Domingo, 27 de novembro de 2011

Primeiro do Advento, 1ª Semana do Saltério (Livro I), cor Litúrgica Roxa

 

 

Hoje: Dia do Técnico de Segurança do Trabalho e dia Nacional de Combate ao Câncer

 

Santos: Adalberto e Guido de Casauria (monges), Alano de Lavaur (abade), Erasmo de Alexandria (mártir), Imina de Karlburg (duquesa, abadessa), Jucunda de Reggio (virgem), Mercúrio de Cesaréia (mártir), Moisés de Roma (presbítero, mártir), Beatriz (religiosa, bem-aventurada), Bernardo de Ottobeuren (monge, bem-aventurado), Conrado de Heisterbach (monge, bem-aventurado), Egberto de Muensterschwarzach (abade, bem-aventurado), Isabel de Waldsee (virgem, bem-aventurada), Margarida de Savoya-Arcaya (religiosa, bem-aventurada)

 

Antífona: A vós, meu Deus, elevo a minha alma. Confio em vós, que eu não seja envergonhado! Não se riam de mim meus inimigos, kpois não será desiludido quem em vós espera. (Sl 24, 1-3)

 

Oração: Ó Deus todo-poderoso, concedei vossos fiéis o ardente desejo de possuir o reino celeste, para que, acorrendo com as nossas boas obras ao encontro do Cristo que vem, sejamos reunidos à sua direita na comunidade dos justos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

 

 

 

1ª Leitura: Isaias (Is 63, 16b-17.19b; 64,2b-7)
As montanhas se desmanchariam diante de ti

 

16bSenhor, tu és nosso Pai, nosso redentor; eterno é o teu nome. 17Como nos deixaste andar longe de teus caminhos e endureceste nossos corações para não termos o teu temor? Por amor de teus servos, das tribos de tua herança, volta atrás. 19bAh! se rompesses os céus e descesses! As montanhas se desmanchariam diante de ti. 64,2bDesceste, pois, e as montanhas se derreteram diante de ti.

 

3Nunca se ouviu dizer nem chegou aos ouvidos de ninguém, jamais olhos viram que um Deus, exceto tu, tenha feito tanto pelos que nele esperam.

 

4Vens ao encontro de quem pratica a justiça com alegria, de quem se lembra de ti em teus caminhos. Tu te irritaste, porque nós pecamos; é nos caminhos de outrora que seremos salvos. 5Todos nós nos tornamos imundície, e todas as nossas boas obras são como um pano sujo; murchamos todos como folhas, e nossas maldades empurram-nos como o vento. 6Não há quem invoque teu nome, quem se levante para encontrar-se contigo; escondeste de nós tua face e nos entregaste à mercê da nossa maldade. 7Assim mesmo, Senhor, tu és nosso pai, nós somos barro; tu, nosso oleiro, e nós todos, obra de tuas mãos. Palavra do Senhor!

 

 

Comentando a I Leitura

Deus é nosso Pai e nosso Redentor

 

Esse texto do Terceiro Isaías consiste numa súplica dirigida a Deus, na qual o povo confessa os seus pecados e reconhece a soberania divina conforme foi revelada na história de Israel. A situação que transparece é de desolação nacional. Somente a intervenção de Deus poderá salvá-lo. Não seria a primeira vez: em muitos outros momentos de desgraça, Deus ouviu o clamor do seu povo. Nesse sentido, a memória histórica funciona como importante elemento de animação da esperança.

 

A época da redação do Terceiro Isaías é em torno do ano 420 a.C. A comunidade judaica pós-exílica está organizada sob o domínio dos persas. O Templo está reconstruído e o sistema sacerdotal de pureza está imposto. Boa parte da população sofre as consequências da exploração econômica e é excluída do Templo por ser considerada impura.

