Domingo, 12 de abril de 2009
Páscoa da Ressurreição, 1ª Semana do Saltério (Livro II), cor litúrgica Branca
Ressuscitei, ó Pai, e sempre estou contigo: pousaste sobre mim a tua mão, tua sabedoria é admirável, aleluia!
Santos: Basílio de Parium (bispo), Constantino de Gap (bispo), Damião de Pavia (bispo), Florentino de Arles (abade), Júlio I (papa), Sabas, o Gótico e Companheiros (mártires), Tétrico de Auxerre (monge, bispo, mártir), Vítor de Braga (mártir), Víssia de Fermo (virgem, mártir), Zenão de Verona (bispo).
Oração: Deus, por vosso Filho unigênito, vencedor da morte, abristes hoje para nós as portas da eternidade. Concedei que, celebrando a ressurreição do Senhor, renovados pelo vosso Espírito, ressuscitemos na luz da vida nova. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
A liturgia deste domingo celebra a ressurreição e garante-nos que a vida em plenitude resulta de uma existência feita dom e serviço em favor dos irmãos. A ressurreição de Cristo é o exemplo concreto que confirma tudo isto.
1ª
Leitura: Atos (At 10, 34a. 37-43)
Comemos
e bebemos com ele depois que ressuscitou dos mortos
Naqueles dias, 34aPedro tomou a palavra e disse: 37"Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judéia, a começar pela Galiléia, depois do batismo pregado por João: 38como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder. Ele andou por toda a parte, fazendo o bem e curando a todos os que estavam dominados pelo demônio; porque Deus estava com ele. 39E nós somos testemunhas de tudo o que Jesus fez na terra dos judeus e em Jerusalém. Eles o mataram, pregando-o numa cruz.
40Mas Deus o ressuscitou no terceiro dia, concedendo-lhe manifestar-se 41não a todo o povo, mas às testemunhas que Deus havia escolhido: a nós, que comemos e bebemos com Jesus, depois que ressuscitou dos mortos. 42E Jesus nos mandou pregar ao povo e testemunhar que Deus o constituiu juiz dos vivos e dos mortos. Todos os profetas dão testemunho dele: 43"Todo aquele que crê em Jesus recebe, em seu nome, o perdão dos pecados'". Palavra do Senhor!
Comentando a I Leitura[1]
A fé em Cristo ressuscitado gera o testemunho
No plano de Lucas, os Atos dos Apóstolos são a continuação do evangelho do mesmo autor. Neste, ele relatou o caminho de Jesus; nos Atos, apresenta o caminho da Igreja que procura reproduzir as palavras e ações do Cristo. A caminhada da Igreja é, portanto, o prolongamento da prática do Filho de Deus (compare o trecho de hoje com Lc 7,1-10).
Em
At 10 temos uma situação histórica nova para a Igreja: a do contato com os
gentios. O contato com os pagãos era proibido pela legislação judaica. Quem
convivesse com eles tornava-se impuro.
No
plano de Lc, este capítulo é muito importante. Em At 1,8, Jesus disse que, sob
ação do Espírito Santo, os discípulos seriam suas testemunhas em Jerusalém
(caps. 1-7), na Judéia e Samaria (caps. 8-12), até os confins do mundo (caps.
13-28). Num contexto mais próximo, temos o seguinte: At 10 (conversão de
Cornélio – ou de Pedro?) está ligado a outras “conversões”: um africano – o
eunuco etíope – e Saulo, o perseguidor (caps. 8-9).
Simão
Pedro é o primeiro a romper esse esquema excludente de puro e impuro,
salientando o modo de ser igreja. De fato, ele está hospedado em casa de um
curtidor de peles de nome Simão (pura coincidência de nomes, ou sinal de
identificação com os marginalizados?). Os curtidores de peles eram tidos como
pessoas impuras por parte dos judeus. Devia-se evitar o contato com tais
pessoas.
Cornélio,
militar romano, vivia em Cesaréia, nos confins do território judaico. Ele manda
chamar Simão Pedro para que vá à sua casa. Pedro, portanto, leva a comunidade
cristã para fora do território judaico. No seu discurso na casa de Cornélio,
salienta os seguintes pontos:
· Deus não faz distinção de pessoas. O novo povo de Deus não está ligado a uma raça ou nação. O critério para ser povo de Deus é temê-lo e praticar a justiça (v. 34). Isso encontra seu fundamento na ação de Jesus de Nazaré, ao qual Deus ungiu com o Espírito Santo e com poder. A ação de Jesus é sintetizada nas seguintes palavras: “Ele andou por toda parte, fazendo o bem e curando todos os que estavam dominados pelo demônio” (v. 38).
