Curso de Bíblia
Por José Haical Haddad
Introdução
Jesus Cristo

Sem Jesus Cristo, a Bíblia não passa de um dos livros ultrapassados que por ai existem nos museus ou em uso nos mitos e superstições ou fossilizados.

Pode-se pretender que ela seja a Palavra de Deus. E é, mas a Palavra de Deus plenamente revelada por Jesus Cristo. Ele é a Revelação por excelência, a única Revelação do Pai;


Jesus é a Palavra do Pai

Diz-se que Jesus é a PALAVRA porque manifesta ou revela o Pai, tal como Ele mesmo o diz: 

"Jesus lhe disse: "Filipe, há tanto tempo estou convosco e não me conheces? Quem me tem visto, tem visto o Pai. Como podes dizer: mostra-nos o Pai?"  (Jo 14,9).

Também Paulo e João o dizem:

"Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda criatura..." (Col 1,15)

No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus" (...) "Ninguém jamais viu a Deus. o Filho Unigênito, que está no seio do Pai, é quem o deu a conhecer."  (Jo 1,1.18).

É essa a função da PALAVRA: tornar conhecido o que ela significa. Caso um professor permaneça em silêncio perante um grupo de alunos, eles nada saberão de seu saber íntimo, pois, sem a palavra nada se sabe. Quando ele começar a falar, a fazer o uso "da palavra", passará a ser entendido e os alunos apreenderão o que ensina, por aquilo que ele "revelar" com a sua palavra. Ora, Jesus "revelou" o Pai; logo, JESUS é a PALAVRA DO PAI.


2.1 Revelação

Já ficou claro pelo acima exposto que Cristo é a Revelação única e definitiva, e que somente aquilo que transmitiu aos Apóstolos, que nos vem pela Tradição e o Magistério da Igreja, pode-se dizer "revelado". É que, com a morte do último Apóstolo, terminou a transmissão oral da Revelação, o que se conhece por Tradição, ficando apenas o que foi deixado por eles como "depósito" (de fé), como o denominou São Paulo (1 Tm 6,20; 2 Tm 1,12-14), que compõe o Magistério da Igreja, aquilo que ela ensina. Melhor o diz o Catecismo da Igreja Católica, recém promulgado por João Paulo II:

"'Muitas vezes e de muitos modos falou Deus antigamente aos nossos pais, pelos profetas. Nestes dias, que são os últimos, falou-nos por seu Filho' (Hb 1,1-2). Cristo, Filho de Deus feito homem, é a Palavra Única, Perfeita e Insuperável do Pai. Nele o Pai disse tudo, e não haverá outra palavra além dessa. (...) A Economia Cristã, portanto, como Aliança Nova e Definitiva, jamais passará, e já não se há de esperar nenhuma outra Revelação pública antes da gloriosa manifestação de Nosso Senhor Jesus Cristo"   (n.º 64-65).


2.2 Inspiração

Tal como a Revelação, também a Inspiração Bíblica já acabou. O que ilumina a Igreja em prosseguimento à Obra de Cristo (Jo 20,21) é uma especial Assistência do Espírito Santo, e não se confunde com a Inspiração Bíblica, como a própria Igreja define e explica:

"A verdade divinamente revelada, que os livros da Sagrada Escritura contêm e apresentam, (...). ...escritos sob a Inspiração do Espírito Santo (cf. Jo 20,31; 1 Tm 3,16; 2 Pe 1,19-21; 3,15-16), eles têm Deus por autor e nesta qualidade foram confiados à Igreja. Para escrever os Livros Sagrados, Deus escolheu e serviu-se de homens, na posse das suas faculdades e capacidades, para que, agindo Ele neles e por eles, escrevessem, como verdadeiros autores, tudo aquilo e só aquilo que Ele próprio queria" ("Dei Verbum" n.º 11; Catecismo. da Igreja Católica n.º 105/106).

"Por isso, a pregação apostólica, que é expressa de modo especial nos livros inspirados, devia conservar-se por uma sucessão contínua até a consumação dos tempos. (...). Esta Tradição, oriunda dos Apóstolos, progride na Igreja sob a Assistência do Espírito Santo..." (Constituição 'Dei Verbum', Conc. Vat. II, n.º 8).