 

O texto que hoje meditamos reflete a perplexidade desse povo socialmente pobre e religiosamente excluído. A esperança está em Deus. Ele é Pai e Redentor. O termo hebraico go’el (redentor) faz parte da tradição histórica de Israel: é aquele que resgata a dívida dos pobres. Se o sistema religioso oficial rejeita os “impuros”, Deus os acolhe, perdoa e redime. O texto reivindica o governo direto de Deus, transcendendo as mediações humanas. Os justos não são os que seguem o legalismo do Templo, e sim os que depositam a confiança em Deus. O Deus de Israel sempre agiu a favor dos que esperam nele. “Tu te achegaste àquele que, cheio de alegria, pratica a justiça; aos que, seguindo pelos teus caminhos, se lembram de ti” (Is 64,4a).

 

A experiência do povo, porém, naquele momento, é marcada pela sensação de estar abandonado pelo próprio Deus. Ainda assim, o povo não abdica da confiança. A súplica transforma-se em arrependimento pelas transgressões, com firme propósito de emendar-se e deixar-se moldar por Deus Pai: “Tu és nosso Pai, nós somos a argila; e tu és o nosso oleiro, todos nós somos obras de tuas mãos” (64,7). Essa bela confissão pode muito bem tornar-se, para cada um de nós, um caminho de espiritualidade neste tempo de Advento e na caminhada ao encontro definitivo com Deus. [Celso Loraschi, Vida Pastoral nº 281, Paulus]

 

 

Salmo: 79(80), 2ac e 3b.15-16.18-19 (R/.4)
Iluminai a vossa face sobre nós, convertei-nos, para que sejamos salvos!

 

Ó Pastor de Israel, prestai ouvidos. Vós que sobre os querubins vos assentais, aparecei cheio de glória e esplendor! Despertai vosso poder, ó nosso Deus e vinde logo nos trazer a salvação!

 

Voltai-vos para nós, Deus do universo! Olhai dos altos céus e observai. Visitai a vossa vinha e protegei-a! Foi a vossa mão direita que a plantou; protegei-a, e ao rebento que firmastes!

 

Pousai a mão por sobre o vosso protegido, o filho do homem que escolhestes para vós! E nunca mais vos deixaremos, Senhor Deus! Dai-nos vida, e louvaremos vosso nome!

 

II Leitura: 1ª Carta de São Paulo aos Coríntios (1Cor 1, 3-9)
Por Deus fostes chamados à comunhão com seu Filho

 

Irmãos: 3para vós, graça e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. 4Dou graças a Deus sempre a vosso respeito, por causa da graça que Deus vos concedeu em Cristo Jesus: 5Nele fostes enriquecidos em tudo, em toda palavra e em todo conhecimento, 6à medida que o testemunho sobre Cristo se confirmou entre vós.

 

7Assim, não tendes falta de nenhum dom, vós que aguardais a revelação do Senhor nosso, Jesus Cristo. 8É ele também que vos dará perseverança em vosso procedimento irrepreensível, até ao fim, até ao dia de nosso Senhor, Jesus Cristo. 9Deus é fiel; por ele fostes chamados à comunhão com seu Filho, Jesus Cristo, Senhor nosso. Palavra do Senhor!

 

 

Comentando a II Leitura

Deus nos chama à comunhão

 

Paulo manifesta sua alegria diante do testemunho cristão revelado pela comunidade de Corinto. Ao longo da carta, ele oferecerá diversas orientações para o crescimento ainda maior dos participantes daquela igreja. Já na introdução, expressa uma ação de graças a Deus e incentiva os cristãos à fidelidade ao Senhor Jesus Cristo. A comunidade de Corinto era formada, em sua maioria, por gente que não era sábia segundo a lógica do mundo, não era poderosa e não tinha prestígio social. Em outras palavras, eram pessoas consideradas sem valor (cf. 1Cor 1.26-27). Então, quais são os motivos da ação de graças?

 

Os motivos que Paulo enumera são vários: ele diz que a comunidade acolheu “a graça de Deus dada através de Jesus Cristo”; também diz que Jesus cumulou a comunidade “de todas as riquezas: da palavra e do conhecimento”; alegra-se ainda porque “o testemunho de Cristo tornou-se firme a tal ponto que não falta nenhum dom”. É também uma comunidade que está vigilante, à espera da “revelação de nosso Senhor Jesus Cristo”.

