segunda missão na Europa, quando chegaram em Filipos, uma das principais cidades da Macedônia, que desfrutava de direitos de colônia romana. Lá encontraram uma mulher que lhes foi de grande valor.


Eles já haviam passado alguns dias na cidade. Mas Paulo e seus companheiros pensavam em ficar até o sábado, pelo menos, pois era o dia em que os correligionários judeus se reuniriam para as orações. Como Filipos não tinha sinagoga, o local mais provável para o encontro seria às margens do pequeno rio Gangas, que passava fora da porta da cidade.


Assim entendendo, ao procurarem o lugar ideal para suas preces, como nos narra são Lucas nos Atos dos Apóstolos, eles foram para lá e começaram a falar com as mulheres que já estavam reunidas. Entre elas estava Lídia, uma comerciante de púrpura, nascida em Tiatira, na Ásia.


Ela escutava com muita atenção, pois não era pagã idólatra, acreditava em Deus, o que quer dizer que tinha se convertido à fé dos judeus. E o Senhor abrira o seu coração para que aderisse às palavras de Paulo.


Lídia era uma proprietária de sucesso, rica, influente e popular, exercendo sua liderança entre os filipenses e, principalmente, dentro da própria família. Isso porque a púrpura era um corante usado em tecidos finos, como a seda e a lã de qualidade. Na época, o tecido já tingido era chamado de púrpura, e o mais valioso existente. Usado como símbolo de alta posição social, era consumido apenas pela elite das cortes.


Quando terminou a pregação, Lídia tornou-se cristã. Com o seu testemunho, conseguiu converter e batizar toda a sua família. Depois disto, ela os convidou: "Se vocês me consideram fiel ao Senhor, permaneçam em minha casa". E os forçou a aceitar.


Esta, com certeza, foi a primeira e maior conquista dos primeiros apóstolos de Cristo. A casa de Lídia tornou-se a primeira Igreja católica no solo europeu.


Lídia usou todo o seu prestígio social, sucesso comercial e poder de sua liderança para, junto de outras mulheres, levar para dentro dos lares a palavra de Cristo, difundindo, assim, a Boa-Nova entre os filipenses. A importância de Lídia foi tão grande na missão de levar o Evangelho para o Ocidente que cativou o apóstolo Paulo, criando um forte e comovente laço de amizade cristã entre eles.


O culto a santa Lídia é uma tradição cristã das mais antigas de que a Igreja Católica tem notícia. A sua veneração é respeitada, pois seus atos são sinais evidentes de sua santidade. Considerada a Padroeira dos Tintureiros, santa Lídia é festejada no dia 3 de agosto.

 

 


O homem de bem é como essas plantas aromáticas que, quando

as pisam, mais perfume exalam. (Irmã Francisca Pia)