O que não se deve perder de mira é que tanto a Revelação como a Inspiração foram dons ou carismas especiais de Deus para a confecção da Sagrada Escritura, e isto se deu quando dos originais, não se estendendo às traduções, aos comentários ou mesmo à exegese. Por isso, a missão da Igreja de interprete única, por causa daquele já mencionado "depósito" (da fé) que lhe é pertinente:

"O 'depósito' (1 Tm 6,20; 2 Tm 1,12-14) da fé ("depositum fidei"), contido na Sagrada Tradição e na Sagrada Escritura, foi confiado pelos Apóstolos à totalidade da Igreja. 'Apoiando-se nele, o Povo Santo todo, unido a seus Pastores, persevera continuamente na doutrina dos Apóstolos e na comunhão, na Fração do Pão e nas Orações, de sorte que na conservação, no exercício e na profissão da fé transmitida, se crie uma singular unidade de espírito entre os bispos e os fiéis.' (cfr. Catecismo 84)

'O encargo de interpretar autenticamente a Palavra de Deus escrita ou transmitida foi confiado unicamente ao Magistério vivo da Igreja, cuja autoridade se exerce em nome de Jesus Cristo' ("Dei Verbum", 10), isto é, aos bispos em comunhão com o sucessor de Pedro, o bispo de Roma" (idem 85).

Pode-se desde já perceber a importância da Tradição, que é a transmissão das verdades reveladas pelos Apóstolos a seus sucessores, no que se estrutura o Magistério da Igreja.


2.3 Tradição, Magistério e Escritura

Cristo não é um fundador de nova religião, nem o cristianismo é uma "heresia" do judaísmo. Os Apóstolos e os discípulos continuaram freqüentando o Templo e seguindo os rituais ali celebrados, até mesmo após a Sua Morte, Ressurreição e Ascensão (Lc 24,53; At 2,46; 3,1) bem como após o Pentecostes (At 2,46; 3,1...). Compartilhavam da "visão" de Jesus de que o cristianismo é o "cumprimento" do judaísmo, o seu ponto de chegada:

"Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só "i" ou um só "til", até que tudo seja cumprido" (Mt 5,17-18).

Entretanto, os primeiros cristãos não conheciam o Novo Testamento tal como se conhece hoje. Quando muito haviam alguns manuscritos destinados apenas a registrar as pregações locais. Os cristãos de Roma, por exemplo, conheciam a pregação de Pedro e, possivelmente, conheciam também uma ou outra das cartas de Paulo (2 Pe 3,15-16). Vê-se facilmente que os escritos atuais dos Evangelhos são verdadeiramente o registro catequético de então, a primeira expressão da Tradição Apostólica, aqueles que foram escolhidos e aprovados entre tantos outros (Lc 1,1-2 diz "muitos"):

"A Tradição de que falamos aqui é a que vem dos Apóstolos. Ela transmite o que estes receberam do ensino e do exemplo de Jesus e aprenderam pelo Espírito Santo. De fato, a primeira geração de cristãos ainda não tinha um Novo Testamento escrito, e o próprio Novo Testamento testemunha o processo da Tradição Viva" (Catecismo da Igreja Católica, 83).

"Por isso, a pregação apostólica, que é expressa de modo especial nos livros inspirados, devia conservar-se por uma sucessão contínua até a consumação dos tempos. (...) Esta Tradição, oriunda dos Apóstolos, progride na Igreja sob a Assistência do Espírito Santo..." (Constituição 'Dei Verbum', Conc. Vat. II, n.º 8).

Informa Papias que o primeiro Evangelho foi escrito por Mateus em aramaico, que o destinou aos judeus. Vieram outros, inclusive a tradução dele para o koiné, o grego popular de então, que não eram ainda tão difundidos, nem faziam parte de um cânon definido pela Igreja. Somente algumas comunidades tinham uma espécie de compilação mais ou menos aleatória, ao que tudo indica, e não ainda de forma sistemática como hoje:

"Foi a Tradição Apostólica que levou a Igreja a discernir quais os escritos que deveriam ser enumerados na lista dos Livros Sagrados" ('Dei Verbum, 8,3). Esta lista completa é denominada 'Cânon' das Escrituras. Comporta, para o Antigo Testamento, 46 (45, se contarmos Jeremias e Lamentações juntos) escritos e 27 para o Novo: 


Da mesma forma que então, porque inexistente, para os católicos ainda hoje, "só a Bíblia" não é, nem pode ser, o único fundamento para a fé, eis que não se partiu dela para o que se crê. O que nela se compôs foi o então ensinado pelos Apóstolos. Por isso, fundamental ainda lhes é o conjunto formado por: Tradição + Magistério + Escritura:

"Fica portanto claro que segundo o sapientíssimo plano divino a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja estão de tal maneira entrelaçados e unidos, que um não tem consistência sem os outros, e que juntos, cada qual a seu modo, sob a ação do mesmo Espírito Santo, contribuem eficazmente para a salvação das almas" (Constituição Dogmática 'Dei Verbum', 10) 


3. ALGUMAS REGRAS PRÁTICAS

Feitas essas observações preliminares, é fundamental a todo estudioso da Bíblia algumas regras práticas que iremos apresentando à medida do desenvolvimento do curso. A primeira delas é a de se deslocar abstratamente ao tempo em que foi escrito o livro que se estuda ou se lê, não se analisando o que está escrito com o aculturamento atual, mas procurando entender bem o que se escreveu com a mentalidade de então. Outra delas é que os títulos, subtítulos e a divisão em capítulos e versículos não fazem parte do escrito em si, não são inspirados, mas foram idealizados em princípios deste segundo milênio de nossa era, para facilitar a localização, bem como a leitura, e de acordo com a divisão vigente por assunto ao tempo do criador do sistema. Por isso mesmo, nem sempre um capítulo encerra um assunto, como acontece com um livro moderno, podendo se encontrar a conclusão dele mais adiante ou em local diverso.

Além de tudo isto, é de se considerar que a Bíblia forma uma unidade total de doutrina, coerente e religiosamente muito lógica. E não se há de esquecer a necessidade de sempre se recorrer ao ensino da Igreja, que com seu "depósito" ilumina a interpretação doutrinária dos textos difíceis. Não é possível se dar ao luxo de interpretações particulares, por mais sábias que nos possam parecer (2Pe 1,20-21). Assim, é de se ler a Bíblia tal como foi ela escrita e não como se gostaria que tivesse sido composta. Qualquer originalidade pode lhe redundar em falsificação grosseira, mesmo uma simples entonação de voz que se busca interpretar. As Escrituras foram escritas ao bafejo do Espírito Santo e não Lhe pode ser atribuída qualquer contradição entre os vários livros que a compõem. Só o Espírito Santo é o interprete do que inspirou pelo que Jesus fez da Sua Igreja o único "depósito" (da Fé) (v. Catecismo da Igreja Católica, 109/119):

"E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Paráclito, que fique convosco para sempre, a saber, o Espírito da Verdade, o qual o mundo não pode receber; porque não o vê nem o conhece; mas vós conheceis, porque ele habita convosco, e estará em vós. (...) Naquele dia conhecereis que estou em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós. (...) Mas o Paráclito, o Espírito Santo a quem o Pai enviará em nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto eu vos tenho dito" (Jo 14,16-20.26)

"Ainda tenho muito que vos dizer; mas vós não o podeis suportar agora. Quando vier, porém, aquele, o Espírito da Verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá o que tiver ouvido, e vos anunciará as coisas vindouras. ..." (Jo 16,12-15).

Pelos trechos aqui transcritos vê-se que o próprio Jesus diz que seria o Espírito Santo quem "vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto eu vos tenho dito", "vos guiará a toda a verdade" e "vos anunciará as coisas vindouras". Assim sendo, é aquilo e somente o que foi ensinado pelos Apóstolos que permaneceu na Igreja como o depósito que São Paulo fala:

"Ó Timóteo, guarda o depósito que te foi confiado, evitando as conversas vãs e profanas e as oposições da falsamente chamada ciência; a qual professando-a alguns, se desviaram da fé. A graça seja convosco" (.I Tm 6,20-21)

"Por esta razão sofro também estas coisas, mas não me envergonho; porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia. Conserva o modelo das sãs palavras que de mim tens ouvido na fé e no amor que há em Cristo Jesus; guarda o bom depósito com o auxílio do Espírito Santo, que habita em nós" (2 Tm 1,12-14).