 

São motivos de exultação para Paulo, pois foi ele que primeiramente anunciou o evangelho em Corinto, ao redor do ano 50. Estabeleceu-se por lá, na casa de Priscila e Áquila, durante um ano e meio. Fez questão de trabalhar para não depender da ajuda alheia. Aprendeu a renunciar ao egoísmo farisaico para seguir a Jesus Cristo crucificado, unindo-se aos “crucificados” da sociedade. Organizou a comunidade cristã... Agora, Paulo, cinco anos depois, encontra-se em Éfeso e recebe a notícia de que a comunidade continua viva e atuante.

 

Então, Paulo, como bom evangelizador, não perde a oportunidade de animar os seus filhos espirituais, dizendo que Cristo os “fortalecerá até o fim, para que sejam irrepreensíveis”. E lembra-lhes qual vocação receberam de Deus: a comunhão com Jesus. A “comum-união” é o que caracteriza as famílias e as comunidades cristãs. É o jeito de ser das pessoas que seguem a Jesus. A fé e a unidade andam juntas. [Celso Loraschi, Vida Pastoral nº 281, Paulus]

 

 

Evangelho: Marcos (Mc 13, 33-37)
Vigiai: não sabeis quando o dono da casa vem

 

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 33"Cuidado! Ficai atentos, porque não sabeis quando chegará o momento. 34É como um homem que, ao partir para o estrangeiro, deixou sua casa sob a responsabilidade de seus empregados, distribuindo a cada um sua tarefa. E mandou o porteiro ficar vigiando. 35Vigiai, portanto, porque não sabeis quando o dono da casa vem: à tarde, à meia-noite, de madrugada ou ao amanhecer. 36Para que não suceda que, vindo de repente, ele vos encontre dormindo. 37O que vos digo, digo a todos: Vigiai!" Palavra da Salvação!

 

 

Comentando o Evangelho

Vigiai, vigiai, vigiai!

 

Nos últimos domingos, os textos do evangelho enfatizaram o tema da vigilância. Mergulhados no clima das primeiras comunidades cristãs, os evangelistas orientam para o modo digno de viver na expectativa da segunda vinda de Jesus. Também hoje, o Evangelho de Marcos insiste na atitude de vigilância. É tema oportuno para o início de novo ano litúrgico e entrada no tempo do Advento.

 

O acontecimento histórico que está por trás das reflexões contidas no capítulo 13 de Marcos é a destruição do Templo e da cidade de Jerusalém pelo exército romano, no ano 70. Foi enorme o impacto dessa catástrofe que arrasou os símbolos maiores da fé judaica, provocou a morte de muita gente e forçou a fuga de quem conseguiu se salvar. Muita gente do povo foi pega de surpresa.

 

A comunidade de Marcos extrai desse acontecimento, à luz da fé em Jesus Cristo, importantes lições que orientam o modo de viver dos cristãos. Trata-se de uma exortação para a vigilância. Por três vezes, nesse pequeno texto, aparece o imperativo: “vigiai!”

Como em vários outros momentos, o evangelista faz uso da parábola (recurso que Jesus deve ter usado frequentemente) para despertar a atenção e levar à reflexão e a conclusões pessoais. Os “servos” e o “porteiro” são os membros da comunidade, convocados a não “adormecer” (seduzidos pelas propostas de um mundo afastado de Deus) nem desanimar diante das perseguições e de todos os tipos de dificuldades. Uma dessas dificuldades, evidentes no Evangelho de Marcos, é a disputa interna pelo poder, como podemos constatar nos três anúncios da Paixão (8,31-38; 9,30-37; 10,32-45). Jesus insiste na prática do serviço: “Aquele que dentre vós quiser ser grande seja o vosso servidor, e aquele que quiser ser o primeiro dentre vós seja o servo de todos” (10,43-44). Quem leva a sério essas palavras de Jesus é “servo vigilante”. Não precisa temer a hora em que voltará o Senhor...