· A função da comunidade cristã é ser testemunha: anunciar e praticar o que Jesus fez (note-se que a palavra testemunhar aparece quatro vezes: vv. 39.40.42.43). A função da comunidade cristã tem seu fundamento no mandato de Jesus (v. 42a; cf. Mt 28,19-20; Mc 16,15; Lc 24,47-48).
· O conteúdo do testemunho cristão é o anúncio de que Jesus é o juiz dos vivos e dos mortos, ou seja, ele é o critério para sabermos se uma ação, como a de Pedro, vem de Deus ou não (v. 42b).
· Cumpre-se assim o que foi anunciado pelos profetas, isto é, Jesus é a realização cabal do projeto de Deus. Quem adere a ele, pela fé, recebe o perdão dos pecados e passa a fazer parte do seu povo (v. 43).
Salmo
117 (118), 1-2. 16ab-17. 22-23 (+ 24)
Este
é o dia que o senhor fez para nós:
alegremo-nos e nele exultemos!
Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! "Eterna é a sua misericórdia!" A casa de Israel agora o diga: "Eterna é a sua misericórdia!"
A mão direita do Senhor fez maravilhas, a mão direita do Senhor me levantou. Não morrerei, mas ao contrário, viverei para cantar as grandes obras do Senhor!
A pedra que os pedreiros rejeitaram, tornou-se agora a pedra angular. Pelo Senhor é que foi feito tudo isso: Que maravilhas ele fez a nossos olhos!
II
Leitura: Colossenses (Cl 3, 1-4)
Esforçai-vos
por alcançar as coisas
do alto, onde está Cristo
Irmãos, 1se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto, 2onde está Cristo, sentado à direita de Deus; aspirai às coisas celestes e não às coisas terrestres. 3Pois vós morrestes, e a vossa vida está escondida, com Cristo, em Deus. 4Quando Cristo, vossa vida, aparecer em seu triunfo, então vós aparecereis também com ele, revestidos de glória. Palavra do Senhor!
Tempo Pascal
Os cinqüenta dias entre o Domingo da Ressurreição e o Domingo de Pentecostes sejam celebrados com alegria e exultação, como se fossem um só dia de festa, ou melhor, “como um grande Domingo” (Santo Atanásio). Os Domingos deste tempo sejam tidos como Domingos da Páscoa e, depois do Domingo da Ressurreição, sejam chamados 2º, 3º, 4º, 5º, 6º e 7º Domingos da Páscoa. O Domingo de Pentecostes encerra este tempo sagrado de cinqüenta dias. No Brasil, celebra-se no 7º Domingo da Páscoa e solenidade da Ascensão do Senhor.
Comentando a II Leitura[2]
Viver a ressurreição entre o já e o ainda não
Paulo escreveu aos cristãos de Colossas provavelmente quando estava preso em Éfeso (anos 55-56) para corrigir algumas teorias que admitiam uma série de seres celestes, intermediários entre Deus e as pessoas. Esses seres celestes comandariam o ritmo do universo, comprometendo assim a supremacia de Cristo.
A carta aos Colossenses tem duas partes. A primeira, além do endereço,
saudação, ação de graças e súplica (1,1-14), expõe os fundamentos da fé cristã.
É nela que Paulo combate os erros infiltrados na comunidade (1,15-2,23). A
segunda parte é de caráter prático e exortativo, na qual o Apóstolo move os
cristãos a serem coerentes com o nome que trazem (3,1-4,1), seguida de notícias
pessoais e saudações finais (4,2-18).
O cristão, pelo Batismo, condivide a sorte de Cristo morto e ressuscitado
(2,12). Cristo ressuscitado está à direita de Deus, ou seja, é o Senhor
universal (cf. Sl 110). O cristão já participa dessa vida nova de Cristo, mas
ainda não plenamente, porque está neste mundo. A tarefa do cristão é pensar e
procurar as coisas do alto. Em outras palavras, trata-se de discernir o que é
conforme ou não ao projeto de Deus, ao qual o cristão está associado pelo
Batismo. Paulo contrapõe as coisas do alto às coisas da terra para alertar o
cristão não avisado do perigo que pode correr, levando uma vida ambígua que não
manifeste o Cristo ressuscitado. O cristão já participa da vida de Cristo, mas
o que ele deve fazer concretamente ainda não é claro e exige discernimento
constante, até que Cristo, pela prática dos cristãos, se manifeste
definitivamente, levando as pessoas à plena comunhão com ele.
Evangelho: João (Jo 20, 1-9)
Ele
devia ressuscitar dos mortos
1No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo. 2Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: "Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram". 3Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. 4Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. 5Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou. 6Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão 7e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte. 8Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou. 9De fato, eles ainda não tinham compreendido a escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos. Palavra da Salvação!