Ainda, quando Jesus estabelece o "primado" de Pedro, deixa clara a autoridade dele e dos Apóstolos com ele, quando lhes dá o poder de "ligar e desligar", eis que estará sempre presente, "no meio deles":

(A Pedro) "Disse-lhe Jesus: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelou, mas meu Pai, que está nos céus. Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares, pois, na terra será ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado nos céus" (Mt 16,17-19)
 (A todos os Apóstolos 'reunidos' junto com Pedro) "Em verdade vos digo: Tudo quanto ligardes na terra será ligado no céu; e tudo quanto desligardes na terra será desligado no céu. Ainda vos digo mais: Se dois de vós na terra concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles" (Mt 18,18-20) 

Além disso, essa Sua presença entre os Apóstolos, fica mais clara e eficaz ainda quando diz que "estarei convosco, todos os dias, até a consumação dos séculos". É que bastaria ter dito "estarei convosco", mas acentua acrescentando "todos os dias" e, ainda ratifica "até a consumação dos séculos". Confirmando tudo isso, vai Marcos nos informar que "quem crer (na pregação da Igreja) e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado". Ora, quando Cristo afirma ser condenado quem não crê na pregação é afirmar a infalibilidade da pregação e a eficácia da Assistência do Espírito Santo, e quando o diz aos Apóstolos somente, di-lo à Igreja, depositária do que ensinaram:

"E, aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos" (Mt 28,18-20)

"E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado" (Mc 16,15-16)

(Lc 24,27"E, começando por Moisés e por todos os profetas, interpretou-lhes em todas as Escrituras o que a ele dizia respeito. (...) '...era preciso que se cumprisse tudo o que está escrito sobre mim na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos.' Então abriu-lhes a mente para que entendessem as Escrituras" (Lc 24, 27.44-45)

"Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamei-vos amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos dei a conhecer" (Jo 15,15).

Outro fator importante a observar é a da sucessão apostólica na Igreja, para o exercício do mesmo múnus, com os mesmos dons apostólicos, também ratificado na Escritura:

"Irmãos, convinha que se cumprisse a escritura que o Espírito Santo predisse pela boca de Davi, acerca de Judas, que foi o guia daqueles que prenderam a Jesus; pois ele era contado entre nós e teve parte neste ministério. (...) É necessário, pois, que dos varões que conviveram conosco todo o tempo em que o Senhor Jesus andou entre nós, começando desde o batismo de João até o dia em que dentre nós foi levado para cima, um deles se torne testemunha conosco da sua ressurreição" (At 1,16-22).

Por outro lado, também São Paulo afirma que Tiago, Pedro e João são "colunas da Igreja" (Gl 2,9). Ora, esse fato corrobora a existência de hierarquia no Colégio Apostólico, até mesmo ao tempo de Cristo, eis que somente eles foram testemunhas de alguns acontecimentos importantes tais como a Ressurreição da filha de Jairo (Mc 5,37), a Transfiguração (Mc 9,2), a Agonia do Monte das Oliveiras (Mc 14,33), e recomendados ao silêncio a respeito até a ressurreição (Mc 5,43; 9,9), o que evidencia o motivo de serem considerados "colunas". Ambas, a sucessão e a hierarquia, evidenciam a presença da sucessão apostólica caracterizando a autenticidade do Colégio Apostólico Católico e do "depósito da fé":

"E, aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos ordenei; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos" (Mt 28,19-20).

Outra observação que se deve fazer num começo de estudo da Bíblia é com base na já mencionada coerência que deve ter tudo o que se deduz com a totalidade dela, donde a necessidade de sintonia das conclusões com todo o seu conteúdo. Sempre se buscará, por isso, confirmação na própria Bíblia daquilo que se concluiu ou se encontrou, ou também no magistério da Igreja, detentora da Tradição, a única interprete autorizada por Cristo, como acima se viu.

E é bom nunca se perder de vista que a maioria dos escritos do Novo Testamento, principalmente os Evangelhos, foram escritos para o uso de pessoas que já conheciam todo o tema que abordam em seus mínimos detalhes, não lhes sendo necessário esclarecimentos e explicações como para nós, que desconhecemos os pormenores, os quais estão na Tradição e Magistério da Igreja. 


AUTO-AVALIAÇÃO 
  1. O que é a Bíblia? 
  2. Como seria a representação de Gênesis, capítulo 25, para se ler do versículo 1 até o 15, saltar para o 29 e ler até o 34, letra c? 
  3. A Bíblia é importante? Por quê? 
  4. É certo dizer que Jesus é Palavra? Por quê? 
  5. Existe alguma revelação nova nos dias atuais? Explique. 
  6. A Inspiração é faculdade ou dom de todas as pessoas? Explique. 
  7. Cada um pode interpretar autenticamente a Sagrada Escritura? Explique. 

  8. O que se entende por Tradição, Magistério e Assistência do Espírito Santo na Igreja? Descreva-as e destaque as suas diferenças. Existe alguma relação entre a Escritura, a Tradição e o Magistério da Igreja? Qual? Explique. 
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