 

A parábola termina com a frase: “O que eu vos digo, digo a todos: vigiai”. Portanto, a exortação de Jesus é, em primeiro lugar, para os discípulos que se encontram ao seu redor e a todos os que viriam depois deles. Hoje é dirigida a todos nós que temos a graça de ouvi-la e praticá-la. [Celso Loraschi, Vida Pastoral nº 281, Paulus]

 

A palavra se faz oração (Missal Dominical)

Para que todos os cristãos vejam o desejo ardente de paz que sobe do coração de todos os homens, e acolham o dom da paz que vem de Deus, rezemos ao Senhor: Vinde depressa, Senhor!

A fim de que nos disponhamos para a vinda do Senhor manifestando em nossa vida maior amor à verdade, à honestidade, à retidão e à pureza, rezemos ao Senhor.

Para que despertemos do sono e nos conscientizemos plenamente da situação em que vivemos e das alienações de que somos vítimas, rezemos ao Senhor.

Para que tomemos consciência da misteriosa, mas real ação de Deus que a cada instante de nossa vida “vem” ao nosso encontro para nos salvar, rezemos ao Senhor.

(outras intenções)

 

Oração sobre as Oferendas:

Recebei, ó Deus, estas oferendas que escolhemos entre os dons que nos destes, e o alimento que hoje concedeis à nossa devoção torne-se prêmio da redenção eterna. Por Cristo, nosso Senhor.

 

Antífona da comunhão:

O Senhor dará a sua bênção, e nossa terra, o seu fruto. (Sl 84, 13)

 

Oração Depois da Comunhão:

Aproveite-nos, ó Deus, a participação nos vossos mistérios. Fazei que eles nos ajudem a amar desde agora o que é do céu e, caminham do entre as coisas que passam, abraçar as que não passam. Por Cristo, nosso Senhor.

 

 

Vigiai

 

Deus vem: na vida humana surge um acontecimento que transtorna tudo, lança por terra todas as nossas seguranças e nossos projetos. Repentinamente ele se aproxima de nós e faz parte da nossa história; reconhece-o presente aquele que tem os olhos abertos, que espera e prepara um mundo novo. O anúncio profético (1ª leitura) parte de uma realidade decepcionante: um pequeno povo, sem importância para ninguém, será o centro religioso e espiritual de todos os povos, finalmente em paz. Isso só pode ser obra de Deus, inspirador, norma e termo do caminho da humanidade. E só aos olhos da fé é possível discernir o desígnio que se vai formando através dos acontecimentos banais, obscuros, pouco significativos; um desígnio que Deus revela como proposta sua para o crescimento e o bem de seus filhos, uma realização cujo acabamento não nos é dado conhecer, mas que um dia certamente se completará.

 

Ficai preparados

Na expectativa daquele dia é preciso vigiar, ficar preparados, agir com prudência e desapego, mas com empenho, pois no seio da história amadurece o plano de Deus. O tempo que se estende entre a vinda de Cristo e a sua manifestação na glória é reservado à conversão dos homens (At 3,19-21; Rm 11,25; 2Cor 6,2) e ao fortalecimento dos que creem (Ef 6,13; Rm 8,11), um tempo humano contendo em si o tempo de Deus, permitindo viver já na eternidade.

 

Só a graça de Deus e a conversão nos podem libertar das trevas e introduzir na "luz" da salvação. Por isso, Paulo fala em "acordar": a noite já passou; ninguém se comporta durante o dia como se estivesse dormindo! (2ª leitura).

 

A situação descrita pelo evangelho como insensatez e imprevidência - comer e beber, divertir-se, dormir, disputar, todos os desejos da carne - repete-se em nossas comunidades e em cada um de nós, e nos caracteriza perante o Deus que vem. Trata-se de tomar uma decisão fundamental, que depois encontrará nos diversos momentos a sua expressão concreta: tomar consciência da nossa pobreza, para esperar o Salvador; tomar consciência da responsabilidade que Deus nos confiou, despertando-nos do sono e iluminando-nos com sua palavra; esperar vigilantes sua vinda definitiva, quando se cumprirão todas as promessas e nos encontraremos com ele, a quem amamos sem tê-lo visto e no qual pusemos nossa fé (1 Pd 1,8).