Páscoa do Senhor, nova criação e novo êxodo[3]
Hoje ressoa na Igreja o anúncio pascal: Cristo ressuscitou; ele vive para além da morte; é o Senhor dos vivos e dos mortos.
Na noite mais clara que o dia" a palavra onipotente de Deus que criou os céus e a terra e formou o homem à sua imagem e semelhança chama a uma vida imortal o homem novo, Jesus de Nazaré, filho de Deus e filho de Maria.
Realiza-se a grande e secreta esperança da humanidade
Nele, a semente da vida divina, depositada inicialmente na criatura, atinge uma maturação pessoal única, porque nele habita a plenitude da divindade, a do Filho Unigênito. A humanidade vê realizada, por dom de Deus, a grande e secreta esperança: uma terra e céus "novos", um mundo sem luto e sem lágrimas, paz e justiça, alegria e vida sem sombra e sem fim.
Tudo isto, porém, não é visível; só aos olhos de quem crê é dado discernir os traços da nova criatura que se está formando na obscuridade e no trabalho da existência terrena. A morte é vencida pela morte livremente aceita por Jesus; mas ela continua a agir até que tudo seja cumprido. O pecado é vencido pelo sacrifício do inocente; mas o "mistério da iniqüidade acompanha a existência humana até o último dia. No Senhor ressuscitado, a morte e
o pecado encontram um sentido aceitável, inserem-se num desígnio cheio de sabedoria e de amor, não mais causam medo, porque pertencem ao velho mundo de que fomos libertados.”
Um povo de homens livres caminha para a vida
Ao contrário da vida natural, que nos é dada sem nosso consentimento, na nova existência só se pode entrar com uma adesão consciente e livre à proposta de renascer através da conversão e do batismo. (Isto é evidente no caso dos adultos; quanto às crianças, batizadas na fé dos pais e da comunidade, o caso é análogo ao primeiro dom da vida, em que a resposta pessoal amadurece graças à educação).
Assim, para cada um dos que crêem, a Páscoa é a passagem de um modo de viver para outro; é saída do Egito e imersão no mar Vermelho e caminho pelo deserto até a terra da promessa. Em uma palavra, é o êxodo "deste mundo ao Pai" (cf Jo 13,1; Lc 9,31), em seguimento do Cristo, cabeça do novo povo, animado pelo sopro vital do seu Espírito. Batizados na sua morte e ressurreição, devemos começar a "caminhar em novidade de vida" de filhos de Deus. O nosso "êxodo" coincide com a duração da vida, até a maturidade, até a última "passagem" da morte; o nosso crescimento se dá conforme a correspondência à lei da vida divina em nós, isto é, do amor. Aqui está toda a moral "pascal"; não numa série de preceitos, mas num só mandamento, formulado para cada pessoa e para cada comunidade na variedade das situações de um diálogo incessante entre o Pai e os filhos; encontrando nossa alegria, como Cristo, na sintonia com os seus planos de salvação; abandonando para trás, como Cristo, as formas caducas da religiosidade natural, para viver na fé, oferecendo toda a nossa pessoa como sacrifício espiritual; como Cristo, fiéis ao Pai e fiéis ao homem.
O homem novo, segundo o plano de Deus
Porque "o homem novo é o homem verdadeiro, assim como Deus o concebeu desde toda a eternidade, é o homem fiel à vocação de homem. O homem novo não é "outro" homem, alienado da condição terrestre para ser posto num paraíso qualquer. A oposição se acha entre o pecado e a graça; o homem velho vive na ilusão de poder realizar seu destino incorrendo unicamente a seus recursos; o homem novo realiza perfeitamente a vontade de Deus, único que pode admiti-lo à condição "filial"; sabe que o conteúdo da sua fidelidade à vocação recebida reside na obediência à condição terrena até a morte; sabe que este "sim" de criatura constitui o suporte necessário do "sim" do filho adotivo de Deus" (J. Frisque). Esta é a "novidade" de que os cristãos são "testemunhas" no mundo.
Sugestões práticas para o domingo de páscoa
Padres Dehonianos de Portugal
Bilhete de evangelho
Demos a morte àquele que, com um olhar, dava dignidade aos feridos da vida, então Maria Madalena reconhece-O quando Ele a chama pelo seu nome. Demos a morte àquele que tinha falado do amor como de um dom, então Tomé reconhece-O nas suas feridas, provas do dom da sua vida. Demos a morte àquele que tinha declarado “felizes os construtores de paz”, então os discípulos reconhecem-n’O na sua saudação: “A paz esteja convosco!” Demos a morte àquele que tinha partilhado o pão, então dois dos seus discípulos reconhecem-n’O no gesto da fração do pão a caminho de Emaús. A morte não teve a última palavra. Doravante, quem terá a última palavra é a Vida, o Amor, a Paz, a Fé. Tal é na nossa esperança.
À escuta da palavra: “Ele viu e acreditou”
O discípulo que Jesus amava viu aquilo que Simão Pedro via: um túmulo vazio, com as ligaduras e o sudário… Mas João crê. Porquê esta diferença na atitude dos dois discípulos? O amor de Pedro por Jesus era grande. Mas com a tríplice negação, o seu amor tinha necessidade de ser confirmado, purificado, perdoado. João, ele, o único entre os apóstolos, ficou até ao fim. Deixou-se invadir por um amor sem falha. Na última Ceia, tinha sentido de mais perto bater o coração do Senhor. Diante do túmulo vazio, ele sabe que se trata de algo de infinitamente mais misterioso, mais decisivo. Muitos homens não tiveram fé no testemunho dos apóstolos. É este amor que nos faz ver para lá das aparências e que queimava o coração de João. “Para vós, pergunta-nos sempre Jesus, quem sou Eu?”
Para a semana que se segue: Falar verdade…
Uma maneira simples de testemunhar a nossa fé na ressurreição de Cristo no “primeiro dia da semana” seria, para nós cristãos, não falar mais de fim da semana! Porque evidentemente o domingo não é o fim da semana, mas o seu começo. O domingo é o primeiro dia, o dia do Senhor.
Dom Antônio Carlos Félix
Páscoa é passagem das trevas para a luz, da morte para a vida, de uma vida de pecado para uma vida de conversão. A Páscoa nos compromete a superar os sinais de morte presentes na cultura e na convivência humana contemporânea. O anúncio pascal traz a certeza de que a injustiça, o egoísmo, a violência, o ódio e a insegurança não terão a última palavra sobre nossa existência.
Este significado teológico da Páscoa nos motiva a assumir, com afinco, o objetivo geral da Campanha da Fraternidade de 2009, que é “suscitar o debate sobre a segurança pública e contribuir para a promoção da cultura da paz nas pessoas, na família, na comunidade e na sociedade, para que todos se empenhem efetivamente na construção da justiça social que seja garantia de segurança para todos” (Texto-Base, 4).
Viver em segurança é uma das aspirações fundamentais do ser humano. Durante nove meses, o útero materno garantiu ao bebê segurança e proteção. Não raro, ao vir ao mundo, esse ser indefeso e totalmente dependente, depara-se com uma realidade assustadora. Aquela paz e tranqüilidade de antes já não existem mais. A violência e a agressividade tornam as pessoas inseguras para o resto da vida!
Além dessa insegurança psicológica, existe ainda a insegurança causada pela realidade social. Vivemos num mundo violento! A violência está presente em todas as classes sociais. Esta é a constatação mais fácil de se evidenciar. Basta sair na rua, ligar a TV, ler os jornais e, às vezes, nem precisamos sair de casa, para nos depararmos com violências dos mais variados tipos.
Todos nós temos conflitos pessoais, pois a realidade em que vivemos é muito distante do ideal que almejamos. Por isso, é impossível viver sem conflitos. Contudo, o conflito, por si só, não é nocivo. São as posturas e as atitudes que as pessoas tomam diante do conflito que podem ter conseqüências desastrosas para todos os que nele estão envolvidos, e para a sociedade em geral, pois são estas posturas que podem gerar violência e insegurança social.
Precisamos melhorar nossas atitudes diante dos conflitos em casa e na rua. Precisamos superar nossos medos, com a ajuda de Deus e dos irmãos, pois o medo nos leva a buscar soluções no consumo. É na comunidade que encontramos forças para superar os nossos medos. Vivendo unidos, na fraternidade, encontraremos a paz!
A ressurreição de Jesus revela que Deus está do lado da vida e da paz; por isso, somos convocados a estar desse lado também. Através delas e por infinita bondade para conosco, Deus tornou-se próximo de nós e manifestou-nos amor sem medida, iluminou e deu sentido novo à vida humana. A Páscoa de Jesus é sinal da vitória possível sobre a morte e sobre todos os males.
Que o Deus da vida abençoe a todos! Tenham uma Feliz Páscoa e sejam defensores e construtores da paz! Jesus, que passou da morte para a vida, fortifique nossa esperança e segurança nos ajude a vencer nossos conflitos e medos! (CNBB)
A mão direita do Senhor fez maravilhas, a mão direita do Senhor me levantou