 

A queda de Jerusalém surpreenderá os judeus como o ladrão da parábola surpreendeu o proprietário. Mas só para os negligentes, como eram os contemporâneos de Noé (evangelho), a vinda de Cristo se parecerá com a de um ladrão; para os que estiverem "vigilantes" na expectativa dos primeiros sinais do Reino, Cristo virá como um amigo (Ap 3,20-21).

Esperar o Cristo...

O ritmo da vida atual, cada vez mais agitado, as engrenagens de um sistema que pretende planejar todos os momentos do homem, mesmo o que há de mais privado, reduzem cada vez mais os limites do imprevisto. Tudo deve ser passado pelo computador, classificado, neutralizado, assegurado. Mas para o cristão, Cristo continua a ser um acontecimento revolucionador: quando irrompe em sua vida, impõe uma mudança radical que quebra e transforma a rotina cotidiana. Cristo não pode ser programado; deve ser esperado; devemos deixar em nossa vida um espaço para sua presença. A vigilância cristã permite ler em profundidade os fatos para neles descobrir a "vinda" do Senhor. Exige coração suficientemente missionário para ver essa vinda nos encontros com os outros.

...Senhor de Paz

O Senhor não vem no meio do ruído, não se encontra na agitação e na confusão. Veio na paz e para a paz. Uma palavra tão usada que se tornou banal: chama-se "paz" uma espécie de equilíbrio provocado pelo medo; todos falam de paz numa sociedade impregnada de violência e de opressão do homem pelo homem. Hoje desaparece até a paz mais simples, a da família. Só Cristo pode reunir os homens dispersos pelo egoísmo e fazer de todos um único povo pacifico a caminho do monte de seu Templo.

 

A hora de Deus chega até nós, porque cada instante da nossa vida contém a eternidade de Deus. É preciso não nos basearmos unicamente na sabedoria humana, e não esperarmos a intervenção ostensiva da parte de Deus. E no momento atual que é dada a salvação. Toda opção que se faz no presente, entre a luz e as trevas, é um sinal da vinda do Filho do homem.

 

A assembleia eucarística é a Igreja em estado de vigilância, que aprende a ler a vinda do Senhor nos acontecimentos e que encontra o Senhor da glória na história da salvação e na dos homens.

 

A coroa do advento

A sua origem está nos luteranos da Alemanha oriental. No século XVI torna-se símbolo do advento nas casas dos cristãos. Este uso difunde-se rapidamente entre os protestantes e os católicos . mais tarde divulgou-se muito na América do Norte. A Coroa de Advento é constituída por um grande anel feito com folhas de abeto. (Usa - se também o pinheiro ou o louro). É pendurada com quatro fios vermelhos que decoram a coroa. Pode também ser colocada em cima de uma mesa. Em redor da coroa estão quatro velas, colocadas à mesma distância umas das outras. Significam as quatro semanas do Advento.

 

Na família

Em casa, cada família colocará a Coroa do Advento num lugar apropriado, num lugar de encontro da família. Na noite de Domingo, a família reúne-se e acende a vela correspondente à semana que se vai viver do Advento. Sugere-se o seguinte esquema de celebração familiar:1. Leitura da oração semanal. 2. acender da vela. 3. bênção do pai ou da mãe

 

Na celebração da Eucaristia

A coroa de Advento será colocada no altar. Será o sinal - guia que sintetizará o itinerário de preparação do Natal. As velas serão suficientemente grossas e colocadas junto ao ambão, com alturas diferentes. O ato de acender as velas pode ser colocado no início da celebração eucarística, no início da liturgia da palavra ou em qualquer outro momento desde que se harmonize com a celebração. Em qualquer caso deve ser um momento que celebra o caminho de espera do Senhor. O acender das velas deve ser acompanhado de uma oração própria e de um canto o mesmo para os quatro domingos. As velas têm também cada uma um nome: 1. vela da profecia 2. vela de Belém 3. vela dos pastores 4. vela dos